CURSO DE DELPHI
PARTE II
A PRIMEIRA REVISTA BRASILEIRA DE MICROCOMPUTADORES
INTRANET : PORQUE ELA VAI
INVADIR SUA EMPRESA
MAIS SOBRE VARIAVEIS
E DESENHOS NO AUTOCAD
BANCOS DE DADOS E
ORIENTACAO A OBJETOS
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SUA HOME PAGE
DICAS INTERNET
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Editor Geral
Antonio Marcelo
Editor Adjunto
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DiretordeProducao
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MarciaCorrfia
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Colaboradorea :
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PauloAzambuja
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Tel/Fax:(021) 591-9649
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Arte
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Dlstilbulcao
Fernando ChinagliaDist.Ltda
Atslnaturas
1 ano R$ 60,00-2 anos R$ 120,00
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Jomallsta: DolarTanus RS430
No momento no qual escrevi este editorial, estava lerminada uma experiencia que rendeu
para a equipe tecnica da MS um artigo e a prova de que a tecnologia usada na internet tern
muitas facetas.
A Intranet, a nova buzzword do momento estd mostrando que a integragdo das pessoas com
a informacdo e um fato inexordvel. Hoje o ser humano se encontra mats integrado e atento aos
fatos do mundo, jd que literalmente temos mformacoes nas ponlas dos dedos.
As grandes empresas estao usando a Intranet para vdrias coisas: treinar pessoas,
disponibilizar informagoes, criar grupos de discussdo, similares a grande Web, numa
estrutura micro ( comparada ao mundo, claw...). Em nosso artigo vamos explicar de forma
mats prdtica a Intranet e tentar mosirar o caminho para seu uso deniro das empresas.
E as series estao fazendo sucesso, principalmente a de Matemdtica e Computacdo Grdfica
do Prof Thompson, que tern rendido vdrios comenldrio de nossos leitores e ate de alguns
articulistas. O curso de Delphi jd nos rendeu tambem vdrios e-mail's, e a certeza que estamos
indo pelo caminho certo.
MEA CULPA : Agora a sec.ao desculpas, primeiro a Regiana Cianconi que foi co-autora do
artigo Documentos Hipertexto de Sergio Rodas, publicado na edicao 155, seu nomc nao apareceu
e agora vamos fazer a dcvida homenagem .
Segundo a todos nossos leitores que nos tern alertado sobre os problemas de revisao. Estamos
trabalhando duro para resolver isto, digamos que agora estamos comecando a afinar nosso ritmo
com o da revista e esperamos melhorar cada vez mais ( continuem chamando nossa atencao quando
necessario ! )
De resto, aproveitem a Micro Sistemas nesta cdicao e escrevam pois queremos e vamos
reativar a nossa secjio cartas, sd depende de voces.
Boa Lcitura,
Antonio Marcelo - Editor Geral
ffonseca@infolink.uom.br
I
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COLUNA DO LAERCiO
Como montar seu prGprio PC - 4
Laercio Vasconcelos 22
INTRANET
Antonio Marcelo
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CURSO
Delphi - Parte 2
Banco de Dados, SQL e como Eduardo T. Morelii 20
fazer uma aplicacao Universal
Roberto Calvet 12 HOIME ftfflADE
Descolando um Super $Caixa$ em
HTML Sim City 2000
Um Breve Manual de Estilo Teste de Interface
Carlos Eduardo Souza Lopes .. 16 28
Arquitetura e Hardware para SERBS
Programadores Matematica para Comp. Grafica
Marcelo Vianna 34 Carlos A. Thompson, PhD 40
Manipulacao de Variaveis e RAPSDSNHAS
Desenhos no AutoCAD Dicas Internet para OS/2
Francisco Peres Sanches 44 Salvador Brumm 33
SEQOES
BITS & BYTES
HARD COPY
CARTAS
CD LAND
HOT LINKS
GAMELAND
..4
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52
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Rio de Janeiro tern novo provedor !
No tiltimo dia 11/03/96 entrou no ar o Infolink Internet Server,
um novo provedor carioca que esta oferecendo uma s6rie de
novidades para o Internauta brasileiro. Com trinta linhas todas
digitais com suporte 14.400, 28800 e experimentalmente 33.600
bps, com cerca de 12 gigabytes de informacOes e 18 cd's de
programas, o Infolink entra pesado no mercado, afim de oferecer
os melhores services de acesso.
Com experiencia anteriormente como BBS, o Infolink tern como
objetivo oferecer services como ftp, telnet, home pages pessoais,
e-mail e www, o provedor oferece aos sens associados totalmente
gratis o kit de acesso ja configurado para o acesso ao sistema.
A equipe da Micro Sistemas,
recebeu e analisou o Kit
composto pelo Internet
Navigator 2.0, o terminal
Ewan para telnet, o Trumpet
2.0 , Winzip e o Lview.
Acessamos o Infolink a
velocidade, bem como a
facilidade foram enormes e a
qualidade do's services
excelente.
A INFOLINK Teleinfor-
m&tica 6 uma empresa de
prestacao de services e
consultoria nas areas de EDI
e Conectividade. Operando
dois servigos online
principais, o INFOLINK EDI,
que prove atendimento
personalizado ao mercado
corporativo (associates e empresas de todos os tipos) e o
INFOLINK BBS, para usuarios do mercado pessoal, entidades
educacionais e profxssionais liberals.
O INFOLINK BBS oferece toda uma gama de servicos que sao
encontrados somente pulverizados entre BBSes. A empresa teve
o euidado de concentrar no INFOLINK os diversos diferenciais
encontrados no mercado, possibilitando hoje a atender a todos
os objetivos dos socios, desde os que buscam entretenimento
at6 os que necessitam de informacoes de elevado teor tecmco e
cientffico.
Para maiores contatos e inscricao para os servicos, basta ligar
para o (021)512-4262 de 2400 at6 28800 e fazer sua inscricao
online ou mandar um fax para (021) 512-4412.
::^aijbe;miji^^ea:
fa&&&^$&->-£££*2&^' i
A Anasoft esta\ lancando a prlmelra solucao
multlmfdla para combater as lesoes por esfor^ mm
repetltlvos (LER) que atlngem os usu&rios que *-
uso Intenslvo do computador. Trata-e do St
desenvolvldo para prevlnlr as doei
manifestam nos dedos, maos, bracos,
coluna, como fasclte, tenosslnovtte, ten
em gatttho, sfndronw do tunel de carpo e da
pescoco, entre outras.
"Stretch-Erclse possul mals de 35 exerch
tensai
terapSutlcos, que auxlllam a a/Mar o estresse atraves
"H vfdeos na tela do m/cro", descreve Esdras Akamlne,
)for comerclal da Anasoft, destacando que o
ide ser usado em casa e no trabalho. "E
Lue o usuario precise abandonar sua mesa
>", ressalta. Segundo Akamlne f a descricao
,w^J> monitor complementa a vtsuallzacao r
,nltlndo que o usu&rlo corrlja e aperfelcoe os
Mfclos para relaxar os membros tonslonados,
Saves da simples escolha da opcao View Exercises.
m
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***4
* Canon p^sa*a/sar
pel as" fevehdas da
OffShdret urna das
maiores distrlbit
Moras de produto „
parajftfofiriatlcia $S
pafs, *Com esta
parcerlai re^
forgamos
presenga de
nossos
produtos
em tod as
as regioes, ja que a
OffShore, al§m de experiencia no
setor, conta com mil pontos de venda no
territdrio nacional", explica Cesar Rodrigues Silva
v jr£E«t;e'=
pate die nossas;
stas de 49#£ quango
r fcm^^/egTstraT' urn
Jpofnlrito de 50% ern
lao ao ano passado*V affrma
ITuiz Carlos Mendonca, ylee-
>reslder
Entre os modelos jato de tlnta Elgin
Cahon, que estao Sendb comerciallzados pel a
OffShore, estao os dols lancamentos mals recentes:
Elgin Canon BJC 210- colorida, com kit opcional para Impressao
monocromatica.
Elgin Canon BJC-4100- Monocromatica com alta velocidade e
Diretor alta resolugao.
LIMPEZA DA CABECA DA IMPRESSORA NAO PODE SER FEBTA COM
COTONETE
\ Apesar de a informagao estar em todos os manuais, muitos
j usuarios domesticos ainda estragam a cabeca de impressao a
jato de tinta, passando um cotonete embebido no alcooL
Apesar de as informagoes necessarias constarem nos manuais, os usuarios estao
"llmpando a cabega da Impressora" com um cotonete embebido em aicool, o que provoca
a perda Imediata da precisao dos ejetores de tinta".
Nos manuais das Impressoras Elgin Canon sempre constam informagoes sobre a
limpeza do cabegote de Impressora: "Ha sempre uma operagao, que e reallzada pela
propria impressora, tendo o usuSrio simplesmente que apertar alguns botoes, sem o uso
de qualquer produto qufmico ou acessdrio".
Em fungao deste tipo de equTvoco, recomenda-se que os usuarios lelam pelo menos uma
vez o manual de sua impressora antes de adotar um procedimento que possa causar problemas
aparelho. Se a duvida persistir, enre em contato fmediato com o suporte tecnico
Suporte TAcnlco ELGIN CANON - Tel: 0800-126999
INTERNET - Guia do Usudrio Rrasiteiro
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Jos6 Carlos Damski Sl Andre Valente
Este Hvro da enfase aos usuarios brasileiros iniciantes e
experientes, que desejam utilizar os recursos da Internet com
eflciencia.
Os autores tiraram de suas pr6prlas experi€ncias e
dlflculdades dlcas e expllcacoes praticas que proporcionam uma
Interagao multo agradavel. Todos os exemplos utillzam
tecnologia existente no Brasil
Conslderando que o usuario brasileiro so tern acesso ag v ^
slstema de correlo eletronlco, o Mvro demonstra como diversos
servlcos Importantes, como FTP e GOPHER, pod em ser utritzados
anpnae nntti,.n fittfrain j*lp*rntiir*i ..!
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■■ .- : . '■.■■■;
■■■.-■■ ..■■;■■■
*% j|^^y'MTIAN0?
EsteS o prtmelfo ViwpuWicado em portuguSs Que foraece mm
• linjguag^m lilMi. fornfec^ d^s « truques tanto para programadores
com^des?^^^
'[■ ndrmas 40 design de paglna Web. ContSm^z^as de $xf rclctos
VoM p0ej& examMaf e tf abator dos mats renomad^ ^rt^tas r
; e de^gaem-e ^pre^er £om^I#$ a mm pSgtoas de ajto Irrtpacto %
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#abiftcs ^cab^ ' ;|
MiMk, llgue*S# e Idlseufeseus prowemas e difictfldatfes comos
ii^po* <^dkciiilsi^mils c^^^rjdo^ Tudo teso atraves da
:; : ^Ho^afi^: on*fine; que; wt& t nstaia em Jnstantes e pay^ga . • , :
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J131305 HD RISE OF THE TRIAD(386/4M8>
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J1383 05 HD QUARANTINE (48C/8MB)
J1387 05 HD THE ULTIMATE DOOM (386/4MB
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Jl 1 74 06 HD INHERIT THE EARTH(VGA/386)
J1212 07 HD DRAGONSPHERE (VGA/386/4Mb) J !
J1215 09 HD QUEST FOR GLORY IV (VGA)
J1247 01 HD UNIVERSE (VGA/3S6/4Mb)
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J1279 04 HDHOBOKEN
J1294 07 HDKRONOLOG
J13.14 06 HD BUREAU 13
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HD MAGIC CARPET It (48S/BMB)
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HD WITH RAVEN (4B6/BMB)
HD ABUSE (486/4MB)
HD CAESAR H (486/BMB)
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HD WWF ARCADE GAME (486/BMB)
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HD RAYMAN (4B6/SMB)
HD DOG FIGHT (386/BMB)
HD EMPIRE II (486/BMB)
HD SETTLERS (386/4MB)
HD MAGAMAN X (386/4MB)
HD HOBOKEN (4B6/8MB)
HD POCAHONTAS (486/8 MB)
HD SCREAM BALL (486/8MB)
HD RED HELL (386/4 MB)
HDTYRIAN (38674MB)
HD HOLE IN ONE (486/6MB)
HD INCREDIBLE TOONS (386/4MB)
J1168 07
J1171 02
J1187 04
J1252 04
J114505 HDAL-KADIM (VGA/386/4Mb)
J1148 04 HD WARRIOR OF LEGEND (VGA/386)
J115604. HD ISLE OF THE DEATH (VGA)
HD DARK LEGIONS (VGA/386)
HD DIGGERS (VGA/386)
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HD WARCRAFT (VGA/3B6/4MB)
J12SS07 HD MASTER OF MAGIC (VGA/4MB)
J12S6 07 HDDARKSUNII (VGA/386)
J126707 HD MEN20BERRANZAN(VGA/386MMb "\n 7 V% nk Lin M^ftnTp
J127206 DD KNIGHT OF LEGEND (VGA/W) HD MSGOLF
J1289 04 HD DIE SAGE WON NIETOON (386)
J1343 08 HDDOMINUS (386/4MB)
J1354 07 HD RAVENLOFT (MOUSE/386/4MB)
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J0277 01 HD GAME COLLECTION WINDOWS
J0525 04 DD CHESS MASTER 3000
HD BATTLE CHESS WINDOWS
DD POWER CHESS
DD CHESSQUIZ
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HD GAME PACK I
HD CM3000
J05S1 01
J0570 01
J0586 01
J0668 01
J0670 01
J0677 01
J0811 02
J0817 02
J0B62 01
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HD AT.C
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WINDOWS
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JGB96 01
J0897 01
J0904 01
J0905 01
J0936 01
J1001 03
J1007 01
DD W1NCHESS
HD CROSSWORD
HD STELLAR
HD CASTLE
DD SOKOBAN
HD CM4O0O
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J0405 01 HD 4D BOXING (VGA)
J0451 01 DDNINJER
J0S81 01 HDPH" FIGHTER
J0744 01 HD DOUBLE DRAGON III (VGA)
J0816 02 HD STREET FIGHTER II (INGLES)
J095103 HD MORTAL COMBAT (VGA/386)":""'"; SSfflOPK
J096106 HDSANGO FIGHTER (VGA) DD BLOCK
HD METAL & LACE (VGA/386)
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JD933 03
J0992 04
J0997 01
J10S5 02
J121705
J1010 01 DDBLITZER
J05S2 02 DD S1MCITY
J1 01 3 01 DD PENTONIMO
J1014 01 DDOXO
J101S01 DDSNAKES
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J1235 14 HD RISE OF THE ROBOTS(4Mb) ^,!q 2?
J128708 HD MORTAL KOMBAT I) (386/4MB) |^o7n,
J132508 HD SUPER STREET FIGHTER II
J1338 06 HDSENTO-3D (386/4MB)
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HD GETTYS BURG WINDOWS
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J1370 03 HD ATARI 2000 II WINDOWS
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J0262 01 HD STRIP POKER III (VGA)
J0576 03 HD DL VEIWER X-RATED (VGA)
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J0781 01 DD PENTHOUSE
J110801 HDPORNTRIS (VGA)
J111908 HDSTRIPPOKER WINDOWS
J112002 HDSTRIPPOKER PRO (VGA)
J121602 HD PUSSY PUZZLE WINDOWS
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J0658 03 HD COMANCHE (VGA/386/4Mb)
J0712 03 HD WORLD CIRCUIT (VGA)
J0794 06 HDTASK FORCE 1942 (VGA/386)
J091606 HDW,C.PRIVATEER(VGA386)
J0933 03 HD 1NDYCAR RACING (VGA/386)
J09S0 03 HD SPEED RACER (VGA/386)
J0952 02 HD SIMCITY 2000 (VGA/386/4Mb)
J1045 09 HD PACIFIC STRIKE (VGA/4Mb)
J116406 HDTHEMEPARK (VGAMMb)
J122204 HDARMOREDFIST (VGA/3S6)
J1236 06 HD NASCAR RACING (VGA/4 Mb)
J1261 09 HD OVERLORD (VGA/386/4MB)
J1386 06 HD TERMINAL VELDCITY(486/8MB)
J1393 08 HD COMBAT AIR PATROL(486/8MB)
J1395 03 HD ATP. II (3B6/4MB)
J1398 02 HD 1HUNDERHAWK(386/4MB}
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AOBKOA FAXA ADTOOAWia OIDD A07 31
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AOIim»,CAU»mAHIO,BLOCO DB UJTXS 01DD AD* 5*
vr.a.i A^sritA m cOHPROHisaoa 01eid adsit
CODItK} DB DBFS9A DO C0H3DKID0R 01DD A017J
B4TT7DO DA CABECA OIHD A0730
EOTUDO DOS EVAtmXLKOa Q3DD A04S5
COtmtOLS DB A0&I3. TXCHICA 01DD AC73I
BIST. COHTAa A PAOAR/nadHEl 01DO A0496
MOT. DB COHTHOUt BAKOARIO 01DD AD3H
CAnABTKO DB CLtBRTBB MUD ADC94
BIST. DB CONTKOLH DB {3XDIARIO 01DD A0S7S
IHFRIMX CHKQtU FOLHA BSLtA 01ED AD713
COH3TIT0ICAO tUTBOKAL Kt 1939 D4DD AOOBO
OKKBHCIA C0H8ULTA3 HZDICA3 Dim) A0719
StST. DB CONTIIOLB EAHCAHIO 03DD A07Q5
P1A3H Vt.J.,0 COHTROLB DB B3T0QDB 01DD AO«S0
FLOKCOH Vr.1.0 BIST, tat FIDKO DB CAIXA 01HD A0701
OKH-CMl vx.l.OD QSRBtCIAHIUTO DB VSICDLOO Q1KD A0114
OERCOH COHTXOIi EH COKDOMI NIOB 01CO A0S49
H6FRO VT.1.0 AUTOHACAO DB HOTBIS 01DD Attt6
HOROS COTTTAB A PAOAR BtSTEKA DB COBTAS A FAOAB. 01EC UUi
IMOEFROO VE.2.0 OXOt.KZOKBJi.rf IHODILIARIA OlDO A0447
QOAKB VT.1.5 FROTOCOtO F/ EBB.VIDBOTBXTO 01DD ADD39
RCFROa vr.3.0 RECIROS Ob LIRB 01DD A0514
01DD A0410
RL ADMIHI3TRA
RL ADH. CLICTCA
Rl. COTTTRO^S DB BOTOQDB
HI. FDX.KA DB FA9AHEHT0
RL VIDEO LOCADORA
SAFRO
8CFR
SCM vx . 3 .
SSHA 91
STSOSV
CONTAB A PAOAR/RECBBER 313TKMA DK OOKTAB K FAOAR/RBCEBSll 01CD A0399
COHFOT.DIO
COStacO COHTABILIDADB
CTLIV
DARF
DICIOHARIO DB INFORMATICA
SISTSHA DB COHTADILIDADB
vr.1.0 AUTOHACAO DB LIVRARJA3
VX.3.0 IHI3SAO DS DARF
DICII DICIOHARIO IHOLEB-FORT.
BCOHOHICO VT.l.Q rHDICADORZB BCOtTOHICOB
EIJCTRIJ ORCAKEHTO EROJBTO BLBTR1CO
BLKTROCSF Vr.3.3» F/ CONSOLTAO DE CKP
FACIL VT.6.11D EDITOR DB TMtO
FA8TF00D aORBHCIA RBSTAORAHTEB
FICHARIO BLBTROHICO
AOttNDA. CADA3TRO HE FRO0RAMA3
OIHD A0710
OJDO A044S
OIUD A0«97
01DD A0718
01DD A0C53
(HDD A0IB3
01DD A05S3
OiDD A0471
D1HD A0737
01DD A079
01DD A017 3
giBflEL
BlflTEKA BANCA
SFVKO
3T7RO
1! ADH. DE BSCOLAB, ACADEHIA3
F/ ADH. DB CADSTRO DB TACIBUTB3 03DD A0413
SiaTEHA DB COHTROLB DB ESTOQtlS Giro A04B8
COHFLBTO BIST. DB FOLHA ns IAS
Sf COHTROLB DE VIDEO LOCADORA
BI3T. DB ATBim. EM CI.XSHTBB
SIBT. COHTAS A faqar/rscbber
vx.3.1 SISTEKA DE CORRECAO DB BALANCO
MOHTA J050B FOR FRODABILIDADE
vr.3.00 QEREBCIAHERTO DB VEMDAB
VT.1.30 aERBHCIAMENTO DB FRECOS
VT.3.00 OBRBHCIAKKHtP DK LOCADORA
DISTR. EH JdRNAL/REVISTA
CADA3TRO CHEQtm 3/rdHEO
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SHALL O.CASH HAHAOER FLOItO E3 CAIXA
SHD VJT.3.0R SISTEKA DE MALA DIRBTA
aOFTLOOIC HOKK FAST StSTIWA DB ORCAHENTO DOHEBT1CO
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OOJTLOOIC BA1IX FAST SISTEKA DB CONTROLS DAHCARIO
TRADUTOK
TUTOR LOTOS
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TRADOZ TBXTO 1/ VARIOS IDICMAB
EMS t HA A OSAR O LOTOS 113
TRAiai E IHFRIHB SBO HATA AOTRA
OiVO A0411
02DD A041S
01DD A0SBS
01DD AO«S0
01DD A0SS7
DIED A0373
OIHD A0S55
01KD All 050
OIHD A08S7
01DD AD47 6
01DD A06SIS
01DD ADI94
01DD A0CSS
01DD A0615
01DD A0479
DICda A047 9
01DD A04S0
01DD A04S1
D1DD A0045
S1BO AA07 9
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ANTI-VIRUS
Virus SCAN (ultima versao)
Disponivel na
Versao DOS
Apaas
KtS.OO
(mm Sfarnmrt)
TBAV VirusByte (Oltima versao)
Disponivel nas
Versoes DOS
e Windows
Apaas
Kts,oo
{versao Shatamt)
Reconhece e retira virus conhecidos como: Trojector, Sto-
ned, Michaelangelo, Athenas, Natas, etc. Antivirus fica re-
sidente para alertar a entrada de um virus no computador.
ZZ2
Cartao de visita microserrilhado
Convlte Certlflcado Papel Cartao
Envelope Mala Dlreta
Para impressoras Laser e Jato de Tinta
* Varias cores
* Pacote p/300 cartoes
R$ 20,00
Gostariamos de agradecer as diversas mensagens que a nossa equipe recebeu nestes tres meses a frente da
: Revista Micro Sisteraas. Diversos foram os meios encontrados pelos leitores para se manifestar: em nossa
caixa postal Internet (microsistema@axibase.org.br) todo dia ha* uma correspondencia nova; no FAX da
f: inter fess(nto nao param de:chegat' solxcitagoes das mais diversas e por correio
normal chegam muitas novidades! H£ material chegando de todos os pontos do Brasil, e at6 da Wanda!
As manifestacoes tern sido tao variadas quanto os meios de envia-las... Muitas pessoas tern apoiado as
i mudangas e gostado das transformagoes que estabelecem um lago com o futuro e o presente da informatica,
sem cqntudo esquecer o principio que sempre tern orientado a nossa publicacao: ensinar a fazer e cobrir os
^ ^ Muito Gbrigadol Outras tantas apresentam as mais diversas
sugestoes, e posso garantir, todas serao estudadas com carinho. Mesmo que nao possamos implementar
; •'"' algumas destas por motivos tecnicos, !procuraremos responder a todas elas aqui neste espago.
Entretanto, algumas pessoas tern se. queixado que a Micro Sistemas tern se distanciado do leitor, pois nao
publica.mais o trabalho dos mesmos e nem suas cartas . Muitos leitores gostariam tamb£m de ler artigos mais
. voltados ao leigo e tecnicamente menos sofisticados. A estas pessoas, estamos respondendo reativando
; segoes como "Home Made" e "Rapidinhas", que apresentam trabalhos dos leitores e tambem a segao de
r cartas, que ficou desaparecida por alguns numeros. Se voce tem uma dica quente sobre o uso de um deter-
j minadb software, sobre uma linguagem programagao ou ate sobre networking, escreva-nos! Se voce quer
mostrar para o Brasil inteiro o seu potencial como programador, mande-nos o seu codigo que nos o avalia-
rernqs e o pubMcaremos!!! Estamos dando preferencia a programas feitos em linguagens de programagao
t ■ ■: pamarnbienie ; Windows, mas nao nos.esquecemos do tradicional DOS: continuant valendo codigos-fonte
: ^^^; - "■mm ^#^■'■.'■ em Clipper, C, Assembly, Pascal.:.; Bastaenviar o codigo-fonte em disquete e
impresso, alem de uma autorizacao para publicagao.
%-\^] Tambem estamos contactando nosso corpo de articulistas para
escjevef artigos que permitem o novato ligar seu computadore
%-il? 1 ^^ comegar a "fazer alguma cqisa, pois eu ainda me sinto meio
'jSf^h^. perdido..?'. Se voce tamb6mle Micro Sistemas, achaque a
"%^%P revista esta com a ''bola alta" e sente falta de alguma
coisa mais voltada para quem esta comegando, escre-
va-nosi Sua sugestao sera mais do que bem recebi-
"da!! ..'','■':,: : '.:":'■ ,-"■■■■■'
Caro leitor: participe, pois a revista e sua! N6s
fj sempre editamos uma revista criada pelos leitores
f e para ps mesmos, e enquanto houver Micro Sister
mas o nosso feejo dde continuar assim! Acom-
parihe cada exemplar, pois como Editor deste peri-
*6dico posso assegurar nosso objetivo e fazer com
■ que cada numero seja melhor do que o anterior!
$ Obrigado e ate' a COMDEX Rio '96!
JhiiP^^ ,■:■■■.■;
#if~AiS : ;^-■:: : ^0^^^^^'^?;S■i■■::■:v^;:::.v::!■:^C'^■■■■^' . . :: - : - ; '-5V .. .\^. r :, ■ ::■■ ■■'■
■■„&£&'■';.. MagnoBarreto de Araujo Filho
Editor Adjunto
Gostariade saber se a revista Micro
Sistemas ainda imensaloupmsottd- ,
serbimestraLE wmreiagdoaonordes-
'te, ^cadayezinaiorad^culdadedese
encontrar a revista aqui em Mqceio. 6
que voces podem fazer a respeito? ' . "' -. . ' ' i
JtbraQosatodos. .,-■:".
Cristino Hermano de Bulhocs ■'■■
^<cri$tiBO<a'phoenix.iiqmetvCom.br>
Maceib,AL - via Internet ,
MS Responded ■';■""-
Repa-ssamos a men$agetn para nosso .' .
distribmdor para que me$m6tomc a$ .-
provid6neias'cablvei$ t A di;stnbui<$o '_'.
pode'ter apresentado algjumas Siregtrfa-. '■
ridades 'durante esta fa$e de tran$ie;ao y e. :
n6s. eneora|amos a todos que. estejatft' ;
pa$$ando pdomesmo problems para
nos escreyef. Qbrigado*
Gostariade saber quqla Editora, eo
gurar e Expandir seu PC 486/Pentium
", e comoposso qdquirir mesmo Uvro
referido acima,
Alexandre Pereira Machado
< alexpm@utiisul-gw.unisul.rct-sc.br>
yialnternet:
Oiivro 3 eeHtadapela LVC^e 0; aiifpr
■0..o .GG. (Grande Gqm>.J-a^rci6 Yas- . -
■coned os", homem de-indubitavel sa« ■':
: pitomdig^al.^-d eniereco d&tVjC |
".&.. Av>M6 Bcahcq K #3 6/28 I i : "•■' Ri o de "'
Jaileirov RJ ■- CBP 2000 1 -970, telcV
tone ■^■f02-I)"a&2-1776 e a FAX (021)''
0/a amigos da Micro Sistemas! Gosta-
via de informar que home urn pequeno
■ erro na revista no. 155, na reportagem
; especial sobre HOT JAVA. For
v , ^._ publicada a home-page do Java (hup :l I
: Marcos Bene^| : » : .^^. # J^ '*^fc,wvvHya.va^M^^co^,^o^^;e^^^ ■•;:
!eme#M-.i^ :^^^e^^^riagem^peh-.tmbalho i rmU'- ,
: '- : '.\ .^(lo ^msfodas as revistas. '
Parabens ao pessoal da MS pclo tra-
ite
Ippsta do%a
ititeteMg en$$:
iUlisses %reiFL-Biretor da Smart
k-
informacoe,
um^iesqiiisai^WW^prbcur.ando
■puwj^gdes brasileiraWm^m de ^fe^'ftesfpBosle;
ffiofetyica, (...) Torc¶ q%e o mfu^h ■ ;^\ .- ? |. ;
System Coflfcuttm-
: ismartiSystcmfgin^ii^icxomibr
... ;Via Internet &*■$ .
JPV "* ■ ■<■*'
1:
. caso se$Lso o primeimde varhs conm. jP-W s eorrec 1
tatos emsinantes que a r$is%M>M J^
s 0$ cantos deste plamm, q$%z
mm
■ vdiftcando cadavezmenorj!.
Vmabrd^,
!$%;>
Stephen Mc^
:% <manuson@ini
i/SJ^ft
.#-
tbGt^aberqiiet^rngei|apond.dem' ■
prfititft .0 que le%« MICRO SISTE--
g%.ie>
Irlanda - ^illnterfiel^
P
' eiispelo novo visual
mhssoc .. m
V:' ''■■'■■:'>-^-'^-- ^' jJIF -Iff-
da K0vis(a. Go'Slana de sugerir a vocis
Mta reportagetn sobre o software de
Iricessoa Internet "inter net in a Box?'
emingl§s,comoconfigurarcorreta-
menteequandq teremos aversdoem
portugugs.
Vocis poderiam publicar na revista os
principais sites para download dear- .:
quivos,bemcomowna lista dos princb
paisprovedoresdeaeesso no Bmsil^
inclusive das BBS que tint acessod
Internet.
Obrigado pela atengdo.
^Eiugo Andre" Haffher :
: <haffner@nutecnet.cam r br>
vialnternet
. MS Respond©: '
Suge^tOe$ano.tadaslJdestamoiip"ubii-' •
■ 'Cando sites WWW no "Hot-t ink's", mas
yarnos tambeVn dar mna atencao aq que
ba de itiferessante no mundo do FTP.
Caws amigos da Micro Sistemas
Eugostaria de parabenizd-tos pelo
otimo uabalhoquevBm realizandoe
gostariatampim defatef algumassu-
gestoes, comopor exemplo, acho que o
eddigo dosprogramas mostrados na
revista deveriamficar disponfveis pf
ddwnioadmalniernei.oquefarMitaria
pi n6susudrios,pois poupana traba-
Jho dedigitaedqGostaria tambimde
sugerir quefosSem colocadas mats
mate'rias sobre programagdo, princi-
palmente em C/C++ e Assembly. Gos*
tariaxambim de saber como eufagopi
contribuir commaterial meu, pois sou
programador, e tenho um otimo conhe-
cimentoempmgramagdo avangada.
Wenderson leixeira
<wendt@netvaie.com.br>
vialnternet ■■■
MSRespnnde:
; Todos os que desejarem contribuir para
iMScom rffp^amas devern enviar para
a sede da rcvista a listagem impressa do
programs W disqytjto^d^pfefer&neia .' :.
de J 1/2?) cW o C^^^* W* :.. ' '■ .-
%ytfefsto :
sugestteBq;uede omonas£rie"&>bre..
'■'^i^aipoik'f:abaWpataiim^^ a -/ '
:p*ogtani£cko em Assembly.
Na Micro Sistemas nl5$ depez?5l :y
Jan96Uumadicamuitointeressmte[
na (cotuna Hot links, Falaya da loja \
■CDNOW onde possvet comprar ;
'CDs', videos, camisetas^eiC'A -, t ;
CDNOW redtmetite # stria # organic]
zada. Comprei dots videos eostece- ■
bi emcasaapSsU diets, Minha duvi-
da quanwap imposto de importagao^
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5Q,00, A taxa minima de transport •_
cobradapela lojai dews VS$ :; :
1680, Gostctria de sabers? 6 limite:
de US$50MirtQlui^ta: t axa°u se o
'■■ Unite re&m-se <^<t$^J alord * s
'^mca%r%s. -*s ^f'M^
^prlveito aAfWf m j%
a minha gM^^^Si «NM
vista mensaI,;...Bm lo,d© .caso segue urn .,■
'coTrei0eletr6mco-para^.dcc,;(^^/. ■
"■xG&9$ vigentes HoJ&dte raadrugad% . : - : ■ ; ■;
rao valcndo). Obrigado pclos elogios!
Qual operddodeM$?Elae'mtnsal,
btrmstrdl bu casual? JtaP mown d,
■ revista nas bancas deManawl Jd saiu
algum exemplar depots do 155?
■ NiloNeyCoutiiihoMenezes" . ■:■ ■
<nmenezes@ internexUom.br>
Manaus* AM -via Internet
^mo$M
ws e cada v
*
%prop6sttg, a col
ptimar&&$de
l\miiiha
de corn ^
tyeftciosdmkflte,
MS Responds
Ja passamos : o probleitta para o nosso
distribuidor,.. U estamos no ntirnet o .
: 157, certo?? Se voce continuar a ter
prpbl^mas para receber a MS/entre em
;comatoconbsc6l!l;';v.."';' : ".'' :-'■■.-. :.
Hd pouco tempo comecei a acompa-
! %nkdr (nbvdmmte,:d4P<>k 4f 3 W 5 >
" almcfo Sistemas ,'Tlve wteresse
^Mom^.^uiMimsXflMB ri ^
Postal 25096 - Rio de Janeiro - CEP
20552-970:
'' Prezados Senhores,
Estou dpreciando a simdeartigos
sobreMatemdticaparaVomputacdo
Grdjica. Gostaria m » revista ^ontm^
lassepmieawto, ddndo exemphs pn
Unguagemcomo CoUPascat. TamMm
gostaria clever explieagdo degrdficos
com perspectiva. Achariamuito interes r
same a publlca0o de exemplos de pro-
gramas mpdgtwWWdam.Apreci*
aria se vac£smeindicw$em algum \
tutorial sobre Assembly, depreferincia
;!; emPortugues. tHsdejddgradeco,
"■ Beiiys Sene dos Santos - INFPE-CPTEC/
AreadeSupereomputapaq
<sene@yabacxptec.inpe.bi>
vialnternet
<al
Ldre Nectoux Hi r: .^
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■',"■■ ,pfinlteteon* cios ^ u -^»^*
' '- ; li|^.#flfcis onde Wi#wM
gqsto mai
<t Lim
^^K^^ toosSUtifruW ddauirindo
osnumewsat^osoudealguma
oUiraforma(Mdp'^dih disgu^te, r )>
sEspero^ue : os no^editores tor-
W^^cme%ndd^am>mm^^° ..
** curso de Detmdo &UMerolS6.
%mcos gaudfios
*m- :
Itodos,
KL
siconl@nU||besxoi
"M^.;ReSpondef.. ;*|
.llardo m$,M® e«de^e^ &■
At System Scrvi^os-Lliia; -Caixa
■* '-"Sk ...j, 1 . 1 - ■■■' - ■"■ ,,r, " : *■'■"'
MSResponde:
O Prof. Thompson prepara estas e oy-
rts^sifcsas^ase^^elto^s! Agoarr ...
. xjel C>-m)ssdGb«ttor Te J enieo.M3rQdo :.,
Vianna tambem esta prepamndo uma
■ : 's6Tie sdbte Assembly!
ii'Acto'queMrevlstaMkro Sistemas &•
"mria^rummdCPmpoUcomaior ,
^ M programas gerenciadores e
^ desenvolvedomde banco <k dado$
bmsuaiObjem ,pm^^^ te ^^ e .,
interessa a imam^samuitograrukde
programadorestewpsos.
lose Renato N, de Azevedo
<tenato@cptec.inpe.br>
MSResponde:
JA temosum artigo sobre bancos de
; ..dad^e«ema^*ob|ew;nesiaedi- : .::
.. cao". Alu pessoal dos Bdsanandem suas
"eotitfibuicdcS!!l ■:, "■
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GIFEXE
GIFLITE
BIT2GRAY
GWS61
CSHOW860
PICEM
DTPM
FRAIN172
GIFDESK
DTA
PCBREEZE
■ GRAB394
I MAG ECO
JPG3D
MATHPLOT
PCXLAB
VESAVIEW
HIJAAK GIF2JPG
CUBES DAZZLE
NEOSHOW DCHOICE
GRAFCAT CSHOW
ANIMA DMORF
SOFTPACK PLUS \£7 27 programas detreinamento e educativos
para MS-DOS em 5 disquetes de 1.2 MB
SAA BASPRIMR
DOSREF FASTYPE
MD86 PCC
MATHPRIZ SETORES
G2P55 JARGON
KYSD10 LOOKANIM
DB4TUT
ASIC400
ETUP2
COMTUT44
HASM410
TW30
COMPACTA CTUTOR
PCL570 GUIA-DOS
MMASTER
MACROASM
JULVERNE
PASCAL12
JULVERII
SOFTPACK PLUS © SEXY SOFTWARE, para seu VGA em 10
disquetes de 1.2 MB
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Com garotas da PLAYBOY e fotos erdticas
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FORMA DE PAGAMENTO:
1)Enviando cheque cruzado e nominal a Laercio Vasconcelos Computacao;
2)Fazendo um deposito em nome da Laercio Vasconcelos Computacao no
Banco Itau, agenda 0310, conta 58.131-9 e enviando uma copia legivel
do recibo por carta, ou entao trasmitindo o recibo por FAX, junto com o
seu pedido;
3)Pelo cartao de credito. Basta fomecer o numero do seu cartao e a data de
validade junto com o seu pedido, por carta ou por FAX. Numero do nosso
FAX: (021) 262-3B24
Desejo Receber os Pacotes:
) SOFTPACK PLUS 1
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) SOFTPACK PLUS 3
) SOFTPACK PLUS 4
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) SOFTPACK PLUS 6
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RS 30,00
R$ 39,00
R$ 44,00
R$ 39,00
R$ 25,00
R$ 14,00
R$ 28,00
R$
Preencha Seus Dados:
Nome:
Endereco:
Cidade: _
CEP:
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RJ
Artigo
Banco de Dados, SQL e
Fazer Uma Aplicagao
Roberto Calvet
a tecnologia de banco de dados vem
Jm evoluindo. Estamos com sistemas de banco
j[J^ de dados relacionais de ultima geracao que
implementam alguns conceitos de
orientacao a objetos. Estamos com os bancos
puramente orientados a objetos e com linguagens
que nos permitem desenvolver ou implementar a
orientacao a objetos em nossos aplicativos. Como
tern sido essa transformacao ? Como realmente
temos desenvolvido nossas aplicacoes ? Como
podemos criar um aplicativo levando em conta
todos esses conceitos ?
Neste artigo iremos trocar algumas ideias e
conceitos sobre banco de dados, SQL e como fazer
com que nosso aplicativo seja independente do
banco de dados utilizado. Existem duas maneiras:
a primeira e utilizar os comandos de SQL comuns
a todos os bancos. A segunda, que veremos no mes
que vem, e encapsular as funcoes de cada banco em
objetos. Nesta ocasiao utilizaremos os conceitos
vistos nos dois ultimos artigos sobre OOP.
BANCO DE DADOS
E' interessante vermos como o banco de dados
evoluiu e como o estamos utilizando. Existem
quatro geracfies de banco de dados. Comecamos
com os Sistemas de Arquivo. Podemos dizer que
ele e nossa primeira geracao de banco de dados. Os
dados eram classificados por categorias ou
indexados por alguma chave logica. Foi nessa fase
que se desenvolveu o conceito de registro e de um
arquivo como grupo de registros. Temos como
representantes desta epoca o VSAM (Virtual
Sequential Access Method) e o ISAM ( Indexed
Sequential Access Method) que rodavam
em equipamento IBM de grande porte. Alias,
rodavam nao, rodam ! Ainda temos muitas
empresas (Spielberg e seu Jurassic Park que
morram de inveja) com essa plataforma.
Na terceira geracao temos os RDBs (
Relational Databases) que sao os bancos de
dados relacionais. Aqui temos o aparecimento
do SQL ( Structured Query Language), o qual
explicaremos mais adiante e a independencia
de dados com a interface do aplicativo.
1
P
OODBs
!.":
SGBDs Relacionais
%
f' : '
Sistemas Hierarquicos
I"
Sistemas de Gerenciamertto de Arquivos
IS
1 1 1 i
!
i
1
1960
1 1 1 1 1
1970 1980 1990 2000
1
.If?
A seguir, com a necessidade de uma
maior capacidade e a compreensao de que o
sitema de arquivos era um instrumento
rudimentar, surgiram os SGBDs ( Sistemas
Gerenciadores de Banco de Dados). Neles
as modelagens eram sempre orientadas aos
registros, com uma unica por?ao de dados
em cada campo. Esse modelo foi chamado
de hierarquico. Foi neste momento que
nasceram os conceitos de controle
concorrente(i.e.variosaplicativosacessando
simultaneamente o mesmo banco de dados),
backup, recuperacao, seguranca, etc.
!. *umm
Artigo / Banco de Dados
O formato relacional (tabelas, linhas e
colunas) e simples e facil de entender.
Quando os bancos de dados relacionais
sao projetados, o processo de
normalizac5o pode ser aplicado. A
normalizacao elimina redundancias no
banco evitando que partes dele estejam
fora de sincronia e minimiza a quantidade
de dados armazenados. Isso e uma
vantagem sobre os sistemas anteriores.
Atualmente, a maioria das empresas
utilizam os bancos de dados relacionais.
Ndo o cldssico, que e passivo
(armazenamento de dados independente
dos processos) mas o ativo, que e a
ultima geragao de banco de dados
relacionais. Podemoscitarcomoexemplo
as ultimas versoes do Oracle, Sybase e
Informix, os mais conhecidos dentre
outros.
bando de dados ativo toma certas
agoes, automaticamente por assim dizer,
quando uma operacao de insercdo,
atualizagao ou exclusao e realizada.
Essas novas versoes de RDBs possuem
a mesma estrutura basica de banco de
dados relacional, mas o sistema
gerenciador do banco de dados e alterado
para incluir controles de seguranca, de
integridade ou computacOes automaticas.
Muito utilnumambientecliente-servidor
em que os clientes sao desconhecidos,
Recentemente, entretanto, com a
aumento da complexidade e variedade
dos dados, o modelo relacional comegou
a nao atender . Veja, os bancos de dados
relacionais ainda sao os mais indicados
para aplicacdes , como contabilidade,
tipicamente transacionais. Nelas os tipos
de dados sao simples e na maioria
numericos. Mas, para dar suporte a
programacSo orientada a objetos (OOP),
a sistemas de IA (Inteligencia Artificial),
a aplicac6es CAD (Computer Aided
Design - projeto auxiliado por
computador), entre outros, surgiram os
bancos de dados orientados a objetos ou
OODBs (Object-Oriented Databases).
ALGUMAS CARACTERISTICAS
DOS OODBS :
1 . Melhor desempeitho que banco
de dados relacionais.
Os objetos do banco se referem uns aos
outros utilizando ponteiros. Este recurso,
obtencao do objeto porpercurso, e muito
mais rapido do que urn join de tabelas em
um banco relacional.
Ele tambem ganha em velocidade na
forma de armazenar os dados em disco.
2. Banco de dados ativos
Os objetos sao ativos. As solicita^oes
fazem com que os objetos executem seus
metodos (como vimos nas duas ultimas
edi^oes).
3. Armazenamento de grandes
objetos binarios
Pode-se armazenar som, video,
arquivos de voz e imagens, tipos de dados
abstratos definidos pelo usuario, etc,
4. Persistencia de dados
E a criacao de objetos que sobrevivem
ao processo que os criaram. Isso ja pode
ser encontrado, de certa forma, em alguns
bancos de dados relacionais de ultima
geracao. Eles sao chamados de Stored
Procedures (procedimentos
armazenados). Esses processos sao
codigos, como se fossem pequenos
programas, que ficam associados aos
dados no banco e podem ser ativados por
nossos aplicativos.
BANCO DE DADOS
RELACIONAIS X BANCO DE
DADOS ORIENTADOS A OBJE-
TOS
Nao podemos decretar a morte do
banco relacional. Muito pelo contrario.
Em alguns ambientes predominant os
objetivos dos bancos de dados relacionais.
Em outros, como vimos acima, o banco
relacional nao atende adequadamente as
necessidades e os banco orientados a
obj etos entram em cena trazendo maiores
vantagens.
Quando se deseja avaliar uma
tecnologia de banco de dados sobre a
outra, e necessaria a compreensao do
processo de desenvolvimento dos
aplicativos em questao. O leitor deve ter
em mente que este processo nao e
generalizado. Uma tecnologia de banco
de dados nao e capaz de satisfazer a todo
o universo de aplicativos que existem,
A tendencia e que ambos os bancos
coexist! rao.O relacional tern por objetivo
a independenciados dados, Nele, os dados
sao normalizados para que possam ser
utilizados por processos ainda nSo
previstos. O baseado em objetos tern por
objetivo suportar classes com
encapsulamento eutilizar os dados atraves
dos metodos desenvolvidos. Ele tern
independencia de classes, e nao de dados.
SQL
SQL (Structured Query Language) e
uma linguagem padrao para o
gerenciamento de banco de dados embora
seu nome encerre uma contradicao : ela
nem e uma linguagem estruturada e nem
serve apenas para pesquisa de dados.
Com o SQL podemos realizar :
1 - de integridade de transacoes
Recuperagao de informagoes;
2 - Criagdo de bases de dados;
3 - Seguranga de acesso;
4 - Manipulagao das bases de dados e
Controle.
Caso o leitor nao saiba, existem ainda
SQL2, que e o fruto de uma revisSo feita
em cima do SQL em 1992 e o SQL3.
Vale a pena falar um pouco do SQL3.
Ele ainda esta sendo desenvolvido e com
data provavel de conclusao para 1998.
Entre outras novas caracteristicas esta a
de suportar objetos e fungdes. Veja o
exemplo abaixo :
SELECT NOME,ENDERECO FROM CUENTE
WHERE CUENTE.VOLUME_COMPRAS_ANO() >= 30
A classe CLIENTE esta sendo acessada
por um SELECT que permite na clausula
WHERE a chamada de uma funcao
(VOLUME_COMPRAS_ANO( ) ).
Temos aqui um exemplo de um metodo
encapsulado que calcula o valor que sera
utilizado no processo de selegao.
Como Fazer Uma Aplicacao Universal
- primeira abordagem
Podemos dizer que quanto mais nossa
aplicacao for independente do ambiente
melhor. Isso e uma garantia de que voce
poderautiliza-laemdiferentesplataformas
(i.e. tipo de rede, banco de dados, hardware,
etc.) com um minimo de aborrecimento
(dizer nenhum seria exagero).
Quando desenvolvemos um
Arigo / Banco de Dados . .....
aplicativo que acessa urn banco de
dados, seja em que Hnguagem for, temos
a tendencia de utilizar em nossas
funsoes de acesso ao banco comandos
de sql que sao particulares destes. Isto
e vantajoso se voce estiver, por exemplo,
desenvolvendo um sistema para uma
empresa que ja possui ou vai comprar
toda uma estrutura de banco de dados,
rede, etc. Neste caso, vale a pena voce
utilizar todos os comandos que este
banco vai lhe oferecer. Na maioria das
vezes eles realmente aumentam a
performance ou facilitam o acesso aos
dados.
Abaixo vemos um exemplo de uma
particularidede do Oracle.
SELECT NOME, ENDERECO FROM CLIENTE
WHERECUENTE.VOWME_COMPRAS_ANO() >= 30
A tabela DUAL no Oracle permite
que se facam contas rapidas e outras
operacdes sem envoi ver dados de tabelas
ou views. Esse e um exemplo de como
se ganhar em performance utilizando
uma parti culari dad e de um banco de
dados. Se fossemos realizar este
comando SQL da maneira convencional
teriamos que colocar no lugar de DUAL
um nome de uma tabela qualquer. Neste
caso todas os registros da tabela seriam
percorridos sequencialmente para
depois o calculo ser realizado. No
exemplo, teriamos essa resposta mais
rapida porque a tabela Dual nao possui
registros.
Pois bem. Nessa primeira
abordagem, se queremos que nossa
aplicac5o acesse qualquer base de
dados, o que devemos.fazer ? Simples.
Iremos utilizar apenas os comandos
de SQL que sao comuns a todos os
bancos. Por exemplo, se existe um
banco que suporte apenas nomes de
ate 8 caracteres entao, nosso sistema
usara apenas nomes de campos com 8
caracteres. Se existem bancos que nao
suportam OUTER JOIN, entao
tambem nao o utilizaremos. Mesma
coisa para Triggers ou Stored
Procedures.
Desse jeito, se quisermos que nossa
aplicacao acesse qualquer banco via SQL
padrao, teremos que usar apenas os quatro
comandos basicos de SQL. Sao eles o
SELECT, INSERT, DELETE e
UPDATE.
Existem duas restricoes para o
SELECT:
1. Evitar a utilizacao de subqueries
(um outro SELECT substituindo a
expressao da direita de uma clausula
WHERE) :
SELECT GERENTES.NOME,
GERENTES. DEPARTAMENTO
FROM EMPREGADOS
WHERE GERENTES.COD NOT IN
(SELECT PROJETOS. GERENTEjCOD
FROMPROJETOS
WHERE PROJETOS.CONCLUIDO~"N"J;
2. Evitar o uso de campos calculados
com excecSo de MIN, MAX, COUNT e
SUM que sao comuns a todos os bancos.
Com certeza essa primeira abordagem
nao e suficiente para o nosso trabalho.
Serve apenas para pequenas aplicacQes
se a utilizarmos sozinha. Na proxima
edicao veremos como fazer a apltcac5o
acessar qualquer banco usando tudo o
que ha nele. Inclusive todas as suas
particularidades.
Utilizaremos esses comandos de SQL
comuns a todos os bancos para criar os
objetos de acesso generico e criaremos os
objetos de acesso especifico com as
funcoes particulares de cada banco.
Lembra quando falamos de
encapsulamento ?
Roberto Calvet (rcalvet@pobox.com) e
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Artigo .......
HTML
*Z— espantoso ver como cresceu o interesse por
MP paginas WEB, e consequentemente por
m*j HTML, nos ultimos meses. Praticamente
qualquer um tern uma homepage (as vezes
nao ter chega a ser ofensivo !)... E de repente as
grandes, m6dias e ate" pequenas empresas descobrem
a rede !
Claro, a Internet 6 uma das midias que mais
cresce no Brasil e no mundo. E natural que se deseje
explorarapotencialidadedaredeparaapropaganda,
especialmente no Brasil, onde as classes atingidas
seriam as A e B.
A velocidade com que surgiram tantas p&ginas
suscita duas perguntas:
1) O que 6 necessano para criar uma homepage?
Basicamente ? HTML ! ! !
HyperText Markup Language (HTML) 6 uma
notacao de marcas de editoracao (markups) que dao
forma a um documento qualquer. Nao considero
HTML uma linguagem de programagao, porela nao
possuir estruturas de controle de fluxo ou comandos
de qualquer tipo. Prefiro dizer que nao existe um
programa HTML mas sim um documento HTML.
Quando acessamos uma pagina WEB o fazemos
por meio de um software chamado browser.
Independente de que computador voce esteja
utilizando (PC, Mac, etc), seu browser tern como
funcao basica carregar uma pagina HTML para seu
micro emontar sua apresentacjlonatelarespeilando
os markups estabelecidos. Seu browser € o cliente
de um servidor WEB que esta na Internet.
Cada markup encontrado pelo browser
diz a elc alguma coisa sobre o texto, ou
parte do texto, que est£ no documento,
Desde se aquela linha devera estar em
negrito at6 se deverd conter um grafico ou
uma referenda hiper-texto.
Existem markups de estilo, que alteram
a apresentapao de textos (negritos,
sublinhados, etc) dentro de um documento,
e markups de estrutura, que alteram a
estrutura da apresentacao do texto
(inserindo imagens, refer^ncias hiper-
texto, campos de entrada de dados,
formatando o texto em blocos, etc).
Juntando todos os markups nao temos mais
do que 80 marcas de estilo/estrutura
diferentes.
Portanto, dado o conhecimento de alguns
markups basicos, 6 muito simples criar um
documento HTML. Um texto comum, sem
markups pode ser uma pagina HTML...
O objetivo deste documento nao € ensinar
HTML, portanto, caso haja interesse em
mais informagoes sobre HTML, sugiro
visitas as paginas do quadro 1. Interesses
mais profundos podem ser saciados na
pr6pria rede, pesquise com o Yahoo! . E, 6
claro, estou a disposic. So em meu endereco
e-mail !!!
2) Todas essas empresas cstavam
preparadas para apresentarem suas
person alidades virtuais tao rapidamente ?
Um Breve Manual de Zft^jjlj
Carlos Eduardo Souza Lopes ['-."'. jii; : \'i .L i-
'< C-^I^SS^^f-
^v^isffil
"~J: •„..j-.; i ;Sf:.v5r;.v.
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\: £'Z'£-S t Zt'~***2\~s- •^"^'V
tfir*rr , *i?^'^&£-«.\x£ > : .*.'|
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'''•f^v*^:-;^
Artigo /HTML - Um breve manual de Estilo
Todas essas paginas criadas sao "bacanas" ?
Por HTML ser extremamente simples,
foi facil para todas as empresas colocarem
rapidamente suas paginas a disposi9ao
do publico.
Mas velocidade nao implica em
qualidade...
Algumas paginas sao lindas... mas,
sobrecarregadas com graficos e lentas
para montar no browser (ja acessei
paginas que levaram, pasmem, 7 minutos
para montar).
Outras paginas sao velozes. . . mas sem
nenhum graTico para despertarointeresse
do usuario.
Para piorar, o conteudo, ou ausencia
de conteudo, da maioriad impressionante.
Se limitam a dizer: "Oi, sou o fulano.
Gosto dos seguintes sites...".
Enfim,conhecerHTMLparadisporabilizar
uma pagina na WEB nao implica em criar
uma pagina agradavel ou pnltica.
Como atingir o equilfbrio ? Como
criar uma pagina que chame a atencao
mas que nao aborreca o usuano ?
Algumas boas dicas para que sua
pagina tenha uma relacao interesse/
performance "bacana" sao:
01) Conteudo.
Imaginar que uma pagina vai prender
a atencao de alguem porque tern aquele
desenho tao legal que voce fez quando
tinha 3 anos de idade e, como se diz na
giria, "viajar".
Sua pagina sera acessada porque:
a) Tern referencias a outras paginas
interessantes de forma organizada.
b) Tern um contetido interessante para
um ou mais grupos distintos
(programacao, direito, medicina,
veterinaTia, culinaria, azaracao, internet,
etc).
c) E con stan tern ente atualizada com
informacoes interessantes e novas.
d) E um marco das paginas WEB no
Brasil e no mundo.
Muito provavelmentenumaconjuncao
de fatores acimae muito improvavelmente
pela alinea "d" (ainda que isso nao seja
totalmente impossfvel; faca um esforco e
me mande um e-mail com o enderetjo de
sua pagina).
Uma coerencia da linguagem utilizada
com o conteudo 6 mais do que bem-
vinda. Se seu projeto 6 uma pagina
pessoal, torne-a algo que espelhe suas
caracterfsticas pessoais. Um curriculum
vitae on-line deve ser sucinto. Uma
apresentagao de uma empresa deve ser
direta, sena e honesta,
02) Evite usar comandos que alterem a
fonte de letra.
Com excecao dos comandos que geram
cabecalhos e portanto redefinem o
tamanho de letra, considero muito pouco
(itil e bastante deselegante ter, no meio
do texto normal, letras agigantadas ou
infmetesimais. Dificulta a leitura !!!
Estude com carinho uma nova
implementacao do HTML 3, as style-
sheets, podem ser a safda para lhe dar
mais conlrole sobre a aparencia de seu
documento. Talvez falemos mais sobre
isso, algum dia...
03) Paginas com comeco e fim, bem
estruturadas.
Como qualquer texto normal, uma
boa pagina tern um comeco bem
apresentado (com um titulo claro,
podendo ser um grAfico), e uma
finalizacao coerente e bem delineada (um
separador e o nome / e-mail de quern fez
a pagina).
Uma pagina deve ser encarada como
uma publicacao normal. Pode ter um
pequeno indice (em formato de indices
ou pequenos botdes), resumos, listas
numeradas, etc. A estruturacao permite
uma maior flexibilidade na leitura, isto 6,
o leitor escolhe o que quer ler !
04) Utilizar os graT icos para reforcar o
conteudo.
Acrescer graficos apenas para
preencher espaco, gerar tftulos ou
separadoresdesnecessariosedesperdicio
de tempo do usuano.
Os graTicos devem ser, principalmente,
uma ferramenta de apoio ao conteudo do
documento.
05) Nao utilizar gr&ficos em demasia
ou muito grandes.
O usuario nao se incomoda de esperar
se houver alguma coisa para ele ir
olhando. Se ao invds de um unico graTico
de 350 Kb, a pagina tiver varios graTicos
de 15 ou 20 Kb (tamanho que considero
limite para processamento confortavel)
bem localizados, a espera se torna menos
angustiante.
Pelo-amor-de-Deus !!! Nao coloque,
em nenhuma hio6tese . backgrounds de
pagina enormes... (graTicos que s3o
utilizados para fazerem um "wallpaper"
da pagina WEB) O carregar de graficos
normais pode serdesabilitado via browser,
mas o de backgrounds nao pode. Uma das
coisas mais frustrantes que pode acontecer
com um usuano acessando uma pagina 6
aguardar 2 minutos para ver o fundo da
pagina ser montado ! Para backgrounds
considero de bom torn utilizar graTicos
com de 3 a 6 Kb.
Valeapenalembran graTicos coloridos
ocupam mais espaf o que graTicos preto-
e-branco ou "gray-scale". O ideal para
fotos 6 o preto e branco.
06) Utilizar graficos no formato .GIF,
preferencialmente entrelacados.
Um dos efcitos mais desagraddveis da
montagem de uma pagina 6 o "efeito
persiana descendo". Quando um graTico
esta sendo carregado, se ele estiver num
formato qualquer nao entrelagado, ele 6
carregado de cima para baixo e
apresentado lentamente como uma
persiana descendo. O usuario nao
consegue avaliar se vale a pena esperar
pelo grafico ate surgir pelo menos a
metade, e 6 obrigado a esperar...
No formato entrelagado o graTico e
montado com um "efeito persiana
vazando", onde o graTico e montado
lentamente, na sua totalidade, e a cada
passagem a resolucao da imagem vai
melhorando. A grande vantagem e que,
Arigo /HTML - 17m breve manual de Estilo . . .
durante o carregar, o usuario ja tern uma
nogao de se vale a pena continuar
esperando para ver o grafico ou se deve ir
adiante.
07) Nao fazer referencias demais na
mesma pagina.
Seissofornecessanoprefiraconcentra-
las em um s6 lugar na pagina (ao final do
texto por exemplo), evitando aqueles
paragrafos enormes e completamenteazuis
de tantas refer&ncias ! ! !
S eparagao por tipos de referencias pode
ser uma excelente idela. Se for uma Hsta
de paginas pessoais, pense em dividir em
ordem alfab6tica criando jumps para o
inicio de cada letra.
OS) Nem toda referenda obriga a
abertura de uma nova pagina.
E incrivel, mas a maioria das paginas
que acesso parecetersidofeitaporpessoas
que nao acreditam nisso. Cada referencia
chama uma nova p&gina com mais
graficos a serem montadados e uma nova
estrutura de apresentagao.
Na verdade, pode-se fazer uma
referencia para um outro ponto do
documento atual (jump), aproveitando
todos os graficos jacarregadose inibindo
um novo acesso a rede.
Vantagem ??? O inicio da pagina foi
carregado e montado e o usuaric esta
lendo, enquanto isso os graficos ao final
da pagina estarao sendo carregados e
montados. Quando o usuario chegar a
referencia em questao, os graficos ja
estarao aguardando por sua selecao em
mem6ria. Em outras palavras menos
acessos a rede, melhorando o trafego
para todo mundo !
Deve-se estudar o uso desse tipo de
referencia com cuidado. O ideal € que a
leitura da pagina linearmente (do infcio
at6 o fim) nao seja prejudicada pela
existencia desses "pulos". Os assuntos
que estao rcpresentados numa p&gina
devem ser nao s6 correlatos mas
linearmente claros.
09) Nao utilozar arquivos de som
monstruosos.
http:// www.openliiik.coin.brO simples e eficiente (com utilizacao de som ao fundo).
http://www.dnx.com/maio.litml
Pagina de deseovolvedores HTML/Java americanos
: de altissimo tuveli Visile algumas 5 paginas pesspais -
dos desenvoivedores, y . , ; :
http://www.yahoo.com
http://www.stones.com
Hbrms divefsbs e um} grands passetb '!'■'"' : I ; ; "'
Para os fas do Rolling Stones* mas principalmente para
demonstrat o bom uso de graficos dfehtto de um contexto.
;httpt//www.ci.mp.br/si Yaih, o Yahoo nacibnai. Simples e direto.
Mnps.eom.br/'*ca fiscplhi um xara no Yaih e
dei uma olhada na pagina dele., Simples c eficiente. Usa
thumbnails (figiiras pequenasque chamam Sua-versao full, .*■
excelente- mas infell^meftteasimagensnaoefitaoenfrelafadas.
gerando o desagrad^velefeitopci;sianaJi podia ter umpanode ?
fundo... Ah, o ^immeiman e artista pl^stico e acbei 05
trabalhos expostos muUo legais. EM INGLES. T _
http://www.icmscsc.usp.br/manuaIs/HTIVIL Um tutorial HTML on-line na USP. Se
voce tinha duvidas quanta aos markups... Tenha paci^ncia
'%■' . pois o acesso e qiuuuuuito lento iObserve-:$e a "wtili^ao de
*'-=,'.■ * indice e estrutura^ao tipo publicacao.., ,
http://www.synet.net/bwg/ HTML Writers Guild. Aqui diversos desenvolvedores HTML
do mundo todo se encontram, trocam ideias e se ajudarn!!.
E possivel especificar, para um
documento HTML, que ele devera ficar
tocando um determinado arquivo .WAV
(sinto muito pessoal do Mac, sou usuario
PC e nao sei se os arquivos de som de
voces sao compativeis) enquanto o
documento for exibido.
O arquivo tera de ser transferido para
seu micro e posteriormente acionado.
Por favor, contenham os impetos de
disponibilizar arquivos com toda uma
musica do Legiao Urbana. Um arquivo
de som com 36 segundos de musica
ocupou em meu micro 6 Mb ! ! ! Nao gosto
nem dc pensar na carga de um arquivo
desses com um modem de 14.4Kbps e
nossas linhas telefonicas...
Alias, em minha modesta opiniao,
arquivos de som pouco acrescentam a
uma pagina WEB. Normalmente eu os
utilizaria na forma de um arquivo
acionado peto usuario (assim , se o usuario
quiser, pressiona um botao ou ativa uma
referenda e ouve o som uma vez).
10) Conhecer outras paginas.
Antes de escrever sua pagina, visite
outras que tenham conteudo similar:
a) Como voc§ teria feito essa pagina que
voce esta vendo ?
b) O que poderia ser feito para melhorar
esta pagina ?
Eventualmente, uma contribui^ao
numa pagina que ja tratc de um
determinado assunto 6 melhor do que
criar uma pagina toda do zero. Converse
com o dono da pagina, faca sugestOes,
pergunte. A internet e" fundamenlalmente
calcada na cooperagao.
Sites dc pesquisa podem ser uma boa
fonte de informac.ao. Visite o Yahoo!, o
Alta Vista, etc
11) Adequacao da lingua utiiizada.
Quern 6 seu publico alvo? Brasileiros
? Americanos ? E importante saber que
Kngua utilizar. InglSs t a lingua oficial
-*.
• Artigo/HTML - Urn breve manual de Estilo
da rede, mas se sua pagina 6 voltada
apenas para brasileiros...
Eventualmente 6 necessario manter
varias versoes da pagina, em Hnguas
diferentes. O ideal 6 que exista uma
pagina de introducao com a solicitacao
de escolha de lmgua a ser utilizada.
12) Contadores de acessos.
Nao e* frescura. O contador de
acessos a sua pagina 6 essencial para o
controle do alcance que sua pagina
yem tendo. Uma medico mensal pode
informar sobre a necessidade de maior
divulgacao.
13) Divulgacao.
Ainda que nao pareca ser escopo
deste documento, a divulgacao pode
ser considerada como parte essencial
de qualquer pagina. A pagina mais
perfeita sera" ignorada se nao puder ser
encontrada ou se ninguem souber que
ela existe.
Informe as paginas de pesquisa (jA
temos o Cade e o Yaih, al6m dos
conhecidos Yahoo, infoseek, etc), peca
amigos para fazerem referencias em
suas paginas pessoais, entre em contato
com seu provedor e peca a ele para ser
inclufdo na lista de paginas pessoais,
imprima em seu cartao o endereco de
sua presenca virtual e seu e-mail,
coloque em seu arquivo de assinatura
do seu programa de e-mail o endereco
de sua pagina, assine guest books de
outras paginas dando o endereco de
sua pdgina, etc
Para maior controle do cfeito que
sua pagina esta tendo, peca
comentados. E mais do que pedir,
aceite-os !!!
Nenhuma regra e" absoluta, pois
cada caso 6 unico e merece
atencao especial. Sinta-se a
vontade para experimentar e
quebrar todas essas "regrinhas"
acima se achar necessario. Elas
sao apenas guias.
Claro que existem paginas que nao
podem ser feitas somente atrav^s de
HTML, por envolverem ImageMaps
(uma imagem que "sente" onde foi
feito o click do mouse e tern acOes
diferentes para cada local), ou por
serem dinamicas (de acordo com a
selegao do usuario a pagina traz
diferentes conteudos); paginas
avancadas podem necessitar de scripts
CGI-BIN para controlar inputs do
usuario. Nesses casos o ideal e" procurar
urn WebMaster que esteja habilitado
para concretizar suas ideias. Mas
cuidado, alguns WebMasters que estao
por af andam se enrolando na teia... ;)
Carlos Eduardo Souza Lopes 6
Analista de Sistemas de N.V.
Consultoria, atualmente lotado na
XEROX do Brasil, e maniaco por
Internet. Pode ser encontrado em
celopes@domain.com.br.
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Curso
Eduardo T. Morelli
■ ^ m nosso Oltimo encontro, voc§
M^J fez o seu primeiro programa
M Jj Delphi: urn formulario contendo
uma caixa de texto e urn botao
que, quando clicado, a preenchia com uma
mensagem muito rara: Ola Mundo.
Hoje vamos avancar urn pouco mais:
estudaremoscomoo Delphi tratavarlavels.
Para quern nao sabe ou nao se lembra,
uma variavel representa uma posrcao de
memdria que armazena valores
intermediaries.
Volto a lembrar-lhes que, o proposto
nesta ligao, esta resolvidoem nossaedigao
virtual: a TOTEC. Mas nao se limitem a
baixar os programas ja prontos. Mandem
duvidasl Sugiram!
3. VARIAVEIS
Assim que voce pressionou F9 ebrincou
com seu primeiro apiicativo, o Delphi gerou
urn cddigo aulomaticamente. que significa
cada linha deste cddigo magico? Vamos
analisar, entao, o que vai em
UOLAMUN.PAS:
unit Uolamun;
Interface
uses
Syslltils, WinTypes,- WinProcs, Messages,
Classes, Graphics, Controls, Forms, Dialogs, StdCtris;
type
TForml = class(TForm)
CxtOiaMundo: TEdit;
BtnOK: TButton;
procedure BtnOKCiick<Sender: TObject);
private
{ Private declarations }
public
{ Public declarations }
end;
( clausulas de
var
Forml: TForml;
Implementation
{$R *.DFM)
compilagao }
procedure TForml.BtnOKCIick(Sender: TObject);
begin
CxtOlaMundo.Text := X)\& Mundo'
end;
end.
que estamos analisando e uma unit.
Todo o codigo Delphi estara em units. Em
programas um pouco mais complexos, isto
e 6timo pois e posstvel dividir a
funcionalidadeemvariosmodulos.Oprfiprio
Delphi incentiva esta estratrf/cacaofazendo
com que para cada formulario corresponda
uma unit.
Toda unit e dividida em duas segoes:
Interface e Implementation.
INTERFACE
A primeira contem as declaracoes: nomes
de outras units necessaries na linkedigao
(clausula uses), novos tipos (type) e
variaveis (var).
''Qbjetfjldosh'l
Porenquanto, aclausulauses nao
nos deve preocupar. Mais tarde,
quando nossas aplicagoes tiverem
mais de urn formulario, voltaremos a
falar nela.
tipo TForml e um espelho de seu
formulario: perceba a declaragao da
caixa de texto (CxtOlaMundo) e do
botao (BtnOK). E veja tambem que a
rotina que responde ao evento clique
no botao tambem deve ser declarada.
Ignore, porenquanto, as palavrasclass,
private e public. Ainda discutiremos
muito estas tres palavrinhas.
Forml 6 o nome da variavel do tipo
Tforml. Se outras units quiserem
acessar este formulario, tera que ser
atraves deste nome. Ja deu para
notar que Forml nao e um bom
conteOdo para a propriedade Name
do formulario.
Nada impede que houvesse outras
variaveis declaradas junto com Forml.
Elas sao ditas globals pois todos os
procedimentos da presente unit
podem acessa-las. Tambem podem
existir as locals, que somente podem
ser acessadas pelos procedimentos
onde foram declaradas.
IMPLEMENTATION
Na outra secao estao os cddigos
das rotinas necessarias para realizar
a funcionalidade do programa. No
presente caso existe apenas uma
rotina: TForml. BtnOKC lick que
atribui a cadeia Ola Mundo a
propriedade Text da Caixa de Texto
CxtOlaMundo. Observe que Tforml 6
o nome do tipo criado na clausula
type da secao Interlace.
A liguagem Object Pascal admite
dois tipos de procedimentos:
procedures e functions. As primeiras
caracterizam-se pelo fato de nao
retornarem valor algum. Isto e o que
precisamente identifica uma function
(funcao). Havera muitas
oportunidades para voltar a este tema.
Toda rotina, seja procedure ou
function, tern seu cddigo especificado
entre duas palavras-chave: begin e
end. Outro ponto: todo end tie rotina
deve.ser seguido derponto-evfrgula e
a unit deve ser encerrada com end
seguido de um ponto.
Exerciclo
Vamos praticar: monte uma
aplicagao.Somadora, que receba dois
numeros inteiros e, mediante o clique
em um botao, mostre a soma:
; /f Gomadora
Dirjile doic numcfns e
cliq
ue na hotSo;
|325
+
"~1
|*59
u
! =
X
1 1
Rgurn 1: janela do aplicativo Somadora.
Siga o roteiro abaixo:
a) Prepare o que sera a janela de seu
aplicativo: dimensioned e altere o
conteOdo da propriedade Caption
(trtuio).
b) Insira a etiqueta Dlglte ...
c) Adicione tres caixas de texto que
servirao como operandos, CxtOpl e
Cxt0p2, e para o resultado:
CxtResult. Esta tiltima deve ter o
conteOdo da propriedade Enabled
como false, ja que o usuario nao
podera digitar nela.
d) Acrescente a etiqueta cujo rotulo e
o operador de soma.
e) Adicione o botao Btnlgual e seu
c6digo.
Perceba que o conteOdo das caixas
de texto sao cadeias de caracteres
que nao podem ser somadas como
nOmeros inteiros. Assim, deve-se de-
clarer tres variaveis locais do tipo
inteiro (dois operandos e o resultado).
Utilize as fungoes embutidasStrToInt
e IntToStr para converter cadeias em
inteiros e inteiros em
cadeias,
respectivamente. Veja
um exemplo:
opl:= StrToint(CxtOpl.text);
. .. Curso / Delphi
variaveis ditos primitivos, isto e, que
ja vem com a llnguagem. Existem
tambem os tipos construtdos pelo
usuario (Tforml foi um exemplo).
A tabola no pe da paglna descreve
esses tipos primitivos:
Para declarar uma variavel, utiliza-
se a palavra reservada var. Veja um
exemplo:
var opl, op2, result integer;
Nao se esquega do ponto e vTrgula
ao final. Ele serve como separador de
comandos. Alias, os comandos para
efetuar a soma propriamente dita
(entre o begin e o end), tambem
devem ser separados por ponto-e-
Virgula.
f) Finalmente, salve o projeto e a
unit. Que tal usomad.pas e
psomad.pas ?
Entao? Voc§ seria capaz de realizar
as modificagoes abaixo?
* Restrinja os valores de entrada a
nOmeros. Pelo help, estude a
funcionalidade da rotina embutidaVal.
* Permita a soma de nOmeros reals.
Para converter, use as fungoes
StrToFloat e FloatToStr
* Formate esses nOmeros com a
fungao Format
* Implemente as operagoes de
subtragao, multiplicagao e divisao
(cuidado com as divisoes por zero!)
Bom, acho que por hoje ja
trabalhamos muito. Estou esperando
suas dOvidasI
Eduardo T. Morelll 6 Tecndlogo em
Processamento de Dados pela PUC/RJ, vem
atuando ha dez anos na £rea de infbrmStica,
tendo desempenhado fungoes de anafise,
programacao e, principalmente, treinamento
em institutes como o SENAC e PUC/PJ, onde
leciona ha seis anos. Atualmente £ Gerente
T&cnico da Qualify tnformatica Ltda.
3BTOOS DE
VAG30AVEQ3
Como toda linguagem,
o Object Pascal tern um
conjunto de tipos de
0tM£&0. ,-•'' >^-t
Tarn 81*
.." -\:.: ■.',.;; J 0y£:'f-\ j% .J: s;:|^^V;:f;::'-J; : ^^8§;:v.^^ ; :
WMB&^-" : '^^
i^m^T
-126 £127
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■#Mf--M3£&*2M%JmM? ' ' '-H' ^''i?'i*,-,
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^a)$e;iJfDi-; f v^,;; - ; -si ;."" ■;. ; . v -' '«■■* ^'"t^,^.
i#&v ; '^s^\,»'
'■■■ »f' ;'..
Arma2enI^frabob«A^dl!^ l ' s * ,, /^ i,:K ~ /, '" ; ^ A '§,'*
Ruaf :
": ■: 6 '"V
M§M^MiMyS^&^WS^SSi^^
Double
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5«tq-»«*a : ',17.x10»»:. -;=^.;- -"._■: : \ : ;;\I^^. i : }.
Siring
tcaracilrs,:;
^'"^^^'^ : ^^!*S?^ryii^^W^Ki H : ^??i*^^:*^ ;!■- ^^'r^'.:'^:^'/^ S"^^ Zi&'^- '■■
Coluna do Laercio
Como montar seu
proprw PC
Laercio Vasconcelos
OS ERROS MAIS COMUNS
Se voce nao 6 urn sujeito azarado e se seguir
a risca as instrucOes dadas, certamente nao tera
nenhum problema na montagem, assim como
ocorreu com a maioriadas pessoas quemontaram
seus computadores baseados em meu livro. Mas
apesar das informacoes fomecidas para montar
seu computador estarem certas, e possivel que
voce encontre alguns problemas, principalmente
relativos a erros de estrapeamento ou conexOes
de cabos. Apesar de ser muito raro, i ate mesmo
possivel que alguma das placas esteja defeituosa.
Vejamos a seguir alguns desses problemas mais
comuns. Veja bem que aqui estao explicados
problemas de montagens que nao dao certo.
Este roteiro nao deve ser usado para
computadores que funcionavam bem e pararam
de funcionar, o que caracteriza um problema de
manutencao. Sao abordadas aqui apenas algumas
causas que levam um computador nao funcionar
ap6s a sua montagem. Aqui vao os principals
problemas:
CMOS CHECKSUM ERROR v
V
\
Ocorre quando a bateria que alimenta o chip
CMOS, que mant^m os dados do SETUP, esta
descarregada. £. necessario deixar o computador
ligado por algumas horas para que essa bateria
recebacargaparaalimentarochipCMOS durante
os periodos em que o computador esta desligado.
Verifique tambem se sua placa de CPU possui
um strap que habilita o funcionamento e a
recarga da bateria interna.
IMPROPER DISPLAY SWITCH OU
DISPLAY TYPE MISMATCH
Ocorre quando o strap indicado na placa
de CPU com o nome de display select, ou
display type ou monitor type esta configurado
de forma errada. Esse strap deve ser
configurado naposicao COLOR, caso a placa
de vfdeo instalada seja do tipo VGA, SUPER
VGA, EGA ou CGA. Caso a placa de video
seja do tipo HERCULES, esse strap deve ser
colocado na posicao MONO. Esse
estrapeamento nao tern nenhumarelacao com
o fato do monitor ser colorido ou nao. Esta"
relacionado apenas com a placa de vfdeo.
HDD CONTROLLER FAILURE
Esta e a mensagem genenca que aparece
quando o disco rigido, por alguma razao, nao
pode funcionar. As razoes mais comuns sao:
- SETUP errado, no que diz respeito ao
Winchester.
- Cabo flat do Winchester conectado de forma
invertida, ou mal encaixado.
- Winchester cstrapeado de forma errada.
Deve ser consultado o manual do Winchester
para estraped-lo corretamente. Esse tipo de
erro normal-mente nao acontece quando o
disco rigido 6 novo, pois normalmente j£
vem da fabrica estrapeado corretamente.
- Placa controladora IDEPLUS estrapeada de
forma errada. Possivelmente a interface de
Winchester esta desabilitada. Deve ser
PUT, I
t MMp^^"^®. $§" -i
Hi^^ttg^nj
l '-'. "j^s^w-y^y'^" \
l^-^-^J^^^^ISr^i
|-^-^^2^;:^^|
ligHI
! ^ >:.- i+v&n*. ^r:-Ti:::-£;v:i
l^is^^i^\d
t^H|||Siill;;:||Suu
[■ ■ ' ;-^-:'-.-4:-->..,--^ -.■:■. .:■'::,
t/':--::";/:--£:^
^Esatw^Ea^^^^ES^^tf
procurado o strap com a indicacao HDD
CONTROLLERENABLED/DISABLED.
Esse strap deve ser colocado na posicao
ENABLED. Normalmente este tipo de
problema nao ocorre, pois as placas
IDEPLUS ja vem de fabrica com a
interface de disco rfgido habilitada.
- Cabo de alimentacao do disco rlgido
mal conectado.
- Disco rfgido ou placa IDEPLUS
danificada. Esse erro e muito raro, mas
pode ocorrer, principalmente se nao foi
tornado cuidado com a eletricidade
estatica. Deve-se ligar o disco rfgido em
outro computador para checar se esta
funcionando. E claro que nesse caso,
deve ser alterado o SETUP desse outro
computador, indicandoas caracterfsticas
do disco rfgido em teste. Depois disso, o
Winchester pode ser retirado e a placa
controladora pode ser testada neste outro
computador. Nesse caso 6 melhor torcer
para que o defeito esteja na placa, e nao
no Winchester.
FDD CONTROLLER FAILURE
Significa "falha na controladora de
drives", que fica localizada na placa
IDEPLUS. Esse problema pode ser
causado pelos mesmos motivos citados
no item anterior. Deve ser checado o
SETUP, no que diz respeito aos drives,
os cabos flat dos drives, os cabos de
alimentacao, os straps que habilitam a
interface de drives.
ALTO-FALANTE EMITINDO
SONS CONST ANTEMENTE E
TELA APAGADA
Em certos tipos de erro, muito serios,
o BIOS nao consegue usar o video para
colocar mensagens de erro. Nesse caso a
unica forma de avisar o usuano sobre o
problema e atrav6s do alto-falante.
Normalmente sera encon trada no manual
da placa de CPU umatabelaque descreve
o significado de cada seqiiencia de
BEEPS emitidapeloalto-falante. Quando
isso ocorre, € possfvel que a placa de
CPU ou a placa de video esteja danificada.
E tambem possfvel que exista alguma
configuracao errada na mem6ria ou em
algum strap da placa de CPU ou de
video. E possfvel tambem que o problema
esteja em outra parte. Alguns dos erros
mais comuns apontados pelo alto-falante
sao:
Problemas na mem6ria. Ocorre por
varias razoes diferentes. Uma delas 6 a
ausencia de mem6ria, ou o uso de chips
de mem6ria inadcquados. Deve ser
checado se a placa de CPU possui algum
estrapeamento relacionado com as
mem6rias, e se este estrapeamento esta
correto. Deve tamb6m ser checado no
manual da placa de CPU, na tabela que
descreve as configuracoes de mem6ria,
se a mem6ria esta corretamente
instalada. Pode ainda existir a
possibilidade de urn ou mais m6dulos
de mem6ria estarem defeituosos ou mal
conectados. Retire todos os mbdulos de
membria e encaixe-os novamente. Se
depois disso passarem a funcionar,
significa que algum deles estava mal
conectado. Se mesmo assim nao
funcionar, voce devera contactar o
fornecedor. Esta 6 uma situafEo que
mostra como 6 importante comprar todo
o material em urn unico fornecedor.
Tambem podem ocorrer BEEPS quando
existe problema com algum dos chips
que formam a mem6ria CACHE. Tente
entSo desabilitar o mem6ria CACHE
atraves do SETUP. Se depois disso o
computadorpassarafuncionar.conclui-
se que a mem6ria CACHE esta com
problemas. Voc6 devera entao contactar
o fornecedor para que seja feita a troca
da placa de CPU ou a instalacao de
novos CHIPS de mem6ria CACHE.
Problemas na placa de vfdeo. Deve
ser checado o estrapeamento da placa de
vfdeo. Outra opcao mais pratica 6
contactar o fornecedor das placas.
TELA TOTALMENTE APAGADA
E ALTO-FALANTE SEM EMITIR
SONS
E muito importante conectar o alto-
falante, pois em caso de erros 6 a unica
forma que o computador tern de indicar
o problema ao usuano. Quando o alto-
falante esta conectado e o computador
fica totalmenteapagado,sememitir sons,
significa que o problema 6 tao serio que
nem o microprocessador consegue
funcionar. Esse problema pode ser
causado em alguns casos por uma
inversao no cabo flat do Winchester ou
do drive. Pode ser que a fonte de
alimentacao esteja defeituosa. Pode ser
tambem causado por uma placa de CPU
defeituosa. Nesse caso o computador
deve ser totalmente desmontado c
remontado apenas com a placa de CPU
no gabinete, conectada na fonte de
alimentacao e no alto-falante. Se o
computador continuar inativo, sem emitir
nenhum som no alto-falante, significa
que a placa de CPU tern grande chance
de estar danificada. Se o alto-falante
passar entao a emitir BEEPS, e urn bom
sinal. Liga-se entao a placa de video e o
monitor. Se a tela continuar apagada e o
alto-falanteemitindoBEEPS,oproblema
pode ser urn dos descritos no item
anterior. A montagem deve ser refeita
aos poucos, sempre desligando o
computador, conectando urn novo
mddulo e ligando para testar. Sugere-se
a seguinte seqiiencia:
1) Placa de CPU + fonte + alto-falante
2) Placa de vfdeo + monitor
3) Teclado
4) Placa IDEPLUS
5) Drives, devidamente ligados na fonte
e na IDEPLUS
6) Disco rfgido
7) LigacOes do painel
Problemas diversos na placa de CPU.
Sao problemas de mal funcionamento
dos circuitos da placa de CPU. A solugao
& contactar o fornecedor das placas.
Caso o problema continue nessa nova
tentativa de montagem, deve ser
contactado o fornecedor. Nao esque^a
de sempre desligar o computador antes
realizar qualquer alteracao. Espero que
ninguem esqueca dessa regra, apesar de
Ctiluna do Laercio/Como montar %eu propHd PC \ '. .-. . . . . •
ser lembrada a todo instante ao longo do
livro.
INSTALANDO MEM6RIAS SIMM
Os m6dulos de mem6ria SIMM
possuem um formato tal que s6 podem
ser encaixados em uma posigao. Seu
soquete impede que seja feito o encaixe
na posicao invertida (ver figura44). Para
encaixar um m6dulo SIMM, primeiro
posiciona-se o mesmo sobre seu soquete,
verificando a orientacao correta. O
mddulo deve estar posicionado de forma
ligeiramente inclinada. Feito isto,
posiciona-se o mddulo na vertical at6
que as travas do soquete estejam
prendendo o m6dulo.
A mesma tecnica se emprega tanto
aos m6dulos SIMM de 30 pinos como
aos m6dulos SIMM de 72 pinos.
Entretanto, em qualquer um dos casos,
verifique qual 6 o "lado" correto antes de
realizar o encaixe. Observe que na figura
44, o m6dulo 6 inclinado com os chips
voltados para cima. Em alguns casos,
para que o encaixe seja feito
corretamente, pode ser precise inclinar o
mddulo com os chips voltados parabaixo.
Existem at6 mesmo m6dulos com chips
nas duas faces. A regra geral 6 posicionar
o m6dulo de forma inclinada antes de
trava-lo no seu soquete. Se voce
conseguiu posiciona-lo, significa que o
encaixe esta correto, pois esses m6dulos
possuem um formato tal que impede seu
posicionamento de forma invertida.
Colocar um mddulo de mem6ria em
seu lugar 6 uma questao relativamente
simples. Uma questao mais dificil e*: Que
tipo dc m6dulo deve ser usado, onde
deve ser encaixado e que tipo de
estrapeamento precisa ser feito na placa
de CPU . Voce encontrara essas instrucocs
no manual dasuaplacade CPU. A melhor
coisa a fazer 6 realmente pedir ao seu
fornecedor que entregue a placa de CPU
com as mem6rias ja instaladas.
CONECTANDO A CHAVE DE
LIGA-DESLIGA
Muitas vezes a chave liga-desliga
existente no painel frontal do gabinete j&
vem devidamente coneclada na fonte de
alimentacao. Entretanto, 6 possivel que
voce receba o gabinete sem esta conexao
feita. Voce encontrara em uma etiqueta
colada na fonte de alimentacao, as
instrucoes para fazer esta ligacao. A
chave liga-desliga possui 4 contatos na
sua parte traseira. A figura 45 mostra
uma chave vista de frente e traz tamb6m
indicado o seu diagrama el6trico. Mostra
tambem a extremidade do fio que sai da
fonte de alimentacao e deve ser ligado na
chave. Este fio normalmente 6 grosso e
de cor preta. Na sua extremidade existem
quatro fios maisfinos, de cores diferentes.
Na extremidade de cada um desses 4 fios
existe um conector metalico. Esses
conectores sao usados para a fixagao nos
contatos existentes na parte traseira da
chave.
OftO'-^
Figura 44 - encaixnndo um modulo de
memdria SIMM
Figura 45 - chave liga-desliga e seu
diagrama eliirico
Quando a chave 6 ligada, o que ocorre
sao duas ligacOes eletticas:
A 6 ligado com B
C 6 ligado com D
As instrucoes para a ligacao dos fios
na parte traseira desta chave mostram
uma especie de diagrama etetrico e as
cores dos fios a serem conectados. A
figura 46 mostra exemplos de instrucoes
de ligacoes na chave. Nao siga essas
instrucoes ao p6 da letra. Voce devera
usar a figura 46 apenas como exemplo.
As conexoes verdadeiras devem ser as
cxplicadas na etiqueta existente na sua
fonte de alimentacao.
-HAT*
Q .{]«'5p|j
jtfflflS:
pdnwj
^&.W&+- i -r«S
■WBtnSf'
Figura 46 - exemplos de instrucoes para
conexao da chave liga-desliga
Para facilitar, colocamos na figura 46
as letras A, B, C e D, para que voce possa
tomar como referenda as mesmas letras
A, B, C e D mostradas na figura 45.
INSTALANDO UM DISCO RIGIDO
IDE COM MAIS DE "540 MB"
Nas explicates que se seguem,
falaremos sobre MB e "MB". Desde os
prim6rdios da informatica, 1
MEGABYTE sempre foi igual a
1024x1024, ou seja, 1.048.576. Portanto,
1 MB 6 um pouco mais que um milhao de
bytes. Atualmente parece que os
fabricantes de Winchesters nao sabem
mais o que significa 1 MB. Tern
confundido 1 MB com 1 milhao de bytes.
Por exemplo, discos com 124 MB, que
tern exatamente 124x1024x1024 -
130.023.424, tern sido anunciados como
"130 MB". Nas cxplicacoes que se
seguem, toda vez que usarmos aspas,
estaremos nos referindo a capacidade
medida em milhOes de bytes. Por
exemplo, 504 MB, que 6 exatamente
igual a 528.482.304 bytes, pode ser
tamb6m escrito como "528 MB".
Existem algumas modificacoes no
modo de instalacao de discos IDE com
mais de 504 MB (528.482.304 bytes).
Discos com at6 esta capacidade, e
tamb6m os que sao anunciados com "540
MB", que na verdade tern cerca de 540
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Coluna do Laercio / Como montarseu proprio PC
milhdes de bytes, podem ser instalados
da forma explicada ate" aqui. Ou seja,
defina seus parametros no SETUP, use a
seguir os programas FDISK e FORMAT.
Entretanto, voce dever£proceder de outra
forma com discos com capacidades
maiores, como os modelos de "720 MB",
"1080 MB", "1250 MB" e "1700 MB".
O problema todo e que o MS-DOS s6 6
capaz de reconhecer discos com no
maximo:
1024 cilindros, 16 cabecas, 63 setores
Urn disco com essas caracteristicas
possui exatamente os 528.482.304 bytes
ja citados. Para ultrapassar o limite de
504 MB, os fabricantes de Winchesters
criaram programas que alteram o
modo de controle de disco rigido
usado pelo MS-DOS. Ao comprar
um disco rigido com "540 MB",
muitas vezes 6 entregue um
disquete com este software. Alguns
fabricantes nao fornecem este
software para discos de "540 MB",
pois consideram que a diferenga 6
muito pequena para "528 MB". Ja
os modelos de capacidades mais
elevadas sSo sempre
acompanhados de um disquete com
este software. Ao instalar um disco
desta forma, devemos seguir as instructs
encontradas no manual do disco rigido.
Normalmente procedemos da seguinte
forma:
1) No SETUP, deixamos o disco rigido
como NOT INSTALLED
2) Nao usamos os programas
FDISK nem FORMAT
3) Usamos o software fornecido
com o Winchester
Este software faz sozinho
todas as etapas da instalacao.
Realiza o SETUP, faz a particao
(que seria o trabalho do FDISK)
e a formatacao I6gica (que seria
o trabalho do FORMAT). Na
que isto seja possivel, sera preci-so um
disquete com o BOOT.
Vamos agora dar um exemplo de
instalacao de um disco desta forma. O
software que exemplificamos € o EZ-
DRI VE, que 6 fornecido juntamente com
os Winchesters modelos ST3780A ("720
MB") e ST31220A ("1080 MB"),
fabricados pela SEAGATE.
Inicialmente devemos colocar o disco
rigido declarado no SETUP como "NOT
INSTALLED". O restante do SETUP €
feito da mesma forma ja explicada.
Executamos o BOOT com um disquete e
a seguir usamos o programa EZ-DRI VE.
£ apresentada uma tela como a da figura
47.
Figura 47 - tela initial do EZ-DRIVE
Depois de teclar ENTER, o EZ-
DRIVE checara quais sao os modelos de
discos rfgidos instalados no computador.
Na figura 48, podemos observar que foi
detectado o ST31220A.
formatacao 16gica esta incluida a Figura 48 - detectadoo ST31220A,
gravacao do BOOT e do MS-DOS. Para "1080 MB"
com
Usamos entao a opcao "Fully
Automatic Installation". O EZ-DRIVE
preenchera os parametros do SETUP,
fara o trabalho do FDISK (criar a tabela
de particoes) e do FORMAT (criacao do
setor dc BOOT, gravacao dos arquivos
de BOOT, criacao da FAT e do diret6rio
raiz). Para gravar o setor de BOOT e os
arquivos utilizados pelo BOOT, o EZ-
DRIVE precisara ler o disquete por onde
foi executado o BOOT. Depois de
lerminado, ser£ mostrada a tela da figura
49, Devemos entao retirar os disquetes e
usar a op^ao "Reboot Your System".
E importante lembrar que antes de
usar o EZ-DRIVE (ou qualquer outro
programa similar) voce precisara
executar um BOOT atrav6s de um
disquete. A versao do MS-DOS
existente neste disquete devera
ser igual ou mais antiga que a
versao definitiva do MS-DOS que
voc£ pretende instalar. Por
exemplo, se voc6 executou o
BOOT com o MS-DOS 6.20, voce
podera instalar posteriormente o
MS-DOS 6.22, mas nao podera
instalar o MS-DOS 6.0. Esta
restricao nao esta relacionada com
o EZ-DRIVE, esim, com o pr6prio
programa de instalacao do MS-
DOS , que se recusa a instalar uma versao
mais antiga que uma ja existente no
disco rigido.
Muito curiosa € a bagunca que o EZ-
DRIVE faz no SETUP. Ao final da
instalagao deste disco, constavam no
SETUP os parametros:
1024 cilindros 15 cabegas
17 setores 128 MB
Entretanto,apesardo SETUP
estarindicandoum disco de 128
MB, este disco na verdade esta
operando corretamente com
1017 MB (ou cerca de "1080
MB"). O interessante 6 que ao
usarmos o utilitario MSD (que
acompanha o MS-DOS), o drive
C 6 reportado como tendo:
523 cilindros 64 cabegas 63 setores
1017 MB
I ■ !
mmmjM
Coluna do Laereip/Como montar seu proprio PC
O mais interessante 6que se alterarmos
os parametros do disco rigido no SETUP,
como
306 cilindros 4 cabecas 17 setores 10MB
o disco continuaoperando com 1017
MB. O que ocorre 6 que os parametros
declarados no SETUP sao usados
apenas antes da leitura do setor de
BOOT. Ap6s esta leitura, entra em
acao urn pequeno BOOT especial que
foi gravado pelo EZ-DRIVE. Este
BOOT especial faz, entre outras coisas,
a alteracao dos parametros do disco
rigido para que seja acessada a total
capacidade do disco, alem de carregar
na mem6ria urn m6dulo que realiza o
seu acesso. S6 depots da carga deste
mddulo 6 que sao lidos os arquivos de
BOOT do MS-DOS.
Talvez o seu disco rfgido nao seja
acompanhado do EZ-DRIVE, mas
provavelmente sera acompanhado de
oulro software similar.
Esses programas funcionam muito
bem, mas na minha opiniao e" algo
muito confuso. Isto faz lembrar os
tempos do MS-DOS 3.3, quando a
maxima capacidade que um drive
poderia ter era 32 MB. Para usar
discos de 40 MB era preciso di vidi-lo
em duas partes (atraves do FDISK) e
depois junta-las por software atraves
de um velho utilitario do MS-DOS
chamado JOIN. Atualmente o MS-
DOS tern o problema do limite
maximo de 504 MB para discos IDE,
mas cerlamentc em versoes futuras
esle limite sera aumentado, c nao
serd mais necessario usar programas
como o EZ-DRIVE. Por exemplo, o
sistema operacional OS/2 WARP nao
precisa de programas como o EZ-
DRIVE.
Sc o seu disco possui "540 MB", nao
vale a pena usar o EZ-DRIVE. Voce
pode definir os parametros no SETUP
como 1024 cilindros, 16 cabecas e 63
setores (504 MB = "528 MB) e usar o
FDISK e o FORMAT como explicamos
anteriormente. Com isso voce perdera
apenas cerca de 12 MB (cerca de 2,2%
da capacidade total do disco). Em
compensacao, nao precisarA conviver
com programas estranhos como o EZ-
DRIVE. Se voce optou por nao usar o
EZ-DRIVE, nao use a opcao AUTO
DETECT HARD DISK existente no
SETUP, pois os parametros detectados
correspondem ao uso de "540 MB".
Por exemplo, o Winchester ST3660A,
fabricado pela SEAGATE, pode utilizar
dois conjuntos de parametros:
CHKDSK
Mbytes
Cyl
Heads
Sectors
per track
CMOS (Setup)
Mbytes
544.8
1057
16
63
520
527.6
1024
16
63
504
Quando usamos o AUTODETECT
HARD DISK, o ST3660A reporta o
primeiro conjunto de parametros da
tabela acima. Para usar este conjunto de
parametros sera preciso utilizar o EZ-
DRIVE.
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litular: Dagoberto L. Dias - Remeter comprovante do deposito, via Correios ou Fax.
Descolando um super
em SimCity 2000
TESTE DE INTERFACE
DESCOLE UM SUPER
$CAKA$ EM SIMCITY 200
Para quem nao curte nem um pouco a
curta grana que o SimCity 2000 oferece,
uma trapaca veio em boa hora, e como
neste jogo nao 6 possfvel utilizar os
artiffcios politicos, apele para o Capitao
Pascal, o protetor dos usu£rios
desesperados,
UM POUCO DE PASCAL.
Um diadesses, comecei amequestionar
se era possivel aumentar o dinheiro neste
santificado jogo, pois por mais que eu
tenha jogado, nunca ultrapassei a modesta
quantia de $1,000,000,000 (para falar a
verdade nunca cheguei nesta quantia, e
duvido que alguem tenha chegado).
Foi assim que comecei a examinar o
jogo e percebi que para armazenar a
quantidade de dinheiro seria necessano
um tipo de variA vel que pudesse armazenar
valores positivos e negativos, e tamb6m
valores bem acima de $1,000,000 (Esse
eu j£ ultrapassei).
Analisando os tipos de variaveis
disponfveis no Borland Pascal, cheguei a
conclusao de que o tipo Longlnt (Valores
entre -2,147,483,648 a 2,147,483,647)
seria o mais apropriado para armazenar o
dinheiro no SimCity, pois atendia a lodas
as caracteristicas necessarias.
Tendo estas informafoes em maos,
bastaria descobrir um modo de alterar
este valor no arquivo SC.EXE. Mas,
algu6m poderia perguntarpor que nSo no
arquivo .SC2. A resposia 6 bem simples:
apliquei quase todos os tipos de algoritmos
de busca neste arquivo e nao encontrei
nada que se parecesse com a quantia em
dinheiro. Possivelmente os programadores
aplicaram algum tipo de encriptacao nesta
informacao, ou, algum processo de
eompactacao, tornando praticamente
impossfvel encontrar tal valor.
Entao ja que eu teria que procurar um
valor Longlnt (4 Bytes) dentro de um
arquivo de 1,046,112 Bytes (1,046,109
tentativas), achei que usar algum tipo de
debugador de arquivo nao seria a solucao
apropriada (pelo menos nao conheco
nenhum que faca tal servico).Sendo assim
desenvolvi um pequeno programa
(PROCURA.PAS) que segue o seguinte
algoritmo para encontrar o valor 20.000
(Quantidade inicial de dinheiro no modo
Easy) dentro do arquivo SC.EXE:
SHORTINT
INTEGER
LONGINT
BYTE
WORD
-128..I27
8 BITS
-32768„32767
16 BITS
-2147483648..2147483647
32 BITS
0..255
8 BITS
0..65535
16 BITS
Os tipos de variaveis numerical inteiras do Pascal
1 - Abre o arquivo.
2 - Carrega 4 Bytes do arquivo em uma
variavel Longlnt.
3 - Verifica se o Valor Carregado = 20.000
3 - Se for igual apresenta op^ao para
alterar o valor.
4 - Posiciona o ponteiro do arquivo 1 byte
ap6s a ultima leitura.
5 - Caso ainda nao seja fim de arquivo,
volta ao procedimento 2.
6 - Fecha o arquivo.
Este programinha realmente pode
trazer grandes resultados, pois ao executa-
lo pude obter os seguintes enderecos onde
possivelmente estaria o valor desejado:
601193, 601198, 672030, 672780,
695659, 695664, 708181, 789151,
791239.
Agora faltava muito pouco para ter 2
bilhoes de d61ares em minhacidade. Como
eram muitos enderecos para alterar e era
extremamente possivel que apenas um
fosse o correto, resolvi utilizar a "mais
moderna tecnica de sele^ao": tentativa e
erro. Tudo bem que esta tecnica nao seja
fruto da mais alta tecnologia, mas f unciona
perfeitamente bem.
Para saber qual destes enderecos
realmente seria o prSmio por horas e mais
horas de dedicagao (na verdade nao se
passaram nem 50 minutos), desenvolvi
um outro programa, agora mais objetivo,
que simplesmente alterava um endereco
po arquivo (execute o programa
PROCURA e ver£ que este segundo
programa realmente € necessario, pois
nenhum jogador que se preze teria
pacienciaparaesperarmaisde lOminutos
de processamento para encontrar urn
endereco de arquivo).
Comecei tirando uma copia do arquivo
SC.EXE(precaucao6semprebom),alterei
o primeiro endere9o da lista, o que nao
funcionou . Entao restaurei a copiae passei
para o segundo, que nao funcionou
novamente. Repeti o processo at6 chegar
no endereco 672780 (o quarto), e neste
ponto os outros enderecos nao eram mais
nada alem de numeros, pois enfim o
objetivo havia sido alcancado.
O QUE INTERESSA MESMO.
Quando voce quiser alterar a
quantidade de dinheiro no SimCity 2000
execute o programa DINHEIRO e digite
um valor dentro da faixa. Agora a copia
do arquivo EXE ja nao 6 necessaria, pois
quando vocS quiser restaurar o valor
20.000 basta executar novamente o
programa DINHEIRO e digitar 20000.
PARA OS PROGRAMADORES.
O programa PROCURA foi publicado
simplesmente para ilustrar o processo de
trapaca em alguns jogos, nao sendo
necessario no processo final. Ele foi
construido de forma a facilitar a sua
adaptacao para outros jogos, sendo que
para modificA-lo basta mudar a constante
Valor_a_Procurar, o tipo das variaveis
Valor e Novo_Valor (caso necessario), e
tambem o nome do arquivo (no comando
Assign). O resto do programa se adapta
sozinho.
Futuramente espero poder ilustrar
outras formas de aumentar a diversao nos
jogos de PC, mas por enquanto 6 s6.
ESTABELECENDO CONTATO
Forneco abaixo o meu endereco para
alguem que queira se corresponder para
troca de programas ou iddias:
Rua Azallias, N 9 358 Parque dos
Pinheiros - Hortolandia - SP CEP
13.184-590
DINHEIRO.PAS
1
y
Altera o vatdr iiifcial de dinheiro no }
jpgOiSjrncj^ 200Q. : ;: >
Prpgramadon Hamilton Rodrigo Amorim
Program Diobeirq; v :;,
^Arquivo: j^|e^
: Valor rALonglnt; { Buffer com o valor a ser gravado no arquivo }
Buffer :ArrayTi v 4] Of Byte; { Buffer de transferencia de dados }
P ot # * Byte; ,"■;■;" { Cohtador usado no laco For }
n Vi^^ jnjciaj de $Dinheiro$ no SimCity
2000'); ■...----"-,'. " ; .
■ WrifWrjC^^f '; '■■;" ;; ; J """ V ~ - ■ — ~->).
WriteLn;
, te«Cotor<2);
WriteLnf Waxjmo: 2»i47,483,647');
WriteLn;
; { Obtem o novo valor de dinheiro >
TextColor<15); v
Write( 'Qual a Quantidade de dinheiro: 0:
; :Read£ft(Vai6rAj;
{ Abre d arquivo }
AssigmArquivp/SaEXEl;
Reset(Arquivo); ,
If lOResult <> Then
Begin
TextCoibr(7+i28);
WriteLn;
WriteLn( 'Arquivo nao pode ser aberto');
V ■ ■##; . ' ; : ■ '■■■J ■ , ; ;:;B.L i- ' ■ V ■ ; ;
Else, ,
{ Poskaona 6 ponteiro do registro na posicao a ser gravado o novo valor }
Seek<Arqutvo, 672780);
{ Grava o novo valor }
For Cont^l To 4 Do Write(Arquivo,Buffen;Cont3);
{ Fecha o Arquivo }
Close(Arquivo);
End;
End.
"^Si^SBrtBS^
PROCURA.PAS
}
}
Procura urn valor no arquivo executavel. }
}
Programador: Hamilton Rodrigo Amorim }
}
■}
<$4
Program Procura;
Uses
Crt;
Const
Valor_aJ*rocurar =* 20000; { Valor para ser procurado
ho arquivo }
Var
Arquivo : File Of Byte; { Arquivo }
Valor : A Longlnt; { Buffer com o valor lido do arquivo
}
Novo_Valor : Longlnt; { Novo valor a ser gravado no
arquivo }
Buffer : Array[l..SizeOf(Valor)] Of Byte; { Buffer de
dados }
Opcao : Char; { Armazena a opcao digitada pelo
usuario }
Cont : Byte; { Contador de uso no laco For}
Sair : Boolean; { Flag usado no Loop principal }
Begin
ClrScr;
{ Valor utiliza a mesma area de memoria do Buffer }
Valor:=@Buffer;
{ Abre o arquivo }
Assign(Arquivo r 'SC.EXE');
Reset(Arquivo);
If lOResult <> Then
Begin
Write Ln( 'Arquivo nao pode ser aberto');
Halt;
End;
{ Inicia o Laco }
Sain=False;
Repeat
{ Mostra na tela a posicao que esta sendo analizada |
}
GotoXY(l,WhereY);
Write( Procurando na posicao ',RlePos(Arquivo));
{ Carrega o valor do arquivo para o Buffer }
For Cont:=l To SizeOf(Buffer) Do
Read(Arquivo,Buffer[Cont]>;
{ Posiciona o ponteiro do registro na proxima
posicao a ser lida }
Seek(Arquivo, FilePos(ArquivoHSizeOf(Buffer)-l));
{ Compara o valor carregado com o procuradq }
If Valor A =Valor_a_Procurar Then
Begin
{ Avisa que encontrou o valor }
WriteLn(#7); { Emite urn Beep }
WriteLn;
WriteLn( Valor ' r Valor_a_Procurar, ' encontrado
na posicao ' r FilePos(Arquivo)-l);
WriteLn;
{ Pergunta se o usuario quer substituir este
valor)
Write( Deseja alterar este valor (S/N): 0;
Repeat Opcao:=UpCase(ReadKey) Until Opcao
IntS'/N'];
If Opcao = 'S' Then
Begin
{ Otem o novo valor }
WriteLn;
Write( 'Qua! o novo valor: 0;
ReadLn(Novo_Valor);
Valor A :=Novo_Valor;
{ Retoma a posicao onde o valor antigo foi lido
;}
Seek(Arquivo, FilePos(Arquivo)-l);
{ Grava o novo valor }
For Cont:=l To SizeOf( Buffer) Do
Write(Arqu ivo, Buffer[Cont]);
{ Posiciona o ponteiro do registro na proxima
posicao a ser lida }
Seek(Arquivo, FilePos(ArquivoHSizeOf(Buffer>
D);
End;
WriteLn;
End;
{ Testa as condicoes para encerrar o laco }
If KeyPressed Then If ReadKey^#27 Then
Begin
WriteLn;
WriteLn;
WriteLn( Procura cancelada pelo usuario.');
Sair:=True;
End;
If FilePos(Arquivo) > (FileSize(Arquivo)-i
SizeOf(Buffer)) Then
Begin
WriteLn;
WriteLn;
WriteLn( Procura encerrada.');
Sair:=True;
End;
Until Sair;
{ Fecha o Arquivo }
Close(Arquivo);
End,
«i«^iU^.~ w .
"■tfq&ffiTfflteffitffiJ?':
.TESTE DE INTERFACE
FUNCAO PARA LIGAR COM SEU
PROGRAMA CLIPPER E TESTAR
TODAS AS PORTAS SERIAIS E
PARALELAS.
Voce ja se viu numa situagao em que
se tern uma impressora ligada numa
porta serial e o seu aplicativo tao bem
escrito perde a tela porque quando voce
enviou os comandos de impressao via
SET ALTERNATE TO para a COM 1, a
impressora nao estava ligada ou
nSoestava em linha? Todos nds que
programamos em Clipper sabemos que
ISPRINTER () funciona desde que a
impressora esteja na LPT1 . Se queremos
testar qualquer outra porta, nao temos
como fazer isto. Bom, nao tinhamos,
pois a fun?ao F_TPRINT veio para
remediar esta situacao.
AI6m de bem pequena (o arquivo
objeto tern apenas 478 bytes), a funcao
F_TPRINT demonstra tambdm como
fazer a interface entre o CLIPPER e
m6dulos escritos em linguagem
ASSEMBLER.
A rotina se utiliza de chamadas ao
BIOS da INT 1 4h para as COMs e da INT
17h para as LTPs. O c6digo fonte da
rotina esta carregado de comentarios.
Nao tcm nada de genial mas tern tudo
para ser util, poius a mesma j£ me salvou
de alguns apertos. Da mesma forma,
espero que ela possa ser compilada c
usada com sucesso em seus prdprios
programas.
Mhrio de Oliveira Lobo Neto programa em
Assembler, C/C++, Clipper e Visual C.
;RJPRiNT,ASM - rotina que testa as portas paralelas e
seriais
; para ser usada em programas CUPPER (SUMMER
ao5.2)
Compilar com o MASM 5.1 ou superior para obter o o
arqufvo OBJ
Para utilizar a tuncao, basta usa^a dentro do<s) seu(s)
PRG(s)
e informar ao RTUNK para ligar F TPRINT.OBJ ao
executavel final.
ex: >RTUNK file M0DULOl,M0DUL02,F_TPRINT
Valor retomado: string com as portas ativas e prontas
exempjo: TESTEPRG
Portas__ativas = " *
Portas_ativas = fJprintQ [bu f_tprint(l)]
rfCOMl"$Protas^ativas
? "COM1 pronta."
else
ehdrf
»» l^nocx)digoumaobservacaosobreoparametro
««
jConforme exigencia do CUPPER
;para que possa ser acessada
.MODEL LARGE
PAGE 62,130
PUBUC FJTPRINT
por todos
dgroup GROUP dados ;agruparnossos dados com
os do CUPPER
EXTRN _RETC:FAR ;Funcoes extemas de interface
EXTRN _J>ARINFO:FAR ;como CUPPER
LPTOK EQU 90h jretomodePARALELAPRONTA
INTOK EQU 60h -retomo de SERIAL PRONTA
;Nossos dados- — — — .
dados SEGMENT PUBUC DATA'
COMS DB "C0M1C0M2C0M3C0M4"
LPTS DB "LPT1LPT2U 3 T3"
PORTAS. DB 40dup(0) ;stiingcoma
resposta
;parao CUPPER
|pii
I
Hi
MODOK DB
dados ENDS
;Codlgo da fUncao — —
20h
codigo SEGMENTCODE'
ASSUME cs:codigo, ds:dgroup
FJPRINT PROC FAR
push bp ; Salva todos os registradores
mov bp,sp
push ds
push es
push si
push di
mov ax^DGROUP
mov ds,ax
mov es.ax
mov MODOK,20h
;testa apenas o bit 5
;Data Set Ready do modem
;Testa se foi passado algum parametro para
FJPRINT
XOR AX,AX ;Como algumas impressOras
PUSH AX ;seriais utillzam tamberh
: o ■■'
CALL _PARINFO ;bit 4 - Clear to Send do
modem,
ADD SP,2 ;basta passar qualquer
parametro
;para FJTPRINT para que ela
teste
or ax,ax ,*tambem este sinal.
jz M0V2
mov M0D0K,30h
M0V2:
xor .ax, ax ;limpaostrirgderetorno
mov di.offeet PORTAS ;casb a tuncao
jatenhasido
push di ;chamada
mov cx,20
rep stosw
pop di
mov cx,4 flamanho da string de
cada porta
; acessar seg de dados
• ■■■? mcv dx,0 v ^^ , .V' : 'V■Jcdmec^.0el*.GOMl■'
mow si p ofrseiCOMS h ^OM^l^COM^^;
Proxima^com: _ - v .; : : * •■';';■■";' >^> :'■■:■ .-:J:
'"',' push .■ ..ex '- vv "■'" ':'V v •■'-■" ■ ; ;£ > .- .;:•--;• ^'.H^
moy ah,3 ;Peteb;status da Interface
i4n ■"- -; : / = \. : -r /'■' : .:^-- './,-.; ; ; ::■■■■ ,3
ah.lNTOK bistros de Shift/
int
test
Hold
jnz
a interface
sinais
Testa_rrKxiem yyTitttef-'&.siwt
jestaprorrta: teste os
si,4
add
retomo,
jmp
DB
TestajTKKtem:
test al,MODOK
jnz
add
retomo
jmp
COrvLOK:
rep
;dorriodem r
ihaopronta;
;Exeluir COIS/r testada do
Pulajcom ;proxima porta.
Dlgiart Sistemas Ubrary (Cr,0
COMJ3K
si,4
Pula_com
movsb
Pula_com:
pop
string.
inc
emp
jb
mcv
mcv
Proximajpt
ex
dx
dx,4
Proxima_.com
dx,0
si.offsetLPTS
;DSR/CTS ativos ?
;Sim
;Nao,excluirCOMdo
;passara "COMx* para
;a string deretorno.
F Testaura o tamanho da
;proxima porta COM
ya testei a ultima ?
;ainda nao.
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postais. Tel./Fax: (021) 571-5903
^■^J'^WsK:
I' -q( /■■''■'" ■■''.■:
. ■ ■■ ■
■■-■'hj(vw~ : .
ah,2
;Para uma LPT estar
pronta, ■
int 17h
;os sinais de NOT BUSY(bit
:?Mj*'::^:\--.
;eSELECTED(bit4)
precisarn
jestar ativos.
emp
ah.LPTOK
^ jz LPTJ5K
;Sinais ativos.LPT pronta.
; :, add
si,4
;nao pronta.excluir do
retornd.
■
Jmp
Pulajpt
ILPTjOK:
rep
movsb
lincluir no retomo.
Pulajpt
pop
ex
;restaura tamanho
mc
dx
;proxfmaLPT
emp
dx,3
;foi a ultima?
Jb
Proximajpt
;ainda hao
mov ax,offsetPORTAS ;Retomar ao clipper,
PUSH
DS
jponteiro para a string
PUSH
AX
;com as portas ativas.
call
_RETC
ADD
SP,4
"
pop di
pop
si
;Restaura os registradores
pop es
pop ds
pop bp
retf
F_TPRINT ENDP
codigo ENDS
;bye,bye
r,,., .. , . 1, - |,, . , - 1 .
PREC0S
(vdlidos at* a proxlma edlfio de Micro Siatema*)
Int. a Informatica MS-DOS ate 6.2
Windows 3.1
Paint Brush dos 8 aos 80 anos
Word 6.0 para Windows
Excel 5.0 para Windows
Programacao em Visual Basic
WordStar 5.0/6.0
Lotus 1-2-3
Quatro Pro 3.0
dBase III Plus Interativo
Programacao em bBase III Plus
Programacao em Clipper 5. Ox - Basico
RS
38,00
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27,00
44,00
45,00
44,00
27,00
27,00
27,00
27,00
27,00
35,00
Nome:
Enderego:
Cidade: UF: CEP:
Assinatura: Tel.
^HSjlSWl^^^W,^
^ iff. 1 j^t™tt¥ fl }S™$? 11 Wi '.-i -,
..i.iii.iijimi*i« , » | i , ] | .i
=3
Dkm Internet pamOSA
J8EST$2 fSS^Sf e de f rac0S/2:
simultaneas do Web Explo^AsIl nln!! ' Antonio Carlos Pina
varies sites ao mesrnotemnn ™ , '- ?° de " Se Ver aPina@infolink.com.br
mesmo tem^ P °' ° U Ver Vanos links ao S V S °P * Infolink BBS
Para fazer isso, clique com o botao direito
darnouse no Web Explorer, selecione settings
opc o'S" „ Wind ° W 0anela) - Existe u ™
opgao sobre o comportamento do obieto ao
oueif *?-° ( f 9bre Um nov °' ° u assume o
cZ ,.™ rOdar L d0 >- Marque que deve sempre
cnar um novo. Pronto, toda vez que o Web
fns PO a r n e c r ia 0r t C l iC f d0 ' ele ab "^ma M^a
primeira t0talmente °esvinculada da
2)0utro truque bom envolvendo o Web Explorer e
o uso do drag&drop nas paginas:
a) Com o botao direito, se voce arrasta uma
pSgina para fora do WebExplorer, e criado um
objeto c hamad0 URL LQCATER ^ t ^ m
especial que, jogado para dentro do WebEx
b_usca automaticamente o site. E como o Add
URLs-" 133 P ° de " Se ° riar Um f0lder com essas
b) Se nesse drag voce pressionar a tecla CONTROL
esquerda, ao inves de criar um objeto URL voce tera
apgna HTML geratriz. Como se usasse o RLE
Velocidades do Modem :
Muita gente se confunde com a as velocidades de
confjguracao de modens. Muitos programas de
comunicaQao nao apresentam a velocidade de
14400 per isso qua! os equivaJentes das
velocidades? Basta ver a tabela abaixo :
Velocidade no Programa Equlvalente do Modem
2400 bps
4800 bps
9600 bps
19200 bps
38400 bps
2400 bps
4800 bps
9600 bps
14400 bps
28800 bps
Adlclonando Enfase num Relatdrlo Access 2.0/
95, em Access Basic :
Algumas vezes voce quer realgar um valor contido
numa linha de um relatorio, exemplo valores negativos
em vermelho. Se voce tern uma Impressora colorida
e quer implementar uma rotlna em Access Basic
cotoque no evento format da secao detail, o seguinte
c) Qualquer figura dentro da pagina pode ser capturada
com o botao direito e jogada em um folder especTfico
ou mesmo no Desktop; v^w
d) Arrastar qualquer pagina HTML para dentro do
WebEx, faz a pag.na ser interpretada e apresentada;
If [txtValue] < then
[txtValue].ForeColor=255
Else
[txtValue]. ForeColor=0
End IF
Salvador Brumm - Consultor de InformMica
Artigo
A /ill/I A. A\!
(BARRAMENTO Parte II - InterrupqdM
BUS MASTERING DEVICES e
Marcelo Vianna
/nfelizmentehouveumafalhadeimpressao
nas figuras 1 e 2 no primeiro artigo da
s6rie, o que diminuiu muito a clareza das
mcsmas. Gostarfamos de pedir desculpas
pelo ocorrido e inclufmos neste artigo uma
reimpressao dcssas figuras.
Ouve outro erro na mudanca da pagina 52 para
53, faltou a palavra DADOS: ... dado que todo
c6digoexecutavel(programas),alemdosDADOS
necessarios...
Dando prosseguimento a nossa serie de artigos
sobre arquitetura, iremos agora compreender o
funcionamento de outros elementos ativos que
atuam dentro de um sistema: DMA, BUS
MASTERING DEVICES e COPROCES-
SADORES. Para a total compreensao desses
elementos 6necessario,primeiramente,tomarmos
... . . t^^^^V^^i&J
conhecimento de um conceito muito p?;^^^^^i^§|^
importante que nao esta prev isto na definigao ;:^^f^|^^^||llj
da Maquina de Turing, o conceito de l-Z^y^f^^^ 1 ']
interrupg5es. j^^:&^1tt*:&!^ ' /!
INTERRUPCOES ?-"^SKlfffifl
Como vimos anteriormente, o processador
(CPU) executa um programaacompanhando
sequential mente uma serie de instrucOes que
podem inclusive ser instrugoes de desvio
condicional. Fora deste contexto, entra o
conceito de interrupgao. Um exemplo simples
do que seria uma interrupgao na vida real 6
quando estamos ocupados com alguma tarefa
cotidiana, e o telefone toca; somos entao
obrigados a interromper temporariamente o
que estamos fazendo para "atender a esta
interrupgao" e depois retomarmos a nossa
tarefa do ponto em que foi interrompida.
Imagine agora, que os telefones nao possuam
campainha ou qualquer outro dispositivo
que indique que uma ligacao telefonica esta
pendente. Nesse caso, seriamos obrigados a,
de tempos em tempos, atendermos o telefone
para checar se algu6m esui tentando falar
conosco. Este tipo de tratamenio que nos
obrigaria a checar constantemente o estado
do nosso telefone (que seria o analogo de um
pcrifenco) 6 conhecido em computacao como
POOLING, e como vocS pode perceber nao 6
uma forma eficiente de se tratar este tipo de
evento. Outro exemplo semelhante mas,
conceitualmente, nao identico 6 quando
usamos o fomo de micro-ondas. Certamente
nao estamos interessados em esperar que
Ui 2'££!*&t£&
^•fl^V^^N^W*^''
Is'
» ^tas^r.!.*
fgssmxm
ws*-T. ,r *. v .:,-i
m jgg> *'»Mgy^^^
tz
■:ir;'
este "periferico" termine sua operagao
para retomarmos nossas atividades, por
isso os furnos de micro-ondas tambem
possuem urn dispositivo de aviso (ou
interrupgao) que indica o fim de sua
operacao.Osegundoexemplopossuidois
pontos essencialmente diferentes do
primeiro: No primeiro caso, a ligagao
telefonica e algo inesperado, podendo
acoiitecer a qualquer momento, de forma
aleat6ria, ou mesmo nao acontecer em
urn determinado dia (secao de trabalho),
mas, em acontecendo, exige que seja
tratado "imediatamente", ou o evento
sera simplesmente perdido (devido a
desistencia da pessoa que esta ligando).
Ja no segundo caso, n6s comandamos a
operagao e simplesmente queremos ser
informados do seu tdrmino. Uma vez
informados, tomaremos as providencias
assim que nos for possfvel. Outra
diferengae" que nao 6 tao doloroso usarmos
a teenica de pooling no segundo caso, ja
quetemos umaboaespectativadaduragao
da operacao, i.e., urn telefone sem
campainha 6 inutil para receber ligacoes,
ja um forno de micro-ondas sem
campainha pode nao ser tao bom quanto
um com, mas ainda assim 6 util. E comum
nos referirmos ao primeiro como um
sistema do tipo "perda" e, ao segundo, do
tipo "espera".
Os computadores tambem sao capazes
de interromper a execugao de uma
sequencia de c6digo para atender a
eventos ou para serem informados do
termino ou andamento de uma operacao
requisitada, existindo entao as rotinas
de interrupcao, que sao trechos dec6digo
dedicados ao tratamento desses eventos
(como atender o telefone ou "anotar" que
o prato de comida ja esta quente). As
interrupcoes sao utilizadas paracontrolar
processos internes ou externos ao sistema.
Alguns exemplos deusos de interrupcSes
sao: Controle de processos industriais,
como temperatura de caldeiras
(termometros que interrompem o sistema
para avisar que a temperatura exccdeu
determinado valor), interrupcoes que
avisam que o braco de um robo atingiu
determinada posicao; interrupcoes
periddicas que servem para manter
atualizado o rel6gio do computador,
interrupcoes que ocorrem quando o
usuario pressiona uma tecla ou move o
mouse, etc..
Um ponto importante a ser
mencionado e" que, na verdade, os
perif6ricos nao interrompem diretamente
o sistema, e sim notificam um controlador
de interrupcoes (PIC - Programable
Interrupt Controller) que por sua vez
notifica o processador. Os controladores
de interrupcoes podem ser sofisticados a
ponto de estabelecer niveis de prioridade
de eventos, i.e., se a campainha da porta
toca durante uma ligagao telefonica na
qual se trata de um neg6cio importante,
ela pode ser temporariamente ignorada.
Um processo pode ainda notificar a CPU
que nao pode ser interrompido, como se
dissessemos a sccretaria "Nao estou para
ninguem". Isto se denomina
mascaramento de interrupcoes, mas
existem interrupgoes nao mascaravcis
(NMI - Non Maskable Interrupt) como o
alarme de incendio, que nao esta sujeito
as dores de cabega ou indisposicoes.
O Controlador de interrupcoes (PIC)
tambem 6 um perifenco, pois precisa ser
program ado por software por via deportas
I/O.
Nos processadores atuais, existem
diversas interrupcoes que podem ou nao
estar associadas a uma interrupcao de
hardware. Cada interrupcao possui um
numero que esta associado a outro
(correspondente h interrupcao de
hardware). Este segundo numero t o IRQ
(InterruptReQuest).Jaoprimeirondmero
6 o indice de uma tabelacom os enderecos
das rotinas designadas para tratar cada
interrupcao (chamados vetores de
interrupcao). Quando uma interrupcao
de hardware ocorrc, o PIC transfere a
CPU o numero do IRQ. A CPU, por sua
vez, traduz esse numero para o indice
correspondente da tabelade vetores, sal va
a posicao do processo corrente e chama a
rotina de atendimento indicada na tabela.
A rotina chamada salva o contexto, trata
a interrupcao, restaura o contexto e avisa
a CPU que ela pode continuar com o
processo interrompido.
Os processadores sao tambem capazes
de emular interrupcQes: existem
instrugoes que, ao serem executadas,
fazem a CPU procedcr de forma
equivalente a se uma interrupcao houvesse
ocorrido. Esse tipo de emulacao possui
um prop6sito asolutamente distinto dos
descritos at6 agora. Instrugoes que
emulam interrupcoes sao utilizadas como
chamadas indiretas a subrotinas tirando
vantagem do fato do endereco destino
estar indicado na tabela de vetores de
interrupcao, conseqtientemente podendo
ser alterado. Essas instrugOes sao
comumente utilizadas para realizar
chamadas as rotinas do sistema
operacional e justificam a existencia de
indices na tabela que nao estao associados
a nenhuma interrupcao de hardware. O
uso dos vetores de interrupcao como
enderegos para chamadas a rotinas 6
usualmente confundido com o prop6sito
primario das interrupcoes, tal confusao
deve ser evitada.
DMA - DIRECT MEMORY
ACCESS (ACESSO DIRETO A
MEMORtA)
Comofoi citado, o DMAS um elemento
ativo e portanto 6 capaz de controlar o
barramento requisitando operagCes. O
DMA tern como principal objetivo
transferir dados da memtfria pat a outros
perifencos, e vice- versa, sem tomar tempo
da CPU. Ou seja, ao invSs de uma rotina
transferir um bloco de dados byte por
byte de ou para um perifenco, pode-se
requisitar que o DMA o faca, liberando a
CPU para que esta realize outra tarefa
durante a transferencia. Ao final, €
necessario que o DMA notifique atraves
de uma interrupcao o termino da
operacao para que o programa tome
conhecimento do instante cm que o bloco
foi tranferido e eventualmente inicie uma
nova transferencia ou trate os dados
adquiridos do perif6rico.
Note que, embora o DMA seja um
elemento ativo, ele nao 6 capaz de
processar (executar) c6digos de instrugao
e, portanto, nao e uma unidade de
processamento. E necessario, ainda, que
o mesmo seja programado (informado
dos parametros das operagOes que deve
realizar), o que definitivamenle o torna
um periferico. O DMA 6, na maior parte
das im piemen tagoes dos computadores
atuais, programado por via de portas I/O,
mas pode ainda ter seus registradores de
controle mapeados em mem6ria.
O DMA normalmente possui varios
canais (DRQs - DMA ReQuest), o que
significa que ele pode transferir dados de
ou para di versos perif6ricos
"simultaneamente" (nao em um mesmo
M
E2
Arigo / Arquitetura e Hardware para Programadores
ciclo de clock).
Nem todo perif6rico pode ser
controlado pelo DMA. Para isto 6
necessario que para ele seja alocado um
canal de DMA, o que exige que o mesmo
estajapreparadoparaenxergaraslinhas
de DMA do barramento. Alguns
perif6ricos precisam, ainda, que a taxa
de transfer&ncia dos dados seja
controlada, como 6 o caso de placas de
som, impressoras e outros que nao sao
capazes de tratar os dados a eles
enviados no mesmo passo que o
computador 6 capaz de envi£-los ou
recebe-los. Nesses casos, o periferico
informa ao DMA quando esta pronto
para receber ou enviar o dado, atrav^s
de mais uma linha de controle do
barramento.
Existem, em alguns sistemas,
implementacoes "quebradas" de DMA,
como 6 o caso do DMA de oito bits nos
PC compativeis. No PC esta quebra se
deve ao fato do controlador de DMA
utilizado possuir apenas 16 linhas de
enderegamento. Esta limitacao, a
principio, restringiria o campo de
operagao do DMA aos primeiros 64Kb
de memoria. No entanto, um truque foi
utilizado no projeto original do PC: foi
criado um pseudo-perif£rico que
controla as outras quatro linhas de
enderegamento durante as operacOes
de DMA, o que expandiu o campo para
1Mb (barramento de enderecos do PC
original). Por6m este truque nao resolve
completamente o problema, pois ora,o
DMA enxerga uma pagina de 64Kb,
ora outra, nao sendo capaz de transferir
de uma s6 vez um bloco que comece em
uma pagina e termine em outra (ver
figura 5). Conv6m agora mencionar o
conceito de granularidade. A
liticialmeiitG, o
software progra-
ms o DMA e o
pseudo perif6ri-
co,fazendoaCPlf
a*crever vvtores
em portas IJO
atrauea do
barramento.
BARRAMENTO
Note que a pseudo perfTerico «6 escrere no terramento quando a DMA o f az.
granularidade de um sitema de
enderegamento e" a mfnima distancia
entre os inicios de duas paginas. No
caso a granularidade da implementagao
de DMA citada, 6 de 64Kb, o que nao
deve ser confundido com o tamanho da
pagina (que no caso tamb£m e 64Kb).
Um exemplo bem definido de
granularidade e tamanho de pagina
diferentes, est£ no pr6prio processador
8086 ou nos 80x86 em modo real.
Apesar de o barramento de enderegos
do 8086 ser de 20 bits, os registradores
do mesmo possuem apenas 16 bits,
caindo-se numa situagao semelhante a
da implementagao de DMA citada. No
entanto a solugao utilizadafoi um pouco
mais inteligente: dois registradores de
16 bits sao usados para indicar um
enderego no barramento, de sorte que o
enderego efetivo 6 o resultado da soma
de um deles (registrador de segmento)
deslocado 4 bits para a esquerda com o
outro (registrador de deslocamento, ou
offset)- Isto cria a possibilidade de
enderegos redundantes (registradores
com valores diferentes mas cuja soma
resulta no mesmo valor) reduzindo,
porem, a granularidade para apenas 16
bytes, como mostrado na figura 6.
BUS MASTERING DEVICES
Uma outra classe de perifericos
ativos e parcialmente ativos, sao os
BUS MASTERING DEVICES. Sao
perif^ricos desenhados para sistemas
de barramento que permitem a
existencia dos mesmos, aos quais sao
conferidos poderes de manipular
algumas ou todas as linhas de controle
do barramento. O barramento ISA
(Industry Standards Architeture) nao
permite a
existencia de
mastering
devices, O bar-
ramento VLB
(VESA* Local
Bus) permite
perifdricos
parcialmente
ativos, com a
capacidade de
manipular os
bits de controle
referentes a
MEMORIA
Figura &
mem6ria. Os barramentos PCI
(Peripheral Component Interconnect),
EISA (Extended Industry Standards
Architeture) e MCA (Micro Channel
Architeture) permitem a manipulagao
total das linhas de controle (FULL BUS
MASTERING).
As vantagens de sistemas de
barramento que permitem masterizagao
sao muitas: em sistemas com
masterizagao parcial, podem existir
placas de video que utilizam a mem6ria
dosistemaaoinv6sdemem6riapr6pria,
controladoras de discos que fazem
cache usando a mem6ria do sistema e
placas de comunicagao e de rede que
bufferizam as informagoes sem tomar
tempo de CPU. Sistemas com
masterizagao total permitem a
existencia de outros processadores e/ou
coprocessadores em placas de expansSo
possibilitando ate" mesmo placas-mac
sem processador (que reside em uma
placa de expansao), consequentemente
muito mais simples de se fazer
upgrades.
Os Projetos de sistemas que
permitem masterizagao sao
consideravelmente mais complexos,
dado que muitos elementos ativos
podem compartilhar o poder de "dar as
ordens", o que implica de imediato em
duas dif iculdades. A primeira ja ocorria
com o DMA e reside no fato dc que
somente um elemento ativo pode
manipular as linhas de controle do
barramento por vez (ciclo de clock) o
que criou os comumente citados ciclos
de DMA (conjuntos de ciclos de clock
necessarios para o requerimento e
resposta dos perifericos ao DMA) e
posleriormente ciclos de masterizagao
(o analogo do cilco de DMA para
mastering devices). A segunda € a
alocagao de recusos do sistema, o que,
no entanto, 6 usualmente resolvido a
nfvel de software.
COPROCESSADORES
Outro grupo de elementos ativos de
notavel importancia nos sistemas atuais
sao os coprocessadores aritm^ticos
(NPUs - Numerical Processing Units
ou Unidades de processamento
numerico). Os coprocessadores
aritm6ticos sao, sob diversos aspectos,
Artigo /Arquitetura e Hardware para Programadores
-Segmento=0
- Segmental
-Segmento=2
MEMdRIA
MEMORIA
MEMORIA
" IbARRAMENTQ <d ee nd er ^o el ]
[Gratmlaridadel
(1Mb de campo visfvel)
Segmento
]— — Deslocanrrenta
(mado real)
I
FiguraS
muito semelhantes as CPUs, sendo
capazes de processar c6digos de
instrucao e manipular os perifericos
(embora, para o seu proptfsito, o tinico
perif6rico importante seja a mem6ria).
Os coprocessadores aritm&icos existem
para suprir uma deficiencia encontrada
nos processadores de uso geral: a
incapacidade de manipular valores reais
(ponto flutuante).
Apesar de, nos processadores mais
modernos como 486s, Pentiums(tm) e
Pentiums-PRO(tm), o coprocessador ser
construfdo sob o mesmo
encapsulamento da CPU, seu
funcionamento 6 praticamente
independente da mesma, o que
representa uma vantagem dado que o
coprocessador e o processador podem
trabalhar simultaneamente, cada um
realizando uma tarefa distinta.
A forma como os coprocessadores
acessam o barramento 6 a mesma usada
pelos processadores. As CPUs estao
trabalhando, praticamente, 100% do
tempo em que o compulador esta ligado,
embora exista um estado de dormencia
(HALT) no qual a CPU nao faz nada
;Senao esperar por uma interrupgao. As
NPUs, diferentemente, ficam a maior
parte do tempo nesse estado de
dormencia, s6 entrando em operagao
quando assim 6 requisitado, o que reduz
o consumo de energia e disponibiliza
tempo de barramento, nao competindo
com os demais elementos pelo acesso.
Para reduzir ainda mais a concorrencia
pelo barramento, os coprocessadores
costumam
possuiruma
area interna
de trabalho,
s6 acessan-
do o bar-
ram e n to
para "rece-
ber" os dados
e,aotermino
da operagao,
"devolver"
a resposta.
De forma
geral, um
coprocessador
e quase uma
CPU, mas
com um propdsito especifico. Nao
existem somente coprocessadores
numericos, mas estes sao os mais
comuns. Outro "tipo" de
coprocessador sao os de transferencia
(TPUs - Transfer Processing Units,
como o 8089 da Intel) que sao na
verdade Super-DMAs ou DMAs
inteligentesquepossuemacapacidade
de processar seus pr6prios c6digos de
instrucao (ou programas escritos
especificamente para eles). Esta
capacidade torna os coprocessadores
de transferencia muito mais flexiveis
e poderosos do que DMAs simples,
diminuindo ainda mais o trabalho da
CPU. Os coprocessadores tamb6m sao
ma"quinas de Turing e conse-
qiientemente capazes de agir de forma
diferente de acordo com o resultado
de suas operacoes. Assim, os
coprocessadores de transferencia sao
quase como computadores a parte,
trabalhando sobre os mesmos recursos
que o processador central. Deve ficar
claro que o seu conjunto de instrucoes
€ feito sob medida para o seu
prop6sito: embora possivel, seria
inconvenientemente ineficiente e
inadequado utiliza-los para fazer
contas, por exemplo.
Os coprocessadores costumam ter
uma interrupcao a eles associada. Desta
sorte sao capazes de informar o processo
principal do andamento e do fim de
suas tarefas, o que, de certa forma,
tamb6m os torna perifericos.
USANDO O CONHECIMENTO
Com o conhecimento que foi
discutido at6 agora podem os observar
com outros olhos muito do que acontece
dentro do computador. Para dar um
torn de praticidade ao nosso estudo,
vamos verificar um exemplo de uma
operacao que, antes, nos pareceria
simples, mas naopassavade uma"caixa
preta". Agora ja" somos capazes de
en tender os procedimentos nele
envolvidos. No nosso exemplo um
programa fara o computador tocar um
arquivo de som (.WAV, por exemplo)
atravds de uma placa de som
SoundBlaster.
Suponha que, no momento, o arquivo
ja se encontra carregado na mem6ria e
possui um tamanho de 320Kb. Segue
uma descricao, passo a passo, do que o
programa que "tocara o .WAV" executa.
1 - Indica na tabela de vetores de
interrupcao a rotina que tratar& as
i n terrupgOes geradas pela placa de som ;
2 - A visa a CPU que ela deve ficar
disponfvel ao recebimento de
interrupgoes;
3 - Programa (atrav6s de portas I/O) o
PIC para que ele permita que a
interrupgao daplaca de som seja levada
em consideragao;
4 - Programa o DMA com o endereco
inicial do bloco de dados do som e o
tamanho a ser transferido (levando em
conta que o bloco esta interrompido por
uma fronteira de p£ginas causada pela
limitagao do DMA);
5 - Programa a SoundBlaster para esperar
dados enviados atraves do canal de DMA
a ela associado, bem como a freqiiencia de
amostragem do som (o tamanho
dointervalo de tempo que a SoundBlaster
levara para informar ao DMA que esta
pronla ap6s receber um dado);
6 - Comanda o DMA para que inicie a
transfergncia;
7 - Entra em Loop, aguardando a
interrupgao da placa de som;
Arigo / Arquitetura e Hardware para Programadores
8 - Quando o sistema 6 interrompido a
rotina indicada no vetor de interrupcoes
envia a SoundBlaster urn sinal
(Acknowledge) indicando que a
interrupgao foi recebida com sucesso, e
ao PIC outro sinal (EOI - End of
Interrupt) para que este continue
permitindo interrupcOes (O PIC inibe
todas as interrupcoes de igual Ou menor
prioridade at6 que receba este sinal
indicando que a interrupgao ja foi
tratada);
9 - Reprograma o DMA com o endereco
da pr6xima pagina e o tamanho do
novo bloco;
repete os passos 6,7,8 e 9 ate" que
todo arquivo tenha sido transferido.
Vimos entao que uma placa de som
comumente possui um conjunto de
portas I/O, um canal de DMA e uma
interrupgao a ela associados.
Uma placa de video normalmente
tamb£m possui um conjunto de portas
de I/O (p/ controle) e um campo de
mem6ria que, apesar de interna, 6
mapeada em enderegos "visiveis" a CPU
(a CPU 6 virtualmente incapaz de
diferenciar a memdria de video da
mem6ria do sistema). Embora nao seja
muito comum a sua utilizagao, as placas
de video costumam possuir tambem
uma interrupgao associada ao retrago
vertical do monitor (desta forma ela 6
capaz de avisar a CPU quando uma
nova tela esta para ser "desenhada" no
monitor).
Umacontroladorade discos tamb£m
possui um conjunto de portas I/O (para
controle), um canal de DMA (para
transferencia de dados) e uma
interrupgao (para notificar seus eventos
ao sistema).
Muitos outros perifericos usam
somente portas I/O, e nao DMA, para
transferencia de dados, em prejufzo do
tempo de CPU, que precisa realizar a
transfer6ncia sem auxilio de outro
elemento ativo. Alguns perif6ricos de
amostragem nao possuem interupcoes
associadas, o que obriga a utilizagao
de POOLING. Isto se deve ao fato de
serem perif6ricos mais simples de se
projetar e, tamb6m, as limitacOes na
quantidade de canais de DMA (DRQs)
e de canais de interrupgao (IRQs) que
cedo ou tarde se tornam insuficientes
a medida em que novos perifericos
surgem. Bus mastering devices podem
dispensar um canal de DMA
realizando, eles mesmos, o papel de
transferir os dados, scm tomar tempo
de CPU.
Por ora ja estamos capacitados a
compreender como os diversos elementos
de um sistema se comunicam atrav^s do
barramento. O nosso estudo ira, a partir
do proximo artigo, cobrir com maior
profundidade o funcionamento dos
elementos ativose passives deum sistema
Marcelo Fernandes Vianna 4 consultor
tecnico da revista Micro Sistemas
vianna@cai.cbpf.br
marcelo@venus.rdc.puc-rio.br
*Video Eleironics Standard Association
':'•" '..:■'.''. v .'.\. /. .
-.•■•..•. : . • .
MM"
WM
WBSOBBSmmaBBBBBk
INFORM ATIC A EM G ASA OU NO ESCR1TORIO.
i
skSSSS
SISTEMA AMERICANO DE ENSIMO
APOSTTIAS T&ADU2IDAS PARA O POfcTUGUES
{ACIMA DE 10 UNTIDADES, DESCONTO DR 20% CADA)
>2.0
T4.0
33,00
IPACKE MAKER 2*0 42,00
COREL DRAW 5.0 42,00
ESCAITORIOS, DISTRIBUIDQRES. CONSUW^RJOS; = :
AS&HCW& aM»0a% £#&•«:£■:■ "; P '^0-% vT "
BANTEC-* BANCO DE INFORMAL ! TSOflCAS,
£ DlMOtfGGRAElAS, TESES, : :?%^
ic(da<
:sd»5<re*scj.
A CDLAND ea nossa
secao da Micro
S i s t e m a s , onde o
principal objetivo e analisar
CD's. Procuraremos variar
os titulos desde educativos ate
entretenimento, aproveitem.
Nossa historia em apenas urn CD-ROM.
Cotfrega a Historia do Brasil por outro angulo, Veja a nossa
historid^trm^sMo cotidiano e lutas do povo brasileiro, sent perder
de vista % attalise dos fundamentos de nossa formacao social. Sua
cronologid0dseada cmfatos do Brasil edo cenario international
simultanedmeh)e. Este e urn dos mais completes trabalhos sobre o
Braslt de I50Q K aos dias de hoje, elaborado por pesquisadores,
sociologos e hjsiqriadores renomados. Ela e dividida em 4 areas :
Colonia, Imperio, Republica e Brasil conteniporaneol
Sao mais del 200 pdginasdetexto, 400fotos, locugoes, animagoes
e video que retratam o Brasil de forma completa e criticd.
O CD tern recursos como:
Linha de tempo com marcos de nossa historia
^ Uma agraddvet maneira de visualt'zar a evolucao de nossa
histdria. Locacoes dos autores nas aberturasde partes. Frases e
pronunciamentos que marcaram epoca.
Interface Atraente e Completa
Oprograma integra urn sistema completa e avancado defungoes
para facilitar o acesso as informagoes, Permite imprimir, copiar,
localizar por indice, palavra chave, criar marcadores, anotacoes
alem de manter urn histdrico dos acessos reatizados.
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ZW^fm&sob^iguitetura, Cinema, Fotografia, Musica, Teatro,
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J ^ e " u ** ica ' & u W' ca > Economia, ' Filosofiq, Esportes, Religiao,
'Pintura, titerdtural^ohugijis e ln0$<^hi^^putros.
-'-■L;''.i- '.-. \- r ■■■ ...:'*■■••' •/.; ;' ■<" j -.>^.^--,7-7>'^. -C^.V .;■
t-., Assuntos tais cotnd h ^/^^>^i^~::-^^-<'
-J * Astronomia "' - ; - ■ > « s . "nS? >^\S: \
^^Mgrco$ da Itist6r]^y r hiverta).J^\\
'"'- Atlas AnatqmicQ; _ -^K^ "*"^~ :
■'■AAti&-'G$&'grdficoMtindl&\ -^^ ?
- Inte^e-Atra^ntes^Complhm^^
>N
Sife
Requsitos minimos de hardware e software : PC 386 DX40 ( 486
recomendado), Kit Multimida MPC1, 8 Mb de RAM, 10 Mb livres
de disco, placa de video 256 cores. Windows 3.11 ou Windows 95
Estes langamentos da Digitalmidia sdo uma opgao para a volta
as aulas.
i'j^Uft^-iVv.sJUJiwwMfei^
Artigo ••
¥ , ®
Matematica para
Computagao Grdflca:
Voce tambem pode!! - Parte 3
Carlos A , Thompson, PhD
I. Introducao
Este terceiro artigo faz com que o leitor se
familiarize com as diversas formas do
operador linearT discutido no segundo artigo.
Serao somente consideradas as
transformacoes no plano/^ 2 , Senaohouve
dificuldades em resolver os exercfcios de
fixacao, propostos no segundo artigo, o
acompanhamento da teoria e das apiicacoes
da matematica para a computacao grafica,
tornar-se-a bem mais atraente e agradavel.
Didaticamente serao tratadas as
traiisformacOeslinearessimplesdeum objeto,
ou seja,
- reflexao em relacao a urn dos eixos
coordenados;
- reflexao em relacao a origem de
coordenadas;
- mudanca de escala;
- deformacao por cisalhamento;
- rotagao em torno daorigem de coordenadas;
- translagao pura ( pr6ximo artigo ).
Nestes seis casos, somente um operadorT
6 empregado em cada transform acao. JA nas
transformacoes lineares combinadas, por
outro lado, dois ou mais operadores T sao
utilizados como por exemplo ,
- reflexao de um objeto em relacao a uma reta
qualquer ;
- rotacao de um objeto em tomo de um
ponto nao coincidente com a origem de
coordenadas.
As transformacoes linearescombinadas
serao analisadas nos pr6ximos artigos
juntamente com os algorftimos para se
obteros resultados graficamente.
II. TRANSFORMACOES LINEA-
RES SIMPLES
Considers no r 2 , o operador T=
aorigem O (0,0), e os pontos P(x,y) e Q(x*,
y*) conforme afigura4do artigo anterior.
Dependendo dos valores dos elementos a,
b, c, d da matriz T, tem-se os seguintes
resultados:
Figura 5 - Ponto Q obtido
a&i
Artigo / Matemdtica para Computagao Grdfica
- Reflexao em Relacao aum dos Eixos
Coordenados
(i) Eixo das abscissas
Note que para se obter a reflexao de
urn ponto em relacao ao eixo x, basta
que se troque o sinal da ordenada y,
como mostra a figura 5.
Na forma matricial, o resultado
apresentado na figura 5 fica,
1
x
LO -UW [/J {
Note, pela relacao que
Os elementos do operadorTsao a=
l,d = -l,b = c =
(ii) Eixo das ordenadas
A reflexao em relacao ao eixo dos y
6 mostrada na figura 6.
ysy'
Figura 6 - Ponto Q obtido par refle-
xao em relagao ao eixo y.
Neste caso, os elementos do
operador Tsaoa = -l,d=l,b = c = 0.
-1
1
J >
i
A4
A3
Al
A2
- — ►
lal
Figura 8
i
L
A4*
A3*
Al*
A2*
(b)
- Reflexao em Relacao a origem das
coordenadas
A reflexao em relacao a origem 6
mostrada na figura 7.
Neste caso, os elementos do
operadorTsao a = -l,d = -l, b = c =
0.
-1
LO -1
-x
Note que,
JC*=-jt e /=-.y
MUDAN^A DE ESCALA
(i) Ampliacao
A ampliacao de um objeto 6 obtida
pelo operador linearT onde a = d > 1
e b = c = 0. De acordo com o exercfcio
(iii) do artigo anterior, os vertices do
quadradoficam:
3 0T0 1 1 Oljo 3 3 01
3.1.0 1 l_n[_0 3 3J
A figura 8 mostra efeito do
'a 0"
operador t=
a
onde a = 3; (b)
AT
A4*
quadrado ampliado.
(ii) Reducao
Este caso e" analogo ao anterior
onde os elementos da diagonal principal
sao a = d < 1 e b = c = 0.
\ A
A2*
A3*
Note que,
x* = -x Q y* = y
[2 1 1
Figura 9 - Operador T = [_ 3 1/3 j deforman-
do os vertices do quadrado A1(0,0), A2(l,0),
A3(jl,l) e A4(0J) nos pontos Al * (0,0),
A2 * (2,-3), A3 * (3, -8/3) e A4 * (1,1/3)
V*
i
Q
y
/
/
p
/ y
A'
.*
X
o
X*
K
Figura 10 - Rotagao do vetor Qp em
torno da origem (0,0)
.-.,!l.-WlWJJk iUJ«MMU m*£&
am
Arigo / f Mdtematicapam Computugao Graftca '.
Observe que sea = d-leb = c =
0, o operador T € a pr6pria matriz
identidade I. Neste caso, nao ha
ampliacao nem tampouco redugao.
BEFORMA^AO POR
CISALHAMENTQ
A figura 3 do artigo anteriormostra
mostradas as coordenadas | f do
vetor OP e
* >
do vetor OQ. O
x* =jtcos0 — ysenQ ■
y* =xsenB + ycos8
Na forma matricial,
o operador T
J2 1
1.-3 i/:
deformandoo
vetor OQ 6 obtido pela rotacao no
sentido trigonom^trico do vetor Qp
de urn certo angulo Q . Seja
\OP\=\OQ\=p.
vetor
no vetor
{:}-°
operadorT, operando sobreos vertices
do quadrado da figura 8 (a) , fica
1 TO 1 1 0| [0 2 3 1 ]
1/3J.0 1 lj = |_0 -3 -8/3 1/3J
mesmo Pela figura,
x = pcosa ;
x* = p cos(a +6)
A figura 9 mostra quadrado da
figura 8(a) deformado por
cisalhamento pelo operadorT.
-ROTACAO DE UM OEJETO
EM TORNO DA ORIGEM
Considere a figura 10 onde sao
y = psena ; y* = p S en(a + 8 )
Pelatrigonometria,
cos(oc + ) = cosa cos9 - sena sen9
sen(a + 9 ) = sena cos 9 + senQ cosa
Portanto, ap6s algumas
manipulates alg^bricas,
1
* y>v*
A4*
A3*
A4J
A3
q
AT*
Ha2*
x,x
Al
A2
P
Figura 11 - Translagao do quadrado; p e que sao osfaiores de translagao.
Assim, operador T =
cos 8 -send
a a gira no sentido
send cos 8 J fo
trigonomdtrico, em torno da origem,
um ponto P (x,y) de um angulo Q ,
conforme 6 mostrado na figura 10.
III. EXERClCIOS DE FIXA^AO
(i ) Mostre que na matriz de rotacao :
a) det T = 1
b)TT-i= I (I 6 a matriz identidade,
ver artigo anterior)
c)T-i=Tt (inversa igual a
transposta)
(ii) Giraro vetor ^ (2,1) de:
3k rt 7t
a)8= — ;b)9=--
5k
c)e= n ; d)6- —
(iii) Dado os vertices do quadrado
Al(4,l), A2(6,l), A3(6,2) e A4(4,2).
f ,
c >
X
> ™
cosG
—senQ
x]
>■
*
[y J
send
COS0
h\
| : $^ Grafieti
Refletir a figura em relacao ao
eixo y. x
(iv) Qual o operador T que muda
um objeto de escala e, simultaneamente,
reflete em relacao ao eixo das
abscissas?
(v) Dada a reta y - x+1 e o ponto
P (1,3). Sabendo-se que o ponto Q
(a,b) e a reflexao de P em relacao a
reta dada, calcular as coordenadas a
eb.
(vi) Pense:
Uma transformacao linear de
rotacao, seguida de uma reflexao e
comutativa?
(vii) Escrever um algoritimo para
se multiplicar duas matrizes
C = A R
(viii) O que representa o operador via Internet:
cthompson@openlink.com.br
T=
cos0 -senQ
senQ cos 9
1
(ix) O exercicio (I), deste artigo,
tambem se aplica no problema
anterior?
Observacao:
Faca os exercicios de fixacao e,
se tiver qualquer tipo de duvida,
mesmo que pense que seja
elementar, nao hesite em entrar
em contato conosco nos
enderecos:
ou
por carta:
Rua Lourenco Ribeiro, 124 - A,
Higienopolis
Rio de Janeiro, RJ
CEP: 21050-510
Ate o proximo artigo!
Dr.Thompson e Prof, titular e chefs do
departamento de Ciencias e Tecnicas da
faculdade da Cidade e PhD. pela
Universidade de Houston.
wmm.
^^m
W:-
mm
^^zzzsmnzmmm
■^
Artigo
Manipulagao de van
em Desenhos no
AutoCAD
Francisco Peres Sanches
"W" "W" a aiguns dias atras, um colega
^L^m detrabalho.ocupadoemcalcular
m W inumeras engrenagens para um
-*- -™- novo projeto, reclamava de ter
que repassar os resultados para folhas de
desenho atraves do AutoCad.
Realmente a manipulagao de texto nao
e o forte daquele software e a transcrigao
de muitos dados alem de estafante chega
a ser perigosa . Basta um pequeno erro e
pronto, la se vao horas e mais horas na
fabrica envolvendo equipamentos caros,
muitos funcionarios, tecnicos e
engenheiros..., ate que se descubra o
erro.
AutoCad, por outro lado, oferece
muitas ferramentas pouco exploradas
pelo usuario comum, ferramentas
poderosas que possibilitam a
manipulacao de bancos de dados,
extragao de atributos e coisas do genero,
normalmente nao afetas ao usuario
tecnico ou ao engenheiro.
Fui com o problema para casa e
consultando os manuais do AutoCad
descobri que esse tipo de problema tern
.na verdade uma solucao bastante facil
atraves de arquivos SCRIPT.
Os arquivos SCRIPT funcionam mais ou
menos como os arquivos BAT do DOS, na
verdade sao arquivos de lote que
armazenam comandos e dados que sao
processados sequencialmente, como se
estivessemos digitando-os a partir da linha
de comandos.
O AutoCad possui uma entidade bastante
conhecida chamada BLOCO. Os blocos sao
utilizados , principalmente, na construgao
de bibliotecas de sTmbolos que podem ser
inseridos em um desenho atraves do
comando INSERT.
Os blocos possuem uma propriedade
que nao e tao explorada, o ATRIBUTO.
Atributos sao basicamente variaveis do tipo
texto que podem ser substituidas no
momento da insercao do bloco, atraves da
digitagao de seus valores na linha de
comandos, desde que o mesmo tenha sido
preparado para isso.
Desse modo, transformando meu
desenho padrao em um bloco contendo
atributos e um arquivo SCRIPT contendo os
valores das variaveis, meu problema estara
solucionado sem que eu tenha que dar
mais do que um comando no AutoCad, ou
mesmo sem um unico comando sequer.
exemplo aqui apresentado, parte de
um desenho padrao do perfil de um
barramento hipotetico utilizado apenas
didaticamente. Nesse exemplo, parte-sede
umprogramaemQBASIC, bastante simples,
aonde se informa a largura do barramento.
programa a partir deste dado calcuia os
valores das outras dimensoes que sao
definidas como funcoes da largura e cria o
arquivo SCRIPT.
p. .n.;t;'!£*K.*2r' '? -5 st&>'«
!J' ; ' ii '.", J ..Vtu".\i.\W."
1
m
'■•&:z$Si-
. . . .'■. Artigo/Manipulacao de Variaveis
Uma vez dentro do AutoCad, basta
digitarmos na linha de comandos:
SCRIPT e selecionar um dos arquivos
gerados, pelo nome que Ihe atributmos
no momenta da criagao e... pronto!
Nossa tabela aparece quase que
instantaneamente, totalmente
preenchida.
Algumas observacoes devem ser
feitas:
AutoCad reconhece espagos em
brancos nas linhas de comandos
como se fosse a tecla ENTER. Desse
modo, o programa que ira gerar o
arquivoSCRIPTdeveconterumarotina
para eliminar os espagos no inicio
dos campos. Em nosso exemplo, um
pequeno loop cuida desta exigencia.
Linhas em branco sao interpretadas
pelo AutoCad como a tecla ENTER.
Isso e bastante util porque basta uma
linha em branco no arquivo SCRIPT
para se aceitar uma condicao DEFAULT
do AutoCad.
Embora o programa exemplo seja
bastante simples e em Qbasic, pode-
se utilizar qualquer linguagem que
permita manipulagao de arquivos,
como o PASCAL ou o VISUAL BASIC.
Construindo um bloco com
atributos (variaveis)
Entre no AutoCad e inicie um novo
desenho atraves de File e New. Defina
os limites com 270 x 205 e trace o
desenho mostrado na figura.
40
Utilize as dimensoes para construir
o desenho mas ao cotar, ao inves de
aceitar o valores sugeridos pelo
AutoCad, informe a letra que aparece
ao lado do valor da dimensao.
Construa uma tabela conforme a
figura abaixo, ao lado do desenho.
Utilize GRID e SNAP com espagamento
de 5, para facilitar.
(R) RAIO DO ROLETE:
<E) LARGURA DO BARRAMENTO:
(D) ALTURA DO BARRAMENTO:
(C) ALTURA DO RASGO:
(B) ESPESSURA DA ALMA:
(A) DIMENSAO SOBRE ROLETES:
Digite a sequencia de comandos
(em italico o prompt do AutoCad, em
negrito o comando a digitar);
Command: ATTDEF
Attribute modes — Invisible^ Constants
Verify:N PresetN
Enter (ICVP) to change, RETURN when done:
ENTER
Attribute tag: TA
A ttribute promptX>\NlEHSM SOBRE ROLETES
Default attribute value: ENTER
Attribute value: ENTER
Jus tify/ Style/ <Start point>:
A essa ultima questao, responda
posicionando o cursor com o mouse
na tabela (figura 2) ao lado direito de
"Dimensao sobre Roletes", como se
estivesse posicionando um texto
qualquer.
Repita a serie de comandos, uma
para cada linha da tabela que ao final
da edigao devera estarcomo na figura
3.
(R) RAIO DO ROLETE:
TR
(E) LARGURA DO BARRAMENTO:
TE
(D) ALTURA DO BARRAMENTO:
TD
(C) ALTURA DO RASGO:
TC
(B) ESPESSURA DA ALMA:
TB
(A) DIMENSAO SOBRE ROLETES:
TA
Entre agora com o comando BLOCK
e responda aos prompts:
Block name (or ?): TESTE
Insertion base point: 0,0
Select objects:
A essa ultima pergunta responda
envolvendo em uma janela, com o
mouse, o desenho e a tabela. Click o
mouse aceitando a selegao. O
desenho ira sumir da tela, mas nao
se assuste, e assim mesmo. Entre
com o comando INSERT e responda
aos prompts:
Block name (or ?): TESTE
Insertion base point: 0,0
X scale factor <1> / Corner / XYZ: ENTER
Y scale factor (default=X): ENTER
Rotation angle <0> : ENTER
Se voce fez tudo certinho,
aparecerao novos prompts
perguntando os valores que deseja
dar as variaveis definidas
(TA,TB t TC,TD,TE e TR). Anote em um
papel, a sequencia com que os dados
sao solicitados.
Dimensao sobre roletes: ENTER
Espessura da Alma: ENTER
Altura do rasgo: ENTER
Altura do barramento: ENTER
Largura do Barramento: ENTER
Raio do roiete: ENTER
desenho ira reaparecer na tela
com a tabela vazia. Se ao inves de
digitar simplesmente ENTER, entrar
com alguns valores, eles aparecerao
na tabela.
Delete o bloco e salve o arquivo
como TESTE.
Saia do AutoCad, entre no QBASIC
e digite o programa
PROGRAMA EM QBASIC
' ******************* ***
' * TESTE1 - PROGRAMA
EXEMPLO PARA ENTRADA DE
DADOS CALCULADOS
' * EM DESENHOS
AutoCad - FCO 20/01/96
' ********************
CLS
DIM L$(12)
INPUT "ENTRE COM A
LARGURA DO BARRAMENTO: ";
E
Raio = .1 * E
CaltRasgo = .2 * E
DaltBarra = .4 * E
PI = ATN(l) * 4
GRAU = PI / 180
*^S^sraJ»ra5g5SIS!SB5KS5agi
Artigo/Manipulagao de Variaveis .... ....
CATETO = Raio / TAN{22.5
* GRAU)
Bespes = E - ({2 * Raio)
+ (2 * CATETO))
AentreRolos = Bespes +
{ (2 * Raio) + (2 *
CATETO) )
PRINT "Entre rolos : ",
AentreRolos
PRINT "Espessura da Alma:
", Bespes
PRINT "Altura do Rasgo :
" , CaltRasgo
PRINT "Altura do
Barramento: " , DaltBarra
PRINT "RAIO (R) ", Raio
PRINT "bargura do
Barramento: ", E
INPUT "GERAR ARQUIVO PARA
AUTOCAD
R$
IF R$ = "S" OR R$ = "S"
THEN
INPUT "NOME DO
ARQUIVO: ", ARQ$
CAMINHOI =
"C:\ACAD\DES\"
' INFORME SUBDIRETORIO
P/GRAVACAO
NomeCompleto$ =
CAMINHO$+ARQ$+" . SCR"
L$(l) = "INSERT"
L$(2) = "TESTE"
L$(3) = "0,0"
L${4) =
L$(5) =
L$(6) =
L$(7) =
STR$ (AentreRolos)
L$(8) =
STR$ (Bespes)
L$(9) =
3TR$ (CaltRasgo)
L$(10) =
STR$ (DaltBarra)
L$(ll) = STR$(E)
L$(12) =
STR$ (Raio)
FOR I = 1 TO 12
L =
LEN(L$ (I) )
B$ = ""
FOR J = 1
TO L
= MID$(L${I) , J, 1)
A$ <> CHR${32) THEN
= B$ + A$
A$
IF
B$
END
IF
B$
NEXT J
PRINT B$
L$(I) =
NEXT I
OPEN
NomeCompleto$ FOR OUTPUT
AS #1
FOR I = I TO 12
PRINT #1, L$(I)
NEXT
END IF
INAUGURABO UM DOS MAIORES BBS BO BRASIL, A
ALPHANET; INSMRABA NA ALTA TECNOLOGIA E QUALIBABE.
Os usuarios ciberneticos brasileiros ja podem comemorar o
nascimento de mais uma excelente opcao de services on-line, isto
porque foi inaugurado urn dos maiores BBS do pais, a ALPHANET,
totalmente multimidia. para se ter uma ideia do potencial de estrutura,
a empresa possui 200 linhas telefonicas para conexoes, e esta
disponibilizando, por enquanto, 100 linhas para seus atuais clientes.
Localizada em uma das regides mais ricas de Sao Paulo, Alphaville, a
empresa tambem opera com um provedor de acesso a internet com 3
canais de 64 Kbps ligados a rede mundia).
A ALPHANET trabalha com hardware e softwares de ultima
geracaoj possui, por exemplo, dois servidores Pentium 133 para
arquivos e paginas Web, um servidor P{entium so para o controle de
acesso a BBS, torres com HD SCSI (18 Gigabytes de
armazenamento), 16 CD-Rom-SCSI entre outros equipamentos. Alem
disso, suas linhas estSo todas padronizadas com modems USRobotics
de 33.6 Kbps.
O Gerenciamento e distribuicao de informacoes sao feitas atraves
do programa "Worldgroup", um software multimidia para montagem
de BBS profissional que trabalha em total ambiente Windows.
Sua interface e bastante amigavel. Ao navegar pelas telas do novo
BBS o usuario encontra varios servicos, entre eles alguns ineditos. A
tela principal metaforiza uma metropole com suas opcoes de lazer,
compra, cultura r dicas de video e TV, 12 tipos de jogos, correio
eletronico, classificados, negocios, restaurantes, forum de assuntos
especificos etc. Ao clicar no "predio" do Shopping o usuario tera opcoes
de compras de inumeros produtos. Ja no predio do teatro, por exemplo,
ele encontra uma extensa Hsta de pecas com seus respectivos elencos,,
pre?os e locais onde acontecem os espetaculos. o mesmo ocorre ao
clicar o "edtficio"do cinema.
Entretanto, os servicos ineditos sao os que chamam mais atencSo,
como os de "Radio Conferencia" o "Circuito Fechado de TV" e o
"Resumo dos Jomais Diarios".
Se o usuario possuir um Kit Multimidia e um microfone podera
usar a Radio Conferencia, que permitem dois tipos de conversac6es:
em grupo ele utiliza um canal comunitario e seleciona com quem, dos
que estiverem conectados desja enviar sua voz, ja no dialogo chamado
de ponto a ponto, a conversa e privada.
No Circuito fechado de TV o usuario recebe imagens geradas pela
ALPHANET E ainda para ficar bem informado, de uma forma sintetica,
ele pode navegar por assuntos jornalisticos acessando uma esp6cie de
clipping que fomece as pricipais noticias dos jornais diarios.
"Resolvemos criar um BBS de alti'ssima qualidade porque
acreditamos que estamos caminhando para viver em uma sociedade
on-line, no Brasil este setor ainda e embrionario, por isso, consideramos
este ano muito promissor", argumenta Marcelo Abrireli, um dos
proprietaries da ALPHANET.
A ALPHANET Comunicacao de Dados Ltda. fica na Canada das Flores, 7 - Alphaville, SP.
PABX (011) 7295-9572 - Dados (011) 7295-9595 - Fax (011) 7295-8080.
•JSSm
mms^mm
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■J.^iW-.*^.-. .;,... -^ f=tjfirn°ifr . ^
http:ffwwwjgi.com
^ A Silicon Graphics consegue a proeza impressionar os leitores de sua
pagina na Web tab bem quanto impressiona os espectadores de cinema no
mundo inteiro com seus incriveis efeitos de computacao grafica Sua
pagina WWW apresenta infoimacoes sobre a empresa Silicon Graphics,
bem como a sua linha de produtos. O leitor pode ainda consultar as paginas
WWW de algumas filiais espalhadas pelo mundo: Australia, Canada,
Franca, Alemanha, Italia, Japao e Reino Unido. Infelizmentc
ainda nao ha nenhuma filial com pagina em Portugues.,.
Umagrandecnfaseedadaalinhade produtos WebFORCE,
que consiste em uma solugao completa em software para
autoria na Web e hardware para servidores. A WebFORCE
comeca a se voltar tamtam para a Intranet, e o "link" sobre o
assunto leva o leitor a textos bastante interessantes sobre as
possibilidadesdaimplementacaodcumalntranetcmpresarial.
A secao Technology & Developers fornece lodo o tipo de
informacaotiulparadesenvolvedores.HaTartadocumcntacao,
releases e pre-releases de diversas versoes de software da
Silicon disponivel para download. Se voce estiver interessado
em se aprimorar participando de eventos intcmacionais, a
pagina informa oferece boas opcoes: ha seminarios na areade
manipulacao de imagens ("managing image data"), de Web
("Silicon Graphics' and Netscape Seminar Series") e outros.
O mais interessante da pagina e entrar na secao chamada Silicon Surf.
E dificil descrever exatamente o que esta possa ser, mas e algo como uma
revista em movimento dedicada a World Wide Web e que fala sobre a
mesma atraves "da opiniab de clienles, parceiros e de todos aqueles para
os quais a computacao visual faz a diferen9a". Vale a pena visitar
periodicamente "Silicon Surf', pois e uma pagina de interesse vital para
todos aqueles que tern interesse na Web, ou como a Silicon prefere dizer,
pessoas que cncaram a Web como "serious fun"...
Linux Home Page
Vocecomcertezajaouviufalardopoderososistemaoperacional
UNIX, e de sua versao para microcomputadores chamada Linux.
O Linux e o que se pode chamar de urn verdadeiro milagre;
exaustivamente testado e utilizado em diversas partes do mundo
para cumprir as mais diversas tarefas (inclusive como servidor
Internet) mostrou-sc estavel, rapido, confiavel... e gratuito!!!
Instalado em um PC permitc uma solucao de baixo custo e que
conta com todos os bencficios de uma arquitetura aberta, O nosso
ilustre consultor tecnico, Marcelo Vianna, grande entusiasta deste
sistema operacional, escreveu um artigo sobre o mesmo na edicao
numero 155 deste periddico, ilustrando algumas de suas indmeras
qualidades.
O Linux conta com uma "home-page" muito interessante, que
esclarece desde duvidas basicas sobre o mesmo ate outras mais
complexas, apresentando uma grande variedade de "FAQs" e
"HOWTOs" .
Caso a duvida seja sobre um comando UNIX, ha "manual pages"
disponiveis, que podem ser utilizadas digitando-se o comando
sobre o qual se deseja algum esclarecimento ou navegando pelas
se^oes dos manuais.
Grupos de UseNet podem ser acessados por esta pagina,
permitindo que usuarios do mundo inteiro possam trocar dicas,
http ;//www Mnux.org
sugestoes e opinioes, ou seja, voc6 jamais estara sozinho... As duas
grandes curiosidades da pagina sao o "link" de documentacao do
projeto Linux, inclusive com o "Linux Documentation Project
Manifesto" e o "Linux on the Web", que fornece "links" para
paginas e mais paginas Web relacionadasaeste sistema operacional.
M
m
mm
WW1- , | .i 'i n ( ..| ij^i
r
O ..
ESJ
w
Antonio Marcelo
\ i
A Internet ja esta fazendo parte de nosso
/% dia a dia. Muitas pessoas ja contain em
/ M suas casas ( pelo menos nos grandes
centros de nosso pais ) com a possiblidade
de filiar-se a um provedor de acesso e sair
nayegando pela Web. A m ass iva propaganda que
vem sendo realizada nao so pela imprensa, mas
tambem pelas empresas de informatica, a respeito
dos negocios fabulosos da Internet, tern criado
muita expectativa nos empresarios, com a
possibilidade de gerar uma nova fonte de renda
com computadores.
A verdade e que neste momento no Brasil
ainda esta havendo a formacao de uma cultura do
usuario que usa modem, da utilizacao do e-mail
como meio de comunicacao internacional, e tantas
outras facetas da Internet que mal sao exploradas
pelos Intemautas nacionais.
Como entao criar uma estrutura que levasse a
Internet para as empresas, sem a necessidade de
montartodauma estrutura, com linhasdedicadas,
roteadores, workstations, etc.?
A resposta esta surgindo atraves da Intranet,
uma forma de Internet "caseira" do qual varias
empresas americanas tern adotado em sua
estrutura.
O QUE E A INTRANET ?
A Intranet e uma filosofia baseada numa
arquitetura cliente/servidor, que consiste em
simular uma estrutura Internet com servicos
tradiconaiscomo : FTP, WWW, Gopher, WAIS,
Correio Eletronico etc... onde os usuarios
poderiam acessar setores da empresa,
transformados em "sites" www, e navegar
por esta rede.
Vamos observar o esquema na fig. 1 para
entedermos melhor.
Gateway
Servidor NT on
UNIX, com servigos
HTTP, FTP, etc..
Com As Home Pages
dos Setores Inst&tadas
Cliente I - Seior de
Contdbflsdade .
Admin itstra sua Home
Page no Servidor
Acesso a outios
Clientes, Disponibiliza
MbrmacSes em suas
"Home Pges" no
servidor
Cliente 11 -Setorde
RH. Adrimustim sua
Home Page no Servidor
Acesso a outras
Clie rites, Dispoiubitiza
Inibrmasoes em suas
"HomePges"r«5
servidor
Clierdein-Setordft
DP. Admirdstra sua
Horns Page no Servidor
Acesso a outros
Clientes,
Disponibihza
Irformai;8es em suas
"Home Pges"ao
serviebr
Clients IV - Usuaiio
Fas seu acesso ao
servidor e mbusca das
tnfbrm&foes postadaa
pelos setores em suas
Home-Pages
Figura I - Diagrama em Biocos de uma Estrutura
Intranet
Imaginemos que a empresa acima montou
esta estrutura e a esta usando para seus
funcionarios se comunicarem e
disponibilizarem as informacoes importantes
dos setores. Na realidade o que vemos e um
servidor com servigos do tipo HTTP (
Hypertext Transfer Protocol - padrao para
browsers graficos ), FTP ( File Transfer
Protocol ) e SMTP ( Simple Mail Transfer
Protocol - Protocolo para transmissao de
Correio Eletronico ), c em alguns casos
algumas empresas ainda instalam um servidor
WA1S e ate um servico Finger.
' (
mm
Iff
Mm&
• . ■ ■ . . . . . Artigo /Intranet
Normalmente uma configuragao
Internet t baseada numa estrutura Unix,
sendo executada em uma Workstation,
solucoes que sao caras para certos
clientes e carente de manutengao num
mercado que basicamente e dominado
pelo DOS e o Windows.
O despreparo do mercado em tratar o
Unix com o devido respeito que ihe
convem, causa uma sene de dificuldades
em implantacao de urn rede Intranet.
Existem solucoes alternativas ? O
que fazer ?
O QUE E NECESSARIO PARA SE
CRIAR UM AMBIENTE
INTRANET ?
Antes de tudo uma rede falando TCP-
IP, pois basicamente todos os servicos
Internet baseiam-se nest protocolo. Feito
isto escolher um sistemas operacional
que suporte TCP-IP, poderfamos citar
os seguintes :
- Unix ( quase que a totalidade de
servidores Internet )
- Windows NT 3.51
-OS/2
Na maioria das empresas em nosso
pais, a cultura baseada em Unix, foi
usada durante muito tempo em maquinas
de m6dio porte, com o advento das redes
Novell e o ambiente graTico (Windows e
OS2), o Unix foi "abandonado" como
ambiente SOHO, dando lugar a outros
program as.
O PC passou por um perfodo de
barateamento e as empresas enxergaram
que a integracao era um caminho para a
resolucao de problemas de comunicagao
internae externa, bem como a criacao de
uma cultura usu&ria de
microcomputadores.
Com o advento da Internet o Unix
voltou com forga total no papel do
sistema operacional do Provedor, ou seja
da maquina que permite ao usuario
comum, falando TCP-IP, conectar-se a
Internet.
Mas o custo 6 muito alto para pequena
e m£dia empresa, comprar uma estrutura
baseada em Unix, normalmente
representada por uma" Workstation, (
Silicon Graphics, Sun ou IBM ), um
Servi9oHTTP
(suporte WWW)
hardware de apoio
como : roteadores,
cabos, placas de rede,
etc... e uma carga de
softwares dedicados a
estas atividades. Um
outro custo talvez o mais importante,
seja treinar uma mao de obra
especializada para assumir a
administraeao desta estrutura e mante-
la funcionando a contendo.
Isto 6 caro hoje, talvez nafaixa de uns
R$ 200.000,00, custo proibitivo para
estas empresas citadas anteriormente.
SOLUCOES ALTERNATIVAS :
Uma solucao que diz respeito a
apresentada acima seria adotar o
ambiente Windows NT. Hoje a Microsoft
esta investindo pesado no que diz
respeito a softwares de servicos Internet
para seu sistema operacional. O NT que
ja incorpora em sua estrutura servicos
TCP-IP, SMTP, FTP e Telnet, possui a
estabilidade e a robustez suficiente para
executar um ambiente Intranet, tern
agora uma gama de servidores
comerciais basaeados na estrutura
HTTP, services WAIS, scrvigos Finger
e at6 Gopher.
Muitas empresas, inclusive a
Netscape, estao acreditando que o
sistema operacional do escrit6rio do
futuro seraaquele que fale TCP- IP, tenha
total suporte a conexao Internet, via
seus aplicativos e quepermitaao usuario,
flexibilidade na manipula^ao destas
in formates.
O NT esta sendo muito cotado, pois
parece que a Novell esta lentamente
perdendo o mercado de redes para a
Microsoft. A nova versao 4.0 do NT esti
prometendo uma nova sene de servicos,
inclusive a padronizagao de uma
interface Windows 95 Like, e toda uma
Servidor NT3.51 - Com Protocolo TCP-IP
Scrvicjo FTP/Telnet
(nativo do NT)
Servi?o SMTP
(E-mail )
Scrvi^oWAIS
(Pesquisas)
estrutura cliente servidor, voltada para
atender servigos Internet.
Como seria uma estrutura baseada em
Windows NT ? Observemos o diagrama
acima. O que vemos £ um servidor com
todo o suporte necessario para fazer o
papel de um provedor Internet. Vamos
obscrvar agora a rede montada no
diagrama no p6 da pagina para
enterdemos melhor :
Na figura abaixo vemos o exemplo de
um dominio NT, fazendo a conectividade
via TCP-IP com outros dominios da
empresa. E possfvel atravds de um
roteador, acessar outros departamentos,
localmente ou remotamente. O usuario
estard neste caso acessando uma Intranet,
com possiblidade de ate mesmo acessar a
Internet, via um servigo de conexao
rem ota.
A REVOLUCAO DA INTRANET
A tecnologia hoje esta totalmente apta
para desen vol ver sistemas de informacao
corporativa baseadas na arquitetura
Cliente- Servidor, varias atividades, estao
sendo utilizadas entre elas podemos citar
1) Publicacao de documentos
corporativos ;
O departamento de RH de varias
empresas americanas estao dispo-
nibilizando v^rios manuais de
procedimentos internos, dentro de uma
estrutura Intranet. Os antigos gastos com
gr£ficas, estao sendo cortados
gradualmentejaqueaatualizagaodestes
Rotwdcr
Domittfo WT ) ".!
I
£stef2foB\
&teg&C
Ettaffo X
Aviso / Intranet
documentos, estao sendo feitas on-line
pelos funcionarios. As vaniagens e a
econdmia estao criando at£
reinvestimentos dentro do organismo
empresarial.
2) Treinaraentos corporativos :
Novamente o RH tern uma fen-amenta
poderosa para efetuar o treinamento de
funcionarios. Servicos baseados em
formul&rios sendo executados em
estruturas CGI-Bin e Java, podem criar
cursos interativos e cortar muitos custos.
O CBT baseado em Intranet tern dado
mais resultados do que o CBT em CD-
ROM, ja que existem um elemento sob a
forma de um instrutor virtual que pode
responder duvidas via e-mail. Existe
tamb6m a possiblidade de simular
ambientes de trabalho de softwares, ou
sistemas de banco de dados.
3) Relat6rios Corporativos :
A criacao de uma home page central,
onde podem ser mostradas as principais
noticiasdaempresa, substituemostediosos
relat6rios e os gastos com a emissao de
notas internas. A notfcia pode ser passada
de maneira rapida e facilmente atualizada.
4) Distribugao / Homologacao de
Softwares :
Uma politica que jA esta" sendo usada
por muitas empresas na implantacao de
projetos de integracao, e que tern dado
6timos resultados. O software pode ser
testado por um pequeno grupo pioneiro e
depois distribuido pela empresa, a partir
das experiencias adquiridas por este grupo.
O E-mail, bem como a criacao de um
grupo de discussao, podem ajudar a sanar
duvidas de toda a estrutura.
A tecnologia Intranet fornece
ferramentas, padroes e novas formas de
aproximar econsequentemente de resolver
os problemas do mundo dos negdcios de
hoje. A beleza destas tecnologias adveem
de sua simplicidade e elegancia na solueao
de problemas empresariais.
COMO MONTAR UM PROVEDOR
INTRANET : Q CAMINHO DA
MONTANHA.
Nao adianta mostrarmos um belo
conceito, bem como explicarmos o suporte
te6rico da Intranet, sem mostrarmos como
criar uma. A solupao que adotamos como
ja mostramos anteriormente foi uma
Intranet sendo executada em cima do
ambiente NT. A rede em questao foi
montada pela equipe da Microsistemas na
empresa de treinamento Qualify, no Rio
de Janeiro, e a mesma foi testada durante
trSs semanas em dois cursos de Internet,
do qual foi simulado um ambiente da Web
dentro da empresa.
A configura^ao do do utilizado foi o
seguinte : Um IBM Aptiva DX2 66 Mhz
com 16Mbytesdemem6riaRAM, monitor
SVGA, 540 Mbytes de disco rfgido e
unidade de CD-ROM. A versao do NT era
um NT Server 3.51, conectado a otto
estacoes executando Windows 95, com as
mesmas caracterf sticas de hardware acima.
Os softwares para a Intranet do
servidor foram os seguintes :
Servico HTTP - Software Alibaba, um
shareware com validade de 60 dias para
apreciacao. ( nao estava ainda disponivel
o servidor comercial da Netscape, nem o
da Microsoft )
Servico FTP - O servico FTP nativo do
prfjprio NT, que permite inclusive o acesso
por usuario do tipo anonymous.
Servico WAIS - Servidor WAIS da
Emwac, shareware, que permitia
manipular uma base de dados em cima de
um arquivo TXT.
Servico E-mail - Servidor SMTP da
Emwac, shareware, que permitia
integracao com o mail da Microsoft (
apesar de ocorrer alguns bugs com o
exchange do 95)
Servico Telnet - Servico nativo do proprio NT,
Rotinas CGI-BIN - Diversas encontradas
na Internet de dominfo publico, dais quais
destacamos : contador e servico de
formulario
Softwares Intranet dos Clientes :
Browser - Nestcape Navigator 2.0 versao
final e Microsoft Internet Explorer.
FTP - WSFTP, shareware.
E-mail - Microsoft Mail e Exchange.
Telnet - Telnet residente do Windows 95 .
Software de desenvolvimento de
Home Pages :
Hot Dog - Editor HTML, shareware da
Sausage americana
Internet Assist para o Word - Software
shareware da Microsoft para o Word 6.0
em ingles.
A Intranet em questao foi montada
num periodo de 2 semanas, desde a
definicao dos endere^os IP iniciais e a
criacao de um dominio interno, do qual o
usuano pudesse resolver por nomes as
chamadas das Home Pages ( ex :
www.qualify.com.br ). A inslalacao foi
feitaemcimadeumaredepadrao Ethernet,
com placas NE 2000 interligando os
cquipamentos via cabo coaxial.
Uma das caracteristicas mais
interessantes,foiautilizacaodesta Intranet
para ministrar-se um curso sobre Internet,
que em certomomento chegou aconfundir
os alunos, pois os mesmos pensaram estar
navegando realmente na Web. Um dos
problemas que forma enfrentados foi um
fatorquesetornoucomumaredesrodando
softwares baseados em interfaces graTicas
: velocidade.
Os 16Mbytesdoservidorsemostraram
insuficientes em certos momentos e a
performance caiu assustadoramente,
principalmente em servicos HTPP, onde o
carregamento de uma p&gina HTML, se
tornava muito penoso.
O administrador da rede deve ter em
conta isto, no momento de dimensionar
sua Intranet, ja que os servicos exigem
muito da maquina que esta" coordenando
csta estrutura.
Os componentes acima nalizados,
apesar de novos nao sao estranhos amaioria
das pessoas que trabalham com
informauca.Ofato6queestesmecanimos,
m6todos e tecnologias seguem padroes
consistentes, dos quais hoje ja possuem
base sdlida e que podem ter um efeito
significativo no organismo corporativo.
Poderiamos enumerar vanas razees
porque a Internet esui causando um
impacto dramatico no trabalho com
softwares de ambiente corporativo, entre
elas :
a) Universalidade das Comunicacoes -
Um deparatmento/individuo podem
interagirnum ambiente Intranetcom outro
departamento/individuo e at6 com
parceiros remotos.
b) Performance - Redes de alta velocidade
com ampla largura de banda podem
habilitar o uso de videoconferencia, som,
imagens e outros recursos de multimidia.
c)ConfiabiIidade- A tecnologia da Internet
sem duvida 6 confiavel e robusta.
"""twill
Artiso /Intranet
d) Custo - baixo, comparado com outras
tecnologias similares ( a maioria dos
softwares situam-se abaixo da faixa de
U$500,00 ! )
e) Padronizacao - Adocao de protocolos
padrao, TCP-IP, FTP, MIME, APIs, Java
e toda uma tecnologia que ja conta com
uma grande gama de ferramentas de
produtividade, permitem de maneira
rapida promover a integracao, inclusive a
nfvel remote
A INTRANET NAO E SO BITS, E
INFORMAgAO...
,...Rapida,eficienteealtamenteflexiveI.
Com uma estrutura deste tipo a
disseminacao de qualquer tipo de
comunicado 6 quase que instantaneo.
Apesar de hoje o E-mail ser uma das
formas mais rapidas e eficientes dc
falarmos com as pessoas, a Intranet 6 o
pr6ximo passo nesta caminhada. As
constantes tecnologias e inovacoes que
vem surgindo dentro do ambiente da
Internet como o Java e o VRML, que hoje
estao impraticaveis devido a velocidade,
podem ja ser implantadas dentro de uma
Intranet de alta velocidade.
Urn verdadeiro laboratorio pode ser
oferecido aodesen volvedor, se seuproduto
alcancar o objeti vo desejado dentro de urn
"laboratorio Intranet". Muitas empresas
j£ estao trabalhando em solucoes Intranet,
inv6s de produtos para a Internet. Mas
muita gente j£ deve estar pensando
erroncamente : no futuro a Internet e as
Intranets vao estar competindo....
A Intranet € urn subproduto da Internet
e uma 6 o complemento da outra, Pode-se
especular que a Intranet seja a porta de
saida para a Internet em muitas empresas.
O usu£rio dentro de algum tempo estarA
operando de maneira direta, Internet e
Intranet, numa juncao que poder£ ser enfim
a integracao de informaeoes corporarivas.
Em nosso pais este assunto estA sendo
tratado de maneira seria e algumas empresas
estao enxergando na Intranet, uma maneira
economica de resolver problemas como :
manualizacaointerr^neiriamentocorrxiranvo,
comunicacao remota enlre filiais, etc...
O principal produto da Intranet 6 a
Informacao, esta que hoje passa a ser em
muitos momentos papel moeda, ja que a
integracao mundial em termos de
comunicagao, esta* cada vez maior. Os
avancos que as telecomunicacoes vem
causado em nosso mundo, enfim esta
transformando o jargao daaldeia global em
realidade.
Apesar de vivermos num pais onde a
maioria da populacao nunca chegou perto
de um computadore muitos nuncachegaram
a falar num telefone, estamos passando por
um boom na Internet. O Brasil sozinho tern
mais usuarios Internet que toda a America
Latina ( Anacronismos de nosso pais...), e
que esta com uma tendeneia de crescimento
cada vez maior nesta area. Praticamente os
computadores comprados pelos usuanos
atuais vem com um modem e o constante
surgimento de novos provedores 6 mais um
fator que o pais esta absorvendo esta
tecnologia de maneira voraz.
Estacaracteristicas de paises de terceiro
mundo de pegar tecnologias de ponta e
"saltar" as ctapas de seu desenvolviemnto
e" boa e ao mesmo tempo ruim, j& que na
maioria das vezes o que temos 6 uma caixa
preta a ser aberta.
Finalizando, a Intranet esta af e as
empresas estao de olho nela. Como uma
ferramenta de integracao e produtividade,
este conceitoest&causando uma revolucao
em muitas estruturas empresariais que j&
participam hoje da Internet, seja em forma
de Homepages ou em forma de servicos.
E apenas uma questao de tempo para
este conceito invadir e ser usado pelas
grandes corporacoes em seu dia a dia,
basta apenas a tecnologia da Intranet
alcancar o meio empresarial. Levando em
conta que os softwares estao ficando cada
vez mais simples e baratos, poderemos
contar no futuro proximo com uma
tecnologia do tipo video/audio on
demmand dentro das empresas
promovendo a integracao total.
Antonio Marcela 4 Editor da Micro Sistemas
e consultor de informdtica ha 7 anos e esta
aberto para sugestdes e criticas pelos
enderecos eletronicos :
jfonseca@infotink.com.br e
ffonseca @ax.ibase.org.br
De uma chance ao sucesso
^lioro
Onde est* aquele super-fantAstico-incnVel programa que voc6 fez? E aquela rotina maravilhosa? Estao
guardados numa gaveta? Ningudm, alem de voce\ connece esse trabalho?
SSc*SSf™SfSS midadC ^ m ° Strar ° quant ° voc6 sabe sobr ~ informatica, programacao, linguagens,
A revista Micro Sistemas f a unica publicacSo nacional que abre espago para trabalho feitos no Brasil Ela
d o umco vefculo editorial que publica colaboragoes dos seus leitores
nSonal^yiS?^^ 81206880 i***}*™ 1 da «v«ta. afinal, grande parte dos profissionais com projecao
nacional neste mercado, foram ou ainda sao colaboradores da Micro Sistemas
K-ntao, o que voce esta esperando para fazer parte deste time?
COLABORACOES:
^jfaSn^^^" W**WJ?P de T 1 ^? (Programas, artigos, cr5nicas, etc). Para que seu trabalho seja
avaiiado por nossa eftuipe 6 imprescindfvel que: J
- os textos, listagens. ilustracoes, desenhos, etc venham em disquete 5 1/4 padrSo IBM PC-
- os programas devem incluir a versao compilada e exemplos (se for o caso):
- copia impressa do texto e das listagens;
- a Jtorizacao impressa e assinada. para a publicacao do material*
currfculo do autor.
S^SJl^i? 1 enviad ? P ar * a. revista nao sera devolvido. Os autores das materias publicadas
receberao uma assinatura anual de Micro Sistemas. p
*Sb£Z-' '■ ■ ''•Y'v ■* vS ■■'■'■■!■• '«'<'■■ -
iTykitUii^l
Leandro Loureiro
Futebol...paixao nacionaL.paixao
mundial! Voce se lembra do Telejogo
Philco? Ele foi o primeiro viodeogame
(se e que pode se chamar aquilo de
videogame) e sucesso absoiuto na
epoca. Ele vinha com 3 jogos: Tents,
Paredao e ... Futebol. Depois veio
Telejogo II, com 10 jogos e o futebol
continuava nele. Surgiram os
videogames de 8 bits, 16 bits, 32 bits
e atualmente temos os de 64 bits.
Jogos de futebol foram produzidos
para todos eles, sofisticado-os de
acordo com avanco da tecnologia,
tornando-os mais pr6ximos da
9
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lu ^iP™^W>P<WP« ,| Wifc,
HP-
IPs
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t^p-A #^*f§**fc* 0**mim ^».
realidade. No computador aconteceu
a mesma coisa e do TK-80 aos
Pentiuns, Actua Soccer & o exemplo
da sofisticagao que os jogos
chegaram.
No menu principal do jogo, ja da
para ter uma nogao da qualidade do
jogo. Os movimentos do jogador
fazendo embaixada sao perfeitos. Isso
foi posstvel gracas a uma nova tecnica
criadaparadesenvolvimentodejogos,
o qual sensores sao colocados no
corpo de uma pessoa de verdade e
todos os seus movimentos sao
passados para o
computador. O resu-
Itado e incrivel. O
jogador correndo,
dando passes, ma-
tando no peito, dando
carrinho e fazendo ou
recebendo uma falta,
oihando rapidamente,
parece real.
Mas ele nao e
perfeito. A jogabi-
lidade e difJcil -o que
requer urn bom tempo
de treino - e ha outros pequenos
detalhes, tal como o goleiro nao usar
camisa de manga longa, o que pode
causar uma certa confusao, pois tudo
acontece bem rapido, como em um
jogo de verdade.
No geral, e um jogo excelente.
£ muito bem produzido com um
manual bastante explTcito. som e
da melhor qualidade, os graficos sao
bons, ha uma narragao do jogo e
replay. Nele estao as 44 principals
selegoes mundiais, com suas
respectivas escalagoes da ultima
copa. E ele permite que voce altere os
nomes das selegoes, para que voce
possaatualiza-lassemprequequiser.
Ele permite jogar com o teclado,
mouse e joystick de dois botoes {eu
particularmente achei mais facil com
o joystick ).
MENU
manual e muito bom, por
isso farei aqui um resumo rapido. No
menu, ha 9 botoes. No primeiro, voce
escolhe o tipo do jogo: Practice
(Praticar), League (Liga), Friendly
<;ol»
(Am'tstoso) e Cup (Copa). No
segundo, o nCimero de jogadores
que pode ir ate 4 de uma s6 vez
numa maquina. terceiro o est No de
Jogo que sao dois: Simulation e
Arcade. O quarto, o envlroment
(ambiente), para ajustar os graficos
do jogo de acordo com o tipo de
computador. Se voc£ tem um
Pentium, coloque tudo ON e HIGH
para utilizar o maximo de recursos
que o jogo oferece. £ dentro do
ambiente que voce pode alterar o
volume do som do jogo e o tipo de
audio. quinto e o customise, que
permite voce" alterar os nomes dos
jogadores que compoe as selegoes,
atualizando-as ou alterando sua
esCalagao. sexto e o match setup,
onde voce define se havera
impedimento, substituigao e chute
automatico do goieiro ap6s uma
defesa. Aqui voc§ define tamb6m o
tempo do jogo, avelocidade do vento
e anotacdes. Mas o mais
interessante aqui, § a possibilidade
de escolher o juiz (clicando na
camisa). padrao e random, ou
seja, o computador escolhe um
aleatoriamente. Agora se voce
escolher o Araujo do Brasil ou o Krug
da Alemanha, voce tera certeza de
um jogo em as faltas serao apitadas,
assim como os impedimentos e faltas
violentas premiadas com o cartao
vermelho. Mas se voc§ escolher o
Hrinak da Eslovaquia ou o Brizio
Carter do Mexico, pode baixar a
porrada, porque falta s6 do pescoco
para cima. setimo e o control onde
voce define se quer jogar
usando o teclado, mouse ou
joystick. Clicando na palavra
keyboard 1, o botao configure
ficaativo, permitindo que voce
defina as teclas. oitavo e o
save or load, que permite
salvar ou carregar um jogo,
pra que voce continue uma
liga ou copa outro dia. ultimo
botao, start, e para iniciar o jogo.
OJOGO
Antes de encarar uma copa ou liga,
e bom praticar. Em Practice, voce
escolhe contra que selecao voce vai
enfrentar, mas seu unico adversario
sera o goieiro. Se a bola sai e e
sempres sua, 6bvio. Se sai pela linha
de fundo, 6 escanteio. Depois que
voce ja estiver dominando os
controles, principalmente o chute a
gol e o carrinho, va para o proximo
ntvel do treinamento; o friendly
(amistoso). Como dar carrinho? aperte
as teclas de passe e chute ao mesmo
tempo. Depois que voce se sentir
apto a enfrentar qualquer selecao,
encareuma liga ou copa.
Na liga e na copa voce* escolhe a
selegao e o resto e por conta do
computador. Na copa voce pode
escolher quantas selecoes irao
participar e quias, na opcao
customise e depots next. Se voce
estiver jogando no modo simulation,
o computador mostrara um a um os
resultados dos jogos assim como a
tabela. botao com a interrogagao
mostrara a escalacao das equipes
e clicando com o botao direito do
mouse no nome do jogador, surgira
uma tela com as estatTsticas
daquele jogador, para que voce 1
decida a melhorescalagao. Clicando
na camisa que aparece no alto da
tela, com o botao esquerdo ou direito
do mouse, voc§ passa para as
estatlsticas do pr6ximo ou anterior
jogador na sequ§n-
cia da escalagao.
Para trocar o jogador,
clique com o botao
esquerdo do mouse
no que voce quer
trocar e ele ficara
piscando. Depois
clique com o botao
direito no jogador que ira substitui-
lo e pronto, ta feita a troca. No
manual ha uma tabela com as
estatlsticas que sao importantes
para cada jogador. Ah! lembre-se
que voce nao pode mudar a estrutura
das selegoes que sao controladas
pelo computador.
Ojogo possui 8 visoes diferentes,
que podem ser escolhidas antes de
comegar o jogo em envlroment.
Durante ojogo, sao os numeros de 1
a 8 nessa ordem: aerea, de cima, por
tras, distante (a pior), linha do gol,
jogador, juiz e iso (talvez a melhor
pois o 3ngulo da camera e sempre o
mesmo). A resolugao grafica tambem
e definida em envlroment, mas
durante o jogo podem ser alteradas
utlizando as teclas F5 a FIO. Para ver
un replay, alterar a formagao da
equipe ou fazer uma substituigao,
basta apertar Fl.
Algumas pecuiiaridades do jogo:
- Nao se espante se a cabega dos
jogadores adversaries
desaparecerem;
- Se voce fizer um gol com bola e
tudo, podera atravessar a rede e
continuarcorrendocom a bola, mesmo
com seus companheiros come-
morando o gol;
■ Ao sair do jogo, suas confi-
guragoes se perdem;
DICAS
DEFENDENDO
Mantenha os adversarios o mais
longe posstvel da sua Srea, o que €
6bvio, pois diminuira as suas chances
de gol. Assim, como no velho ditado,
a melhor defesa e o ataque, por isso,
mantenha o maximo a bola no campo
adversario. Sempre que possTvel,
chute a gol, pois os goleiros de um
modo geral sao regulares. E na sua
grande maioria, tem mais dificuldades,
de defender chutes de fora da area.
«OL DO-BEBETO - VtSAO DOJI'IZ
VISAODOGOLEIRO
. ...J-.J-- .... mw»i«.
''MjtfJF' itv'r
A COMKMORACAO DCHiOL
Uma boa estrategia de defesa
masumtanto perigosa, 6 a linhade
impedimento. Poucosjufzesfalham
nesse quesito, o que + orna essa
estrategia normalmente eficiente.
Habilite a opgao de impedimento
(offside) no match setup.
PASSE
A chave do sucesso do passe e
char espaco. Nao existe o ponto
certo, por isso, passe a bola
quando existir outro jogador
pr6ximo a voce. Passes longos
tern maiores possibilidades de cair
no pe do adversario. Se nao houver
espaco para o passe (observe
como o computador marca para
voce fazer o mesmo), mova-se em
diagonal alternando para varias
diregdes, ate clarear para urn
passe seguro. Esses movimentos
permitem tambem o drible, mas
tente o drible apenas no ataque
(que e um dos fundamentos do
futPbol).
i passe e a parte mais
importante do jogo, pois bons
passes resultam em goi certo.
Dirija-se para as brechas e tente
passar para jogadores com muito
espago em torno deles. Lembre-se
que voce nao tern que estar de
frente para o jogador que voce
quer passar-se o seu jogador tiver
uma boa visao, ele passara para o
jogador que estiver na melhor
posigao automati-
camente.
DESARME
Etentador"puxar"
jogadores para fora
da posigao para tirar
a bola do adversario,
como por exemplo ir
com um jogador do
meio campo atras de um jogador
adversario na defesa, mas se voce
fizer isso, um jogador adversario
que estaria sendo marcado por
aquele jogador do meio campo que
voce deslocou, fica livre para armar
jogadas ou ate ajudar no ataque,
expondo sua defesa. Em vez disso,
use o jogador mais proximo e nao
confie em tirar a bola usando o
carrinho toda hora - um cartao
amarelo e comum ser aplicado ao
jogador que faz isso muitas vezes -
pois as vezes nao da tempo de
pegar a bola e outro jogador
adversario pode pega-la e ir embora
o que deixa voce temporiariamente
com um jogador a menos, pois ele
se demora um pouco a se levantar
depois de um carrinho.
Utilize o carrinho somente se
voce estiver certo de que vai pegar
a bola ou como tiltimo recurso. O
melhor caminho para tirar a bola do
adversario e correrjunto ao jogador,
"ombrando" ele para tirar a bola.
CHUTE
Como o numero de bolas no
fundo da rede e que conta, nao
tenha receio do goleiro. Chutes de
fora da area podem ser mais
eficientes. Para dar um chute forte,
basta largar as teclas de movimento
e apertar a tecla de chute (no
joystick basta centra-lo e apertar o
botao de chute). Se voce chutar de
fora da area com jogador
correndo, quase sempre ela
ira rasteira, o que facilitara
a defesa do goleiro. Preste
atengao nos rebotes do
goleiro, pois eles normal-
mente espalmam a bola e
se ele estiver no chao, e
go I certo.
Nos penal tis, selecione a
camera "wire" que ajudara Voce a
escolher o canto do gol e use o
chute forte.
TATICAS
Conhega seu inimigo, que voce
saberS sobre si mesmo. Adapte
sua equipe para tirar vantagem da
equipe adver~ A ria. Por exemplo,
se voce estiver jogando contra
uma equipe muito forte, use a
estrategia "Long-Bail" e crave na
frente quern tern um bom controle
de bola e seja regular na
velocidade e habiiidade (50% ou
mais). Independente do jogo,
lembre-se que o computador Ihe
da uma formagao padrao baseada
na copa e que voce nao esta
obrigado a ficar com ela. Aprenda
a identificar suas fraquezas e
virtudes e adapte sua formagao
para cada equipe que voce
enfrentar.
DESESPERO
Se tudo mais falhar, trapaceie.
Inicie o jogo digitando SOCCER -
01142475549 e voce tera
magicamente habilitado o super-
time Gremllm Showbix 11, a
equipe imbatlvel. Basta escolhe-
la entre as selecoes, com o nome
GREMLIM XI e a bandeira ACTUA
SOCCER. Clique no botao com a
interrogagao para voce ver a
escalagao. S6 tern super jogador.
Agora e so curtir seus jogadores
alienlgenas (eles sao verdes!) e o
seu maior desafio sera tentar
ganhar da Italia ou do Brasil por
um mddico placar de 15 a zero
num tempo de 4 minutos de jjogo.
Ta feito o desafio.
ZA<a EIROTIRA DE BKICLKTA
I5-19julho'96
Pakicio de Conven^oes
do Anhembi - SP
Congtvsso Fenasoft hd mate de dez anos traz para voce o melhor da tecnologia da mformacao, Partkipando do Congresso
Fenasoft'% voce poderd escolher dentre 24 Semindrios Ticnicos divididoa em o grutfrns temdtkos t com 7 horns de dumcCto,
ampando sua agenda <lc acordo com sens interesses. Aleut disso, 7 Semindrios dirigidos a Usudrios estardo fazendo parte da sua
agenda, Palestras sabre assuntos especificos, Plendrias e autvns Ewntos Especiais complementardo sua participacdo no ( ongresso
Nilv deixe de participardo mats complete Congtesso de Informdtica da America Latlna.
Congresso Abtrto
10:00 6s 11:00
15/(17/%
nL
1 4:00 6j 1 5:00
,,,,,!
Attrtura
Show International de
Tecnologia Hoinenagem
Ftnasofl 10 amis
heymitr Speaker
Mu'huH r» Zisraan - Lottu
1 5:30 6s 19:00
St'imittirto Eipectalp/ t litis t ( 'It A
DttVe Wood • Cum mi
Internet:
http://www.fenasoft.com, br
Wti7/% 17/07/96 IH/II7/M6 I Pa i estras Macionais i Internationals
1 7:30 6s 19:30 17:30 6s 19:30 17:30 6*59:30 1
t'Uiniiiti
iVenaria
I'h'itfitia
( ongrtsso Ticnwo
I.DOMMI mini;
15/07/%
11:00 6s 19:00
Information
Superhighway
bklnon Fonti in lie
Solaris
16/07/% 17/07/96 18/07/96 IM/07/%
Nao perca na Abertura, grande
momenlo de arte e tecnologia, comemorando
a 10° odicao da Fenasoft
1 1 :00 6s 1 9:00 8:30 6s 1 7:30 8:30 6s 1 7:30 8:30 6s 1 7:30 8:30 6s 1 7:30
l'niees\aaieiila tie
ImugMns r Workflow
Rkardo Nogueirn
SMI
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em Multiinidia
MatCoA ik'S.Hilvim
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rnotogius Integratta;
em Mttlthmttiu
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Midialoa
I / illttlll Ills, r 11,1
EducafSo
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11:00 At 19:00 8:30 6s 17:30 8:30 6s 17:30 8:30 6s 17:30 8:30 6s 17:30
Unfa Wanhoustng
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Computer As st* late.\
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Dbitrilndeiiti de tktdn\
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Internet
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INFORMACAO
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Dc 17 a 21 de junho, o Centra de Cultura c Convencoes dc Goiania vai rcceber
o maior evento de InformaUca do Centro-Oeste; VI II FEIMATICA - Feira de lnformatica
e Telecomunieacoes do Estado de Goias.
Com previsao para receber mais de 100 mil pessoas, a VIII FEIMATICA vai mostrar, em seus
220 stands as mais recentes novidades que 200 expositores tern para mostrar.
Os caminhos e as tendencias das Telecomunieacoes e da lnformatica, os programas, as opcoes,
as ultimas novidades e os equipamentos, tudo isso vai estar presents num espaco onde voce tcrti
a clara sensacao de que estara" vivendo no future.
E vai estar mesmo.
VIII FEIRA DE INFORMATICA E TELECOMUNICAgOES TO KSTAIX) DE GOlAS
De 17 a 21 de junho - Cento de Cubum e Convengdes de Goidma
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